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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

SIDA em Paris

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“Em Paris, 1 em cada 3 mortes de homens entre 25 e 44 anos é causada pelo vírus da AIDS”, diz o jornal francês Le Monde. Estas mais recentes estatísticas foram divulgadas há pouco tempo pelo INSERM (Instituto Nacional de Saúde e Pesquisas Médicas da França). A reportagem revela ainda que, entre 1983 e 1990, a infecção pelo vírus da AIDS aumentou em 50 por cento o índice de mortes nessa mesma faixa etária. O Dr. Jonathan Mann, diretor da OMS (Organização Mundial da Saúde), predisse: “O pior ainda está à frente; em todo lugar a epidemia está avançando.” Segundo a OMS, cinco mil pessoas por dia são infectadas no mundo todo.

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Quem Quer Germes?

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O Ministério da Defesa da Grã-Bretanha, em data recente, comercializou alguns subprodutos de suas pesquisas. “Bactérias aos quilos”, era o título num anúncio duma agência governamental que oferecia microrganismos tóxicos em várias formas, em taxas de oferta, para usuários não governamentais. “Imagine só as manchetes”, declarava Medical Tribune (Tribuna Médica), “se tal anúncio oferecesse a adição dos agentes bacteriológicos do Exército dos Estados Unidos à lista de produtos mortíferos que presentemente comercializamos”.

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Mais que um Modelo

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Um entusiasta japonês de aviação pilotou recentemente um avião movido apenas por seis motores de modelos de avião, noticia o Daily Yomiuri. Voou no avião de 143 quilos a uma distância de 300 metros, numa altitude de três a quatro metros. O piloto afirma que esta é a primeira vez que alguém realizou tal proeza. Levou mais de dois anos para construir o avião, feito à mão, que mede 6,70 metros de comprimento, com uma envergadura de 14 metros. Cada um dos seis motores movidos a álcool só tem cerca do tamanho de um punho cerrado.
Por:
Pedro Ribeiro

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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Os filmes “estão repletos” de sexo e violência

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JÁ NOTOU o que tem acontecido ultimamente aos filmes? Nos últimos anos, houve uma “avalancha” de filmes que destacavam o adultério, a fornicação, o lesbianismo, o homossexualismo, a violência e a matança em massa.
Se examinar agora os anúncios de filmes nos jornais, ficará atônito com seu tom quase pornográfico. Apenas em um dia, alguns títulos entre as oito páginas de anúncios de filmes num dos principais jornais conservadores diziam o seguinte, cada um para um filme diferente:
“Um dos mais imorais, um dos mais subversivos . . . filmes que poderá ver este ano.”
“Um caso de lesbianismo! Ardente, dilacerante, caluniador!”
“O filme mais doido e mais sensual que já foi produzido!”
“Medonho e erótico! Seu assunto é fogo! Não é para os tímidos ou os restritos!”
“Um marco que provavelmente abalará de forma permanente muitas de nossas últimas convenções cinematográficas.”
No mesmo dia, outro jornal que trazia muitos destes mesmos anúncios acrescentava mais um que dizia: “Onde é bem legal a troca de esposas e pequenas orgias.”
Alguns cinemas não exibem senão este tipo de filmes. O Times de Nova Iorque noticiou: “Há dezoito meses atrás, a Cidade de Nova Iorque possuía 10 cinemas que exibiam filmes de sexo e violência numa base de sete dias por semana. Todos estavam agrupados na Rua 42 e no ‘Times Square’ ou próximo dali. Atualmente, 25 cinemas que exibem o sexo e a violência a todo o tempo se acham espalhados pela cidade . . . Tem havido, contudo, duas mudanças significativas nos próprios filmes. Agora, com maior freqüência do que nunca, seu conteúdo vai muito mais longe do que nunca antes no que tange a cumprir as promessas de nudez, de violência e de perversão contidas nos títulos.” Comentando esta tendência, a revista Look observou: “Os filmes que estamos obtendo e que virão não contêm barreiras no que toca ao sexo, à violência e à linguagem.”
Esta mesma tendência ocorre em todo o mundo. Da Finlândia, nosso correspondente de Despertai! relata: “O Dr. Jerker A. Eriksson, do departamento de censura do governo, disse: ‘O que hoje é inacreditável, para não se dizer horripilante, amanhã é bem natural. No “mercado do sexo”, será preferido um proceder liberal e mais corajoso.”’ Nosso correspondente acrescenta: “Alguns filmes chegam até a mostrar relações sexuais e são completamente pornográficos. Os anúncios nos jornais finlandeses rezam: ‘A vitória triunfal da imoralidade’, ‘Sexo inesgotável, expressivo’, ‘Gosta do irrestrito, do indisciplinado e do desinibido?’”
Por que tantos filmes novos sobre o sexo e a violência aparecem agora? Uma razão que os analistas fornecem para isso tem que ver com o impacto surgido com o advento da televisão. Milhões de pessoas começaram a ficar em casa para ver a diversão em seus aparelhos de TV. A antiga expressão “Vamos ao cinema!” foi substituída pela “Liguemos a TV!” Em resultado, centenas de cinemas fecharam as portas.
Confrontada com esta aguda competição, a indústria cinematográfica se voltou para coisas novas, tais como a tela ampla e o som estereofônico. O seguinte passo foi fazer filmes mais ousados, e cenas mais sensuais e violentas.
Por que, contudo, destacar o sexo e a violência? O Sunday Register de Des Moines, Iowa, comenta: “Os filmes taxados de ‘proibidos’ sempre parecem atrair maiores multidões do que os ‘filmes para a família’, disse um gerente de cinema de Dubuque. ‘Filmes repletos de violência e sexo; parece ser isso o que eles querem hoje’, afirmou M. J. Dew-Brittain, gerente-geral dos cinemas Grand e Strand daqui.”
Os filmes são feitos para dar lucro. A indústria produzirá o que se venda muito. E o que se vende muito hoje é o sexo e a violência, atraindo as pessoas aos cinemas. Por isso, fornece-se isto como a principal razão da avalancha destes filmes.
Não obstante, há ainda outra razão para tudo isto, e é muito, muito mais significativa do que qualquer outra razão. Mas, antes de a analisarmos, examinemos de perto o que contêm muitos destes filmes. Também, causam eles realmente algum dano? Como influem nas pessoas, especialmente nos jovens? E, em vista da tendência, o que pode fazer a respeito?

Esta Matéria Foi Retirada da Revista "Despertai"
Publicada Pelas Testemunhas de Jeová

E adaptada por
Pedro Ribeiro

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Como as manchas solares influem sobre o lar do homem

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“AS MANCHAS SOLARES IMPÕEM CORTE RADIOFÔNICO”, declarava a manchete no Times de Nova Iorque. A notícia que se seguia afirmava:
“Um corte mundial de comunicações provocado pelas manchas solares cortou ontem os Estados Unidos da maioria das áreas na Europa e no Extremo Oriente. Os encarregados das comunicações descreveram os distúrbios atmosféricos como sendo ‘os piores que temos tido nos anos recentes’.”
Talvez tenha visto notícias similares de vez em quando, falando das interrupções das comunicações radiofônicas internacionais. Os sinais de ondas curtas de rádio se tornam tão fracos que não podem ser transmitidos de forma eficaz. Tais distúrbios, e outros, são o resultado direto das manchas solares.
As manchas solares são intensas tempestades na face do sol. Causam erupções que lançam gigantescas massas de matéria bem longe no espaço. Mas, o que provoca as manchas solares? Que aparência têm? O que produzem? Que efeitos têm sobre o lar do homem, a terra?
Para encontrar as respostas a estas perguntas, precisamos primeiro examinar mais de perto o ponto de sua origem, o sol.

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O Mediterrâneo: um mar fechado com feridas abertas

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Mais de mil golfinhos mortos, amontoados em praias desde a Grécia até o Marrocos, marés vermelhas venenosas no Egeu, milhões de toneladas de espuma pegajosa no Adriático, tartarugas e focas à beira da extinção, regiões em que a água já está completamente sem vida. O que está a acontecer com Mediterrâneo? Está destinado a um futuro de poluição e devastação?

“A PRIMEIRA paisagem humanizada no mundo.” Foi assim que o zoólogo David Attenborough descreveu o Mediterrâneo e suas costas. Esse mar, que banha três continentes, desempenhou um papel-chave na ascensão e queda do Egipto, da Grécia e de Roma. É o berço de boa parte da cultura e civilização modernas. Contudo, em décadas recentes, o desenvolvimento descontrolado, o grande aumento no número de turistas, a pesca excessiva e a poluição causaram uma crise no Mediterrâneo. Cientistas preocupados e nações aflitas buscam desesperadamente soluções, mas até agora só tiveram êxito parcial.
O Mediterrâneo é o maior mar interior do mundo. Mais de 160 milhões de pessoas habitam seus 46.000 quilómetros de costas, que servem de fronteira natural para 20 países, e segundo cálculos essa população deverá dobrar até o ano 2025. O Mediterrâneo é mais quente e mais salgado do que o Atlântico, que é a fonte principal de suas águas, e praticamente não tem marés. Visto que suas águas só se renovam a cada 80 ou 90 anos, ele é também sensível à poluição. “Tudo o que é jogado no Mediterrâneo, fica lá por um bom tempo”, diz a revista National Geographic.

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