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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Conheça as regiões mais seguras para viajar de avião

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Estudo concluiu que nunca foi tão seguro viajar de avião como hoje.
Nunca foi tão seguro viajar de avião como hoje, apesar do aumento do número de passageiros mundiais, com um rácio de um acidente letal por cada 1,5 milhões de voos em 2011, indica um estudo publicado hoje.
Mais de 2,8 mil milhões de pessoas viajaram de avião no ano passado em cerca de 38 milhões de voos, de acordo com uma análise da Ascend, uma consultora que estuda a indústria da aviação.
No entanto, destes 38 milhões de voos, registaram-se apenas 25 acidentes mortais, o que dá uma distribuição de um acidente por cada 1,52 milhões de voos. No total, em 2011, morreram 497 pessoas em acidentes de aviação.
"2011 é o ano mais seguro até ao momento. A maioria dos acidentes envolve pequenas transportadoras locais, operadores locais que provavelmente não são conhecidos fora das comunidades que servem", afirmou à AFP Paul Hayes, director de segurança aérea da consultora.
As regiões mais seguras a este nível são a Austrália, os Estados Unidos e a Europa Ocidental, seguindo-se a América Latina o os países da antiga União Soviética.
De acordo com a Ascend, em 2010, ocorreram 28 acidentes mortais em todo o mundo, fazendo 828 mortes.

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De quem é a culpa pelas guerras?

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SERÁ de Deus a culpa pelas guerras do homem? “Não, Deus não quer a guerra.” Foi assim que Martin Niemöller, renomado clérigo protestante alemão, respondeu a essa pergunta pouco depois do fim da Segunda Guerra Mundial. Seus comentários foram publicados em 1946 no livro Ach Gott vom Himmel sieh darein—Sechs Predigten (Ó Deus, Olha dos Céus — Seis Sermões). O livro diz:
“Quem quer culpar a Deus pelas [guerras] não conhece, ou não quer conhecer, a Palavra de Deus. É claro que, se nós, cristãos, levamos ou não uma boa medida de culpa pelas guerras incessantes é uma outra questão. E não podemos escapar dessa pergunta tão facilmente. . . . É também oportuno lembrar que as igrejas cristãs têm-se prestado, ao longo das eras, a abençoar guerras, tropas e armas e que oraram de modo nada cristão pela destruição dos seus inimigos na guerra. Tudo isso é culpa nossa e culpa dos nossos pais, mas de modo algum a culpa é de Deus. E nós, os cristãos da atualidade, ficamos envergonhados diante da chamada seita dos Fervorosos Estudantes da Bíblia [Testemunhas de Jeová], que, às centenas e aos milhares, foram para os campos de concentração e [até] morreram por se terem negado a prestar serviço militar e a atirar em seres humanos.”
Hoje, uns 50 anos depois da Segunda Guerra Mundial, as palavras de Niemöller dão o que pensar às pessoas que amam a paz. Não, a culpa não é de Deus pelo derramamento de sangue das nações. Aliás, por meio dos seus adoradores verdadeiros, que se mantêm à distância dos conflitos do mundo, Deus está declarando o iminente fim de todas as guerras. — Salmo 46:9; João 17:16.

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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Italiano de 99 Anos Pede Divorcio

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Depois de 77 anos de casamento, um italiano de nome Antonio, decidiu divorciace da Esposa. Isto porque a esposa de nome Rosa, com 96 anos, o traiu de maneira discreta nos anos 40. Enquanto procurava algumas coisas no quarto, em 2002, António descubriu cartas de amor antigas numa comoda.
Na altura, a esposa confessou ter trocado aquelas cartas amorosas com um amante que tinha tido á mais de 60 anos. Depois disso o seu casamento nunca mais foi o mesmo - Diz António - Depois de várias provocações e ataques de ciúmes, resolveu separa-se defenitivamente dela.
Estavam casados desde 1934, este casal gerou cinco filhos e tem mais de uma dezena de netos.
Desta feita, António poderá passar a ser o Homem mais velho no Mundo a solicitar o Divórcio!

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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Eventos: Capital Europeia da Cultura

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Este ano, temos o prazer de anunciar que a cidade escolhida para ser a Capital Europeia da Cultura Foi a Cidade de Guimarães. O berço de Portugal. E desde já, o Suba o Seu QI, em conjunto com o ZugaTuga quer demonstrar o seu apoio á campanha "Tu Fazes Parte"  promovida pelo espaço Guimarães. Mas o que é a Capital Europeia da Cultura?

A Capital Europeia da Cultura é uma iniciativa da União Europeia que tem por objectivo a promoção de uma cidade da Europa, por um período de um ano durante o qual a cidade possui a hipótese de mostrar à Europa sua vida e desenvolvimento cultural, permitindo um melhor conhecimento mútuo entre os cidadãos da União Europeia.
Esta iniciativa começou em 1985 sob iniciativa da ministra grega Melina Mercouri, com o nome de Cidade Europeia da Cultura. Apenas uma cidade era nomeada por ano, sendo a responsabilidade da organização do evento do Estado-membro ao qual pertencia essa cidade e sucediam-se por ordem alfabética dos países.
Em 1990, a o Conselho de Ministros decidiu alargar a iniciativa a outros países da Europa não pertencentes à União Europeia. Esta norma teria início apenas em 1996, ano em que terminava um ciclo completo e era limitada a países que segundo a Comunidade Europeia, respeitassem os princípios da democracia, do pluralismo e do estado de Direito. Segundo as novas regras era sugerido que fosse feita a alternância entre países membros e outros países, assim como se propunha a alternância entre capitais e cidades de província.
Em 25 de Maio de 1999, o Conselho de Ministros e o Parlamento, decidem mudar o nome de Cidade Europeia da Cultura para Capital Europeia da Cultura.

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domingo, 1 de janeiro de 2012

Os gostos e as aversões das crianças

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O que as crianças menos gostam de fazer? Num estudo de crianças de 6 a 11 anos, feito pelo professor Gustavo Pietropolli Charmet, da Universidade de Milão, Itália, a maioria das crianças disse: “Ficar em casa vendo TV”, ou “Ficar em casa com a mamãe fazendo lição de casa”. A pior coisa para elas, diz o jornal La Repubblica, é “ter compromissos”, isto é, ter de correr para lá e para cá para as aulas de dança, inglês, piano, e assim por diante. E são quase unânimes em dizer que detestam “ficar sozinhas”. Por outro lado, 49% dos meninos querem que os pais “deixem as crianças brincar fora de casa”, enquanto que as meninas gostariam que os pais “se divertissem brincando com os filhos”. Elas dizem, com efeito: ‘Quando minha mãe brinca comigo, tem de ser de verdade. A gente logo percebe quando ela não está achando graça e daí eu também não acho graça.’

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Como lidar com os valentões da escola

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Com a recente publicidade sobre crianças sofrerem na mão de valentões das escolas, o Ministério da Educação do Japão pesquisou 9.420 crianças, seus pais e professores. O estudo revelou que até 70% dos pais de crianças que foram vítimas de valentões nas escolas de primeiro grau não sabem do problema ou não levam a sério as queixas dos filhos. Com medo da retaliação, muitas vítimas não contam ao professor o que estão passando. A pesquisa mostrou, contudo, que quando um professor lida com o problema com firmeza, apenas 2% das vítimas sofrem retaliação e os valentões param de incomodar a criança em pelo menos 40% dos casos. O professor titular Yoji Morita, da Universidade da Cidade de Osaka, disse: “Estou mais convencido do que nunca de que os valentões podem ser coibidos se as vítimas fizerem queixa aos professores e se os professores lidarem com o problema de forma adequada.”

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Crianças que fogem de casa

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A “maioria dos desaparecimentos de crianças em São Paulo se deve a maus-tratos, negligência e miséria”, diz o Jornal da Tarde. De acordo com o delegado Paulo de Tarso Ruggiero, as crianças fogem ‘motivadas por agressões, privações e até revolta, por serem obrigadas a pedir esmolas’. Essas crianças fazem qualquer coisa para não voltar para casa. ‘É comum os menores virem com nome e endereço falsos, contando histórias fictícias de como se perderam da família’, diz Paulo Sapienza, coordenador de um órgão de assistência à criança. Sobre o aumento da violência dos pais, a delegada Elizabeth Sato diz: “Há três ou quatro anos raramente um homicídio de criança era cometido pelos pais. Este ano, já registramos nove casos.”

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sábado, 31 de dezembro de 2011

Miranda Kerr é a mulher ‘mais quente’ do Mundo

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Miranda Kerr continua a dar cartas como manequim. A estrela da marca de lingerie Victoria’s Secret foi considerada a mulher ‘mais quente’ de 2011, numa votação que decorreu no site ‘Popsugar’.

Casada com Orlando Bloom e mãe de Flynn, de 11 meses, Miranda está completamente em forma e foi eleita com 50% dos votos.

Em Novembro, recorde-se, a manequim desfilou com o soutien azul da foto, avaliado em cerca de um milhão de euros.

Miranda Kerr continua a dar cartas como manequim. A estrela da marca de lingerie Victoria’s Secret foi considerada a mulher ‘mais quente’ de 2011, numa votação que decorreu no site ‘Popsugar’.

Casada com Orlando Bloom e mãe de Flynn, de 11 meses, Miranda está completamente em forma e foi eleita com 50% dos votos.




Em Novembro, recorde-se, a manequim desfilou com o soutien azul da foto, avaliado em cerca de um milhão de euros.



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Era uma vez um homem triste em Janeiro de 2013

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Cinco e meia da manhã. A velha cebola lembra que acabou a noite. Manuel olha para o relógio na escuridão do quarto gelado, esfrega os olhos, levanta-se a custo e vai à casa de banho. Em 15 minutos está vestido e pronto para mais um dia. Olha para a mulher a dormir, veste o casacão velho de tanta viagem, entra na sala, dá um beijo às filhas enroladas num cobertor de papa e sai para o gelo da rua.
Manuel vive em Coina, no Beco Força do Povo, numa cave húmida, com um quarto, uma sala e uma casa de banho minúscula. A casa é mínima e paga uma renda de 150 euros. Foi o melhor que se pôde arranjar quando tiveram de sair do bonito apartamento de Telheiras, um T3 espaçoso comprado em 2005, com dois lugares de garagem num condomínio quase de luxo, para uma classe média alta típica da grande cidade. Deixaram de pagar as prestações quando Manuel foi despedido do stand de automóveis sem um tostão no bolso. O patrão já tinha avisado em Dezembro de 2011, no jantar de Natal da firma. Mas quando em Janeiro rebentou a bomba ninguém queria acreditar que não havia dinheiro nem para pagar indemnizações. Manuel e a mulher, Luísa, que era secretária do patrão, olharam um para o outro e choraram abraçados.
Nessa noite não comeram, não dormiram e só olhavam para as duas filhas a brincar com os presentes de Natal. Manuel ganhava o ordenado mínimo, mas as comissões sempre tinham dado para uma vida mais que confortável. Luísa recebia 500 euros, mas adorava estar ali ao pé do marido todo o dia. Nem lhe passava pela cabeça sair dali. Apaixonaram-se, casaram e tiveram duas filhas no meio dos carros. Adoravam passar férias na República Dominicana, muitos Invernos iam até Espanha fazer esqui com as miúdas, tinham dois carros e aquele belo apartamento. De um dia para o outro caíram no abismo.
Foram logo ao centro de emprego para tratar do subsídio. Más notícias. Com o salário mínimo e o tempo de casa, ficavam a receber os dois pouco mais de mil euros durante seis meses. Como estavam os dois desempregados iam receber mais 10 por cento. O desespero era muito, Luísa não parava de chorar. Manuel arregaçou as mangas e numa noite em branco decidiu ir ao banco falar da casa. Não podia pagar mais a prestação. Tinha de sair dali antes que o pusessem na rua. Falou com a mulher e foi um inferno. Choros, comprimidos, mais choro, desespero. Falou com os sogros, gente humilde que vivia na outra banda, muito perto de Coina. Era melhor viverem ao pé deles por causa das miúdas.
Em Julho saíram de Telheiras e lá foram para Coina, para a cave húmida e mínima. Tinham vendido os dois carros e o subsídio de desemprego estava quase a acabar. Restava o subsídio social, uma miséria.
Manuel não parou. Tinha de arranjar um emprego. Ligou para amigos, inimigos e clientes. Um, o senhor Mateus, ficou aflito e, a medo, ofereceu-lhe um lugar de empregado de mesa na sua pastelaria no Campo Pequeno. Ordenado mínimo e gorjetas. Doze horas por dia, seis dias por semana. Descanso ao domingo. Não hesitou. Luísa não. Entrou em depressão, não saía de casa, não tratava das filhas, não cozinhava, nada. Sexo era algo que tinha desaparecido daquela casa.
Manuel saiu de casa. Estava um frio de morte e fez-se ao caminho. A estação era mesmo ali. Apanhava todos os dias o comboio das 6h13, chegava a Entrecampos às 6h44 e pouco depois já estava na pastelaria a beber um galão e a comer um queque.
Nesse dia, 12 de Janeiro de 2013, Manuel saiu do trabalho depois das oito da noite, apanhou o comboio do costume, às 8h25, e chegou a Coina às quatro para as nove da noite. Levava um macarrão para as filhas e a mulher. Um gesto amigo do senhor Mateus. As filhas almoçavam na escola e o jantar era sempre uma oferta do seu velho cliente, o único que lhe tinha dado a mão.
Entrou em casa. Um gelo na escuridão. As filhas estavam sentadas no chão. Quase a dormir. Há muito que não viam televisão. Não havia. A mulher estava na cama. Embrulhada em lençóis e cobertores. A casa cheirava a gente, cheirava mal. Aqueceu o macarrão e deu de comer às filhas. Deitou-as e foi-se deitar. Tentou acordar a mulher. Em vão. Insistiu.
– Luísa, acorda, por favor.
– Não me chateies. Deixa-me dormir. tenho frio.
– Não podes viver assim. Não nos faças isso. Olha as tuas filhas.
– Não quero saber de nada. Acabou-se tudo.
– Não digas isso. Tens de reagir. Olha o que o médico te disse.
Luísa levantou-se. Furiosa. Os olhos negros encovados, a cara magra irreconhecível, ela que era uma mulher bonita e sensual, as mamas fora da camisa de noite, o cabelo porco e desgrenhado.
– Não me fales do médico. Quero lá saber desse filho da puta. Eu quero é que o gajo me dê a merda do remédio para dormir.
– Luísa, tem calma. Isto não vai ser sempre assim, porra. Há gente a viver pior que nós.
– Vai-te foder. Não temos dinheiro para nada. Nem para a merda de um duche.
– É verdade. Mas podes lavar-te com água fria. Ao sábado tomamos banho.
– Não me fodas com essas tretas de merda. Estamos fodidos, não percebes?
– Percebo. Mas eu preciso de ti. E as tuas filhas? Olha para elas. Precisam tanto de ti... E eu já tenho saudades de fazer amor contigo.
– Bate umas punhetas. Vai para o caralho.
Luísa atirou-se para cima da cama, enrolou-se nos lençóis e nos cobertores e Manuel ficou ali, de pé, sem palavras, no meio da escuridão do quarto sujo e do cheiro nauseabundo da casa. Despiu-se, vestiu o pijama, sentou-se na cama, pôs a cabeça entre as mãos e chorou. Baixinho.
A velha cebola fez o seu serviço e acordou-o às cinco e meia da manhã. Manuel levantou-se muito devagar. Doía-lhe a cabeça, tinha frio e as pernas pesavam--lhe como chumbo. Lembrou-se da conversa com a mulher enquanto passava água fria pela cara. Vestiu-se lentamente. Mais lentamente do que era costume. Olhou para o espelho e demorou uns segundos a ver uma cara gasta, com a barba por fazer, olheiras profundas e um cabelo oleoso horrível.
Deu um beijo às filhas, que dormiam como dois anjos no meio de uma esterqueira, bateu com a porta e foi para a estação. Estava muito frio. O corpo não queria andar, as pernas doíam-lhe. A cabeça estava leve. Estranhamente leve. Chegou à estação cansado. Sentou-se num banco. Tinha uns minutos antes do comboio das 6h13. Baixou a cabeça e ficou assim uns minutos. A mulher linda de morrer, as filhas alegres, os carros, a casa de Telheiras, as férias na praia, a neve no Inverno, as noites de farra no Elefante Branco com amigos, o sexo louco com a mulher. O filme de uma vida durou pouco tempo. A gare encheu-se de gente. Triste, ensonada, gelada, cansada. O comboio apitou ao longe. Manuel levantou-se. Deu uns passos em frente. Olhou para esquerda. E deixou-se cair lentamente para a linha.

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Mude a atitude nas aulas

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Uma das grandes causas do insucesso escolar tem a ver com a forma como o aluno permanece na aula. A sua atitude está relacionada com a expectativa, que quanto mais alta for, melhor será para o seu sucesso escolar.
Assim sendo, deve ter em conta os seguintes aspectos para mudar de atitude na sala de aula:

1- Atitude positivaParecendo que não, tudo o que se aprende nas diversas disciplinas ajuda na formação intelectual do indivíduo. Por essa razão, é que deve manter um pensamento positivo acerca do que aprende na escola, pois vai contribuir para o desenvolvimento e capacidades em geral. Tenha uma postura de autoconfiante. Lembre-se que o desempenho médio está ao alcance de qualquer um.

2- Pratique a concentraçãoEstar sempre na brincadeira, ou distraído com outros assuntos que não estejam relacionados com a matéria prejudica tanto a si, como aos seus colegas. Resista à tentação de fazer comentários ou piadas sobre outros assuntos e pratique a sua capacidade de concentração. Vai ver as notas a melhorarem.

3- Espírito críticoOlhar não significa que esteja a ver e ouvir não significa que está a escutar. Para conseguir compreender os assuntos é fundamental que os estude e compreenda o cerne da questão. É nesta altura que o espírito crítico começa a funcionar, quando tem opiniões formadas sobre determinado assunto. Uma boa forma de desenvolvê-lo é estudando a matéria previamente, antes de o professor abordá-la.

4- Tire apontamentosTirar apontamentos da explicação do professor é muito importante para conseguir estudar com mais facilidade. Para além disso, o registo escrito funciona melhor do que o registo mental. Com isto não queremos dizer que deve registar tudo, letra a letra, o que o professor diz, até porque torna-se impossível. É nesta altura que entra o seu espírito crítico, seleccionando o que considera essencial. Os apontamentos não devem resumir-se a texto. Por vezes, um esquema imaginado no momento é mais eficaz do que 10 palavras.

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Mais de 5.000 objectos do Titanic vão a leilão em 2012, cem anos depois da tragédia

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Uma colecção de mais de 5.500 objectos recuperados do transatlântico Titanic vão ser vendidos num leilão a 01 de abril de 2012 nos Estados Unidos, ano em que se assinala o centenário da tragédia do navio.


De acordo com a Associated Press, a colecção pertence à empresa RMS Titanic, que detém a salvaguarda dos objectos, e inclui peças de porcelana, jóias, instrumentos e peças do próprio navio, num conjunto avaliado em cerca de 146 milhões de euros.

O leilão acontecerá a 01 de abril, mas os resultados só serão divulgados duas semanas depois, coincidindo com o dia em que o Titanic se afundou nas águas do Atlântico Norte, causando a morte a 1.500 pessoas. Este será um leilão especial, uma vez que a colecção não pode ser vendida em separado, sendo considerada "um tesouro internacional".

Ao longo dos anos, a empresa RMS Titanic tem mostrado partes da colecção em exposições em pouco por todo o mundo - incluindo Lisboa -, revelando objectos pessoais dos passageiros, mobiliário e artefactos do navio. A empresa fez expedições ao fundo do mar, onde estão os despojos do navio, entre 1987 e 2004.

O navio transatlântico Titanic, construído num estaleiro naval em Belfast, Irlanda do Norte, afundou-se no Atlântico Norte na viagem inaugural a 15 de abril de 1912, com destino a Nova Iorque, depois de ter chocado com um iceberg. Considerado na altura o maior navio de passageiros do mundo, o Titanic significou também uma das maiores tragédias marítimas do século XX.

A história foi contada, por exemplo, por James Cameron no filme "Titanic", um dos maiores sucessos de bilheteira de sempre, e que regressará em 2012 aos cinemas em versão 3D, a 06 de abril.

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Aprovada nova lei das rendas

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O Governo aprovou hoje, em Conselho de Ministros, a nova lei de arrendamento urbano que visa facilitar a atualização das rendas antigas, liberalizar a duração dos contratos de arrendamento e acelerar os despejos. O executivo diz que ficam salvaguardadas as situações mais vulneráveis como as dos idosos, dos portadores de grau de deficiência superior a 60 por cento e os casos em que há carência financeira por parte do arrendatário.






A ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, explicou em conferência de imprensa as novas regras do arrendamento. Assunção Cristas disse que a atualização das rendas anteriores a 1990 partirá de uma proposta do senhorio, à qual o inquilino poderá responder com uma contraproposta. A média destes valores poderá servir de base para o valor da nova renda, ou, se as partes não chegarem a acordo, para o cálculo de uma indemnização que será paga pelo proprietário ao arrendatário. Neste caso a média dos dois valores será multiplicada por 60 (cinco anos de renda) que serão pagos ao inquilino após o que este terá de deixar a casa.Exceções para os casos mais vúlneráveis Assunção Cristas explicou que as exceções a esta atualização de rendas se aplicam a pessoas com mais de 65 anos, deficientes com grau de incapacidade superior a 60 por cento e pessoas com carência económica comprovada, para as quais foi estabelecido um regime transitório.






Para cada uma destas categorias foram encontradas soluções "com consequências diferentes entre si" explicou Assunção Cristas, “sendo certo que na mesma pessoa se pode reunir, e reunir-se-á muitas vezes, a circunstância de ter mais de 65 anos e de também ter carência económica”. Nesses casos “os dois mecanismos aplicam-se em simultâneo”. Assim, nos casos em que os inquilinos tenham idade igual ou superior a 65 anos (cerca de 60 por cento dos contratos antigos) ou um grau de deficiência superior a 60 por cento, pode haver atualização de rendas, mas os locatários não poderão ser obrigados a sair.Nestes casos, se não houver acordo, o cálculo da nova renda será feito tendo em conta o valor da atualização patrimonial dos imóveis, que as Finanças estão a realizar este ano, e corresponderá a 1/15 avos desse valor.



Período transitório de cinco anos para os casos de carência financeiraPara os casos em que o inquilino invocar carência financeira (e disso fizer prova nas Finanças), foi previsto um mecanismo transitório de cinco anos, durante o qual o contrato manterá em vigor e haverá lugar a um ajustamento.Prevê-se assim que, nos casos em que o agregado tenha um rendimento anual bruto corrigido inferior a 2500 euros, a atualização das rendas antigas não possa exceder os 25 por cento do seu rendimento ajustado à dimensão do agregado familiar do inquilino e conjugado com o valor patrimonial do imóvel.


Para os casos de maior carência, em que o rendimento do agregado não ultrapassa os 500 euros, o ajustamento da renda não poderá exceder 10 por centoNo final do período transitório, que garante a não-cessação do contrato por cinco anos, a ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, explicou que “o Estado e a segurança Social estarão dotados de mecanismos para acomodar estas situações que ainda existam de rendas mais antigas encontrando a resposta adequada para cada um dos casos que se verifique”. "Despejo célere" no prazo de três mesesO Governo previu também um "mecanismo especial de despejo célere" que deve decorrer, "tanto quanto possível", por via extra-judicial. O objetivo é de evitar casos em que o arrendatário conseguia evitar o despejo por tempo indefinido se fosse fazendo pagamentos avulsos. “No caso de atraso em dois meses consecutivos, o senhorio pode notificar o arrendatário e das duas uma: ou paga ou desocupa a casa no terceiro mês”, explicou a ministra.



A fim de resolver o máximo de casos fora dos tribunais, Assunção Cristas revelou será criado um “Balcão Nacional do Arrendamento”, para resolver litígios entre senhorios e inquilinos. Este ficará responsável pela notificação dos inquilinos, e também tratará dos processos de atualização de rendas em que não haja acordo entre as partes. “Se houver uma oposição por parte do inquilino, o processo é encaminhado para o tribunal que, com um processo muito célere e expedito, dará a ordem de despejo”, explicou Assunção Cristas. Segundo a ministra, a “troika” queria que fossem implementados mecanismos inteiramente extra-judiciais, mas a Constituição Portuguesa não permite processos unicamente administrativos, e por isso ficará acautelado o direito do inquilino a recorrer a um juiz.



Outra das novidades consiste em dar uma “maior liberdade às partes" envolvidas no arrendamento com a celebração de contratos com duração mais curta e ajustados às "necessidades" de inquilinos e senhorios. Contratos deixam de ter prazo mínimoAssim, os contratos deixam de ter a duração mínima de cinco anos e não haverá nenhum prazo mínimo estabelecido, sendo em que nos casos em que as partes não determinarem uma duração, os contratos terão a duração de dois anos, que serão automaticamente renovados. Para promover a renovação urbana, o novo regime de arrendamento tenta também facilitar a vida aos proprietários que queiram fazer obras, nos imóveis em más condições. Assim, nos casos de demolição do imóvel ou de obras profundas, que obriguem à saída do inquilino, esta acontecerá mediante o pagamento de uma indmnização e sem que o senhorio seja obrigado a garantir um alojamento alternativo como sucedia até agora.



Também aqui a exceção à regra são os casos anteriormente referidos de idosos e pessoas com deficiência, que devem ser realojados em condições idênticas Governo quer dinamizar o mercado de arrendamentoO Governo diz que o objetivo desta reforma é “criar um verdadeiro mercado de arrendamento, que, em conjunto com o impulso à reabilitação urbana, possa oferecer aos portugueses soluções de habitação mais ajustadas às suas necessidades” Como impactos são apontados a dinamização do mercado, o aumento da oferta de habitações a preços ajustados, o aumento da segurança jurídica para senhorios e a renovação das cidades, segundo o documento do executivo. Enquadramento fiscal favorável.



Para esse fim, a nova lei prevê um “enquadramento fiscal favorável” que alinhará a "tributação dos rendimentos prediais aos de capital".Com a ressalva de que está ainda por decidir, aponta-se para uma taxa especial de 25% em sede de IRS sobre os rendimentos prediais” a vigorar a partir de 2013. Atualmente as rendas são englobadas na declaração anual de IRS, o que significa que são tributadas à taxa correspondente ao escalão de rendimento do proprietário dos imóveis.De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística, em 2011 registam-se 772.700 imóveis arrendados (13,1% dos imóveis) e 110.207 vagos para arrendar. Os Contratos celebrados entre 1991 e 2005 representam 20% (154.559 imóveis) e os oficializados entre 2006 e 2011 totalizam 47% (362.605 imóveis).

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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Define: Adoção

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Tomar ou aceitar como filho ou filha alguém que não é tal por parentesco natural. A palavra grega traduzida por “adoção” (hui‧o‧the‧sí‧a) é um termo técnico, jurídico, que literalmente significa “colocação como filho”. — Veja Ro 8:15 n.
Nas Escrituras Hebraicas, a adoção não é considerada do ponto de vista dum procedimento jurídico, mas a idéia básica é apresentada em diversos casos. Parece que Abraão, antes do nascimento de Ismael e de Isaque, considerava seu escravo, Eliézer, pelo menos candidato a uma posição similar à de um filho adotivo, e como o provável herdeiro da casa de Abraão. (Gên 15:2-4) O costume de adotar escravos como filhos há muito tem sido uma prática comum no Oriente Médio, e estes, como tais, possuíam direitos de herança, embora não à frente dos filhos que descendiam naturalmente do pai.
Tanto Raquel como Léia consideravam os filhos nascidos de Jacó com suas servas como filhos delas mesmas, ‘nascidos sobre os seus joelhos’. (Gên 30:3-8, 12, 13, 24) Tais filhos eram herdeiros junto com os nascidos das próprias esposas de Jacó. Eram filhos legítimos do pai, e, visto que as escravas eram propriedade das esposas, Raquel e Léia possuíam direitos de propriedade sobre tais filhos.
O menino Moisés foi mais tarde adotado pela filha de Faraó. (Êx 2:5-10) Visto que os homens e as mulheres gozavam de direitos iguais sob a lei egípcia, a filha de Faraó estava em condições de exercer o direito de adoção.
Parece que não se praticava amplamente a adoção dentro da nação de Israel. A lei do casamento levirato, sem dúvida, eliminou em grande parte o motivo básico para a adoção de filhos: a perpetuação do nome parental. — De 25:5, 6.
Significado Cristão. Nas Escrituras Gregas Cristãs, a adoção é mencionada várias vezes pelo apóstolo Paulo com respeito à nova condição dos chamados e escolhidos por Deus. Tais pessoas, nascidas como descendentes do imperfeito Adão, estavam em escravidão ao pecado e não possuíam a inerente filiação de Deus. Através da compra por meio de Cristo Jesus, obtêm a adoção quais filhos e também se tornam herdeiros junto com Cristo, o Filho unigênito de Deus. (Gál 4:1-7; Ro 8:14-17) Não adquirem tal filiação de modo natural, mas pela escolha de Deus, e segundo a Sua vontade. (Ef 1:5) Ao passo que são reconhecidos como filhos de Deus desde o tempo em que Deus os gera por meio de Seu espírito (1Jo 3:1; Jo 1:12, 13), sua plena obtenção deste privilégio como filhos espirituais de Deus depende de sua fidelidade até o fim. (Ro 8:17; Re 21:7) Assim, Paulo fala deles como ‘esperando seriamente a adoção como filhos, serem livrados de seus corpos por meio de resgate’. — Ro 8:23.
Tal estado adotivo traz benefícios de libertação dum ‘espírito de escravidão, causando temor’, substituindo-o pela confiança de filhos; de esperança duma herança celeste garantida pelo testemunho do espírito de Deus. Ao mesmo tempo, lembra-se a tais filhos espirituais, pela sua adoção, que tal posição se deve à benignidade imerecida e à escolha de Deus, em vez de a seu direito herdado. — Ro 8:15, 16; Gál 4:5-7.
Em Romanos 9:4, Paulo fala dos israelitas carnais como aqueles “a quem pertencem a adoção como filhos, e a glória, e os pactos, e a promulgação da Lei”, e isto evidentemente se refere à posição ímpar concedida a Israel enquanto era o povo pactuado de Deus. Assim, Deus, vez por outra, mencionava Israel como “meu filho”. (Êx 4:22, 23; De 14:1, 2; Is 43:6; Je 31:9; Os 1:10; 11:1; compare isso com Jo 8:41.) A filiação real, porém, aguardava a provisão de resgate feita mediante Cristo Jesus e dependia da aceitação desse arranjo divino e da fé nele. — Jo 1:12, 13; Gál 4:4, 5; 2Co 6:16-18.

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O DNA e o cérebro humano

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O DNA é o material genético de todos os organismos celulares e a base molecular para a hereditariedade. Esse ácido complexo tem sido comparado a um projeto ou a uma receita, pois o DNA está repleto de informações, que estão codificadas na forma química e armazenadas num ambiente molecular que é capaz de interpretar esse código e aplicá-lo. Quanta informação é armazenada no DNA? Se as unidades básicas, chamadas nucleotídeos, fossem convertidas nas letras do alfabeto, elas “ocupariam mais de um milhão de páginas de um livro comum”, diz uma referência.
Na maioria dos organismos, o DNA está agrupado em estruturas semelhantes a fios, chamadas cromossomos, que ficam armazenadas com segurança no núcleo de cada célula. Os núcleos, por sua vez, têm em média um diâmetro de cerca de 5 micrômetros. Imagine só: todas as informações que produziram seu corpo, que é incomparável, são encontradas em minúsculos pacotes que só podem ser vistos através de um microscópio! Como disse um cientista — e com razão —, os organismos vivos têm, “sem sombra de dúvida, o sistema mais compacto de armazenamento/recuperação de informações”. Isso é impressionante quando você pensa na capacidade de memória de chips de computador, DVDs e coisas assim. Além disso, ainda falta muito para descobrirmos todos os segredos do DNA. “Toda descoberta revela uma nova complexidade”, diz a revista New Scientist.
Faz sentido atribuir essa organização superlativa e esse projeto perfeito ao mero acaso? Se você encontrasse sem querer um manual de 1 milhão de páginas, escrito com uma linguagem altamente técnica, eficiente e bem-elaborada, concluiria que esse manual de alguma forma escreveu a si mesmo? E se ele fosse tão pequeno que você precisasse de um microscópio potente para lê-lo? E se ele contivesse instruções precisas para a fabricação de uma máquina inteligente que se consertasse e se multiplicasse e que fosse constituída de bilhões de peças, sendo que todas precisassem ser encaixadas exatamente na hora certa e do modo correto? Não há dúvida de que ninguém chegaria a cogitar a ideia de que um manual assim tivesse surgido do nada.
Depois de analisar pesquisas atuais sobre os mecanismos internos da célula, o filósofo britânico Antony Flew, que já foi um dos principais defensores do ateísmo, comentou: “A quase inacreditável complexidade das combinações necessárias para produzir a vida [mostram] que uma inteligência deve estar envolvida.” Flew defende a ideia de “seguir o argumento até onde ele nos levar”. No caso dele, “o argumento” levou a uma completa mudança no modo de pensar, e agora ele acredita em Deus.
O cérebro humano também deixa muitos cientistas pasmados. Produto do DNA, ele tem sido descrito como “o objeto mais complicado no Universo”. Até mesmo o supercomputador mais avançado parece completamente primitivo perto dessa massa cinza-rosada, de cerca de 1,4 quilo, formada de neurônios e outras estruturas. Na opinião de um neurocientista, quanto mais os cientistas aprendem sobre o cérebro e a mente, “mais grandioso e incompreensível ele se torna”.
Analise o seguinte: o cérebro nos habilita a respirar, rir, chorar, solucionar enigmas, desenvolver computadores, andar de bicicleta, escrever poesias e olhar para o céu à noite com profunda admiração. Será que faz sentido — de fato, é coerente — atribuir essas habilidades a meras forças evolucionárias?

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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Arroz: você prefere cru ou cozido?

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‘VOCÊ come arroz cru ou cozido?’ Seu anfitrião talvez lhe faça essa pergunta num lar indiano. Na Índia, cerca de 60% do arroz consumido é malequizado (pré-cozido). Mas talvez fique surpreso de saber que quase todo o mundo, nos países ocidentais, come o que os indianos chamam de arroz cru!
Nada disso talvez pareça tão estranho quando você entende que não estamos falando do modo de preparar o arroz para a refeição, mas do método que os indianos usam para beneficiar os grãos na época da colheita. Então, o que é feito no beneficiamento, e por quê? Um exame do arroz e de como o grão é preparado para servir como alimento dará respostas esclarecedoras.

Alimento básico de milhões de pessoas

Descobertas arqueológicas e registros antigos indicam que o arroz era cultivado na Índia e na China já no terceiro milênio AEC. Os antigos habitantes da Índia o chamavam de dhanya, “sustentador da raça humana”. Esse termo ainda é apropriado, porque mais pessoas subsistem à base de arroz do que de qualquer outro produto agrícola. A maior parte delas vive na Ásia, onde, segundo certa fonte, mais de 600 milhões de pessoas tiram do arroz metade do consumo calórico diário e onde se produz e consome mais de 90% do arroz do mundo.
O delta do Ganges, uma região úmida e tropical, é uma das principais áreas de produção de arroz no mundo. Chuvas copiosas e altas temperaturas, bem como muita mão-de-obra, fazem dessa região um lugar ideal para o cultivo de arroz. Aceitemos o convite dos amigos que temos nessa região, residentes em um vilarejo, e vejamos ao vivo a colheita e o beneficiamento do arroz.

A colheita do arroz

O ônibus nos leva a Jaidercote, na Bengala Ocidental, e prosseguimos a viagem ao interior, de jinriquixá de três rodas. Logo vemos os campos fervilhando de atividade. Nem sinal de colheitadeiras-batedeiras por aqui! O que se vê são pais, filhos, tios e irmãos atarefados nos arrozais, cortando punhados de hastes com toda a habilidade, num único golpe de foice. Um dos ceifeiros, percebendo que vamos fotografá-lo, termina logo de amarrar um feixe com um filamento de palha e o ergue, fazendo pose. Achamos graça de ver que o povo do vilarejo está sempre de olho nas oportunidades de sair em fotos.
Os feixes são postos a secar ao sol por um ou dois dias. Depois os membros mais jovens da família podem dar uma mãozinha, levando para casa, bem equilibrados na cabeça, pequenos fardos de feixes ressecados que vão fazendo aquele farfalho típico de palha.
Finalmente chegamos ao vilarejo. “Como está, Dada?”, cumprimentamos o anfitrião, usando um termo respeitoso. Seu sorriso nos diz que está tudo bem, e notamos sua esposa saindo às pressas para fazer chá.
Enquanto tomamos nosso chá matinal, perguntamos como vai a colheita do ano. “Até que não vai mal”, responde ele, reservado, como é típico dos lavradores, mas depois lamenta que, com o uso de sementes de alta produtividade nos últimos anos, os recursos do solo estejam sendo desgastados. No começo, elas produziam o que pareciam safras milagrosas, mas agora a história é muito diferente. Os fertilizantes químicos que as sementes de alta produtividade necessitam são caros, e ele não tem condições de comprá-los.

Debulha e malequização

Já terminando o lanche, incentivamos a família a continuar seu trabalho na colheita, que é o que viemos observar. Esta família praticamente já terminou a debulha. Um pouquinho mais adiante as mulheres da família vizinha estão atarefadas. Elas batem os feixes, um a um, numa plataforma de bambu, e os grãos vão caindo pelas fendas. A palha que sobra é empilhada numa meda.
O arroz não-beneficiado é recoberto por uma casca grossa, que é muito indigesta. Por isso, para quem prefere arroz cru, só fica faltando tirar a casca dos grãos, e talvez poli-los um pouco e remover as cutículas, se o produto for para o exigente mercado externo.
A safra aqui, porém, não é para exportação, mas será consumida pelas próprias famílias dos lavradores. Eles armazenam os grãos no tikri, o silo da família, com telhado de colmo. O povo do delta do Ganges em geral consome arroz pré-cozido, mas fazemos uma brincadeirinha com o nosso anfitrião, sugerindo que este ano ele consuma arroz cru.
“De jeito nenhum”, responde ele. “Nesta região estamos acostumados ao arroz pré-cozido. De qualquer modo, simplesmente não gostamos de arroz cru como gostamos do pré-cozido.”
Ouvimos falar que o arroz pré-cozido é preparado por um processo de embebimento e pré-cozimento, mas não sabemos bem como isso é feito. Felizmente nosso amigo se oferece para demonstrar o processo que sua família usa. Não há necessidade de equipamentos especiais, porque só uma pequena quantidade é preparada de cada vez, para atender às necessidades da família por uma ou duas semanas. Eles enchem uma panela enorme, a hanri, de grãos ainda na casca, armazenados no tikri, e acrescentam mais ou menos um litro de água. Isso vai ao fogo baixo do oonoon, um fogão a palha, até a água evaporar. Em seguida, os grãos ficam de molho a noite toda numa tina de água fresca e, depois que a água é escorrida, são postos outra vez na hanri para secar de novo. Por fim, são espalhados no chão para endurecer ao sol, sendo revirados vez por outra com os pés.
Para nós pareceu muito trabalho extra, mas esse processo tem vantagens, além de agradar à preferência da família. O processo de embebimento e pré-cozimento permite que certos nutrientes e vitaminas do arroz sejam bem absorvidos pelo endosperma, ou parte comestível, do grão ainda na casca. Isso impede que sejam facilmente perdidos em lavagens e no cozimento. Com isso as refeições ficam mais nutritivas. O valor alimentício adicional pode, de fato, significar a diferença entre a vida e a morte para as pessoas que subsistem principalmente de arroz.
Um benefício que os próprios lavradores apreciam mais de imediato é que os grãos malequizados duram mais e a casca sai mais fácil. Graças a isso e a um enrijecimento maior dos grãos, o arroz fica menos quebradiço.

O sabor do grão
“Está na hora para mais chá e um lanchinho”, diz o nosso anfitrião. Voltamos para sua casa, onde a dida (vovó) está preparando moori. Todo o mundo é louco por arroz pipocado, feito na hora, especialmente as crianças. A dida está acocorada junto do oonoon, tostando um pouco de arroz malequizado, sem casca, que ela já havia umedecido e misturado com um pouco de sal. Agora que os grãos estão secos e soltinhos ela os vai despejando aos poucos numa panela de ferro em que há areia quente. À medida que a areia vai esquentando, o arroz vai inflando até ficar várias vezes maior do que o normal. Depois de pronto, o moori é tirado bem rápido de cima da areia com um feixe de gravetos, antes que queime. Os gravetos também servem para punir as mãozinhas impacientes por beliscar no cesto de moori quente.
Saboreamos o moori com pedaços grandes de coco colhido na hora, mas com o cuidado de não comer demais, porque lembramos que já está quase na hora do almoço.
O último processo a ver é o descasque. Até pouco tempo atrás, isso era feito por pilão acionado por pedal, o dhenki, mas agora, mesmo em lugares remotos, descascadores mecânicos fazem esse serviço com muito mais rapidez. Algumas pessoas mais antigas lamentam essa mudança, já que os grãos descascados no dhenki conservam boa parte da pele (cutícula) interna, avermelhada, o que dá ao arroz um sabor característico e o deixa mais nutritivo. A máquina, porém, extrai tudo — casca, cutícula e grande parte do embrião — deixando só o endosperma branco e amiláceo, tão procurado hoje.
As mulheres estão ansiosas para nos ver saboreando o banquete que prepararam. Elas cozinharam o arroz malequizado, e agora ele está sendo colocado em montinhos fumegantes em folhas de bananeira que servem de prato. O arroz é acompanhado de lentilhas, legumes e peixe da lagoa. Todos concordamos que essa é uma das partes mais agradáveis da nossa visita.
Cru ou cozido, o arroz é uma delícia, uma das gramíneas que Deus fez brotar como “vegetação para o serviço da humanidade”. — Salmo 104:14.

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Aperte o cinto de segurança

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▪ Nos Estados Unidos, acidentes de carro são a principal causa de morte entre jovens de 5 a 24 anos.
▪ No Japão, os acidentes nas estradas matam duas vezes mais pessoas do que o câncer de mama e quatro vezes mais do que o câncer da próstata.
▪ Na Europa, os acidentes de automóvel são responsáveis por quatro vezes mais mortes do que os homicídios.

ESSAS estatísticas alarmantes destacam um dos perigos inerentes de viajar de automóvel: o excesso de velocidade pode matar. E a combinação de excesso de velocidade e motorista alcoolizado é assassina. Felizmente, é possível reduzir o risco de acidentes e ferimentos. Como?
Um bom começo é ter por alvo a segurança ao dirigir. Alguns especialistas em segurança afirmam que 9 de cada 10 acidentes poderiam ser prevenidos ou evitados. Alguns exemplos de hábitos inseguros ao dirigir são: passar do limite de velocidade, ultrapassar e mudar de faixa com muita frequência, dirigir muito perto dos outros veículos, dirigir bêbado ou drogado e não fazer manutenção apropriada do carro. O respeito à vida e o amor ao próximo devem levar-nos a adoptar uma atitude cautelosa e responsável quando usamos um veículo. — Mateus 7:12.

O cinto de segurança é outra medida simples, mas com frequência deixada de lado. Segundo Tim Hurd, porta-voz do Departamento de Transportes dos EUA, “o cinto de segurança é o modo mais eficaz de salvar a vida em caso de batida. Ele duplica as chances de sobrevivência”. No caso das crianças, a taxa de sobrevivência é quase triplicada pelo uso de cadeirinha presa com cinto.
Apesar disso, as pesquisas indicam que quase um terço dos ocupantes de veículos de passageiros nos Estados Unidos não usam cinto de segurança. Como pai ou mãe, certifica-se de amarrar devidamente os filhos na cadeirinha antes de sair de carro? O tempo gasto para fazer isso vale a pena.

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domingo, 25 de dezembro de 2011

Violência contra as mulheres — um problema mundial

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DIA 25 de novembro é o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher. Esse dia foi reconhecido oficialmente pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1999 a fim de conscientizar as pessoas da violação dos direitos das mulheres. Por que isso foi considerado necessário?
Em muitas culturas, as mulheres são encaradas e tratadas como cidadãs de classe inferior. O preconceito contra elas está profundamente arraigado. A violência contra as mulheres, em todas as suas formas, é um problema contínuo, mesmo nos países considerados desenvolvidos. De acordo com o ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, “a violência contra as mulheres é um problema mundial que atinge todas as sociedades e culturas e afeta as mulheres, independentemente da sua raça, etnia, origem social, nascimento ou qualquer outra condição”.
Radhika Coomaraswamy, ex-Relatora Especial das Nações Unidas da Comissão dos Direitos Humanos, referindo-se à violência contra as mulheres, disse que, para a grande maioria delas, esse tipo de violência é “um tabu, algo que a sociedade finge não ver e uma realidade vergonhosa”. Estatísticas divulgadas por uma organização de vitimologia, na Holanda, indicam que 23% das mulheres em um país sul-americano, ou cerca de 1 em cada 4, sofrem alguma forma de violência doméstica. Do mesmo modo, o Conselho da Europa calcula que 1 em cada 4 mulheres européias sofre violência doméstica durante sua vida. De acordo com o Ministério do Interior Britânico, na Inglaterra e no País de Gales, num ano recente, em média duas mulheres por semana foram mortas pelo parceiro, atual ou anterior. A revista India Today International, relatou que “para as mulheres da Índia, o medo é um companheiro constante e o estupro é o estranho que talvez tenham de encarar em qualquer esquina, rua, lugar público e a qualquer momento”. A Anistia Internacional descreve a violência contra mulheres de todas as idades como “o mais comum dos desafios aos direitos humanos” de hoje em dia.
Será que as estatísticas acima refletem a atitude de Deus para com as mulheres? Essa pergunta será considerada no próximo artigo.

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sábado, 24 de dezembro de 2011

Jovem aplica mais de 100 injeções de silicone para aumentar os lábios

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Em busca do sonho de ter os lábios da personagem de desenho animado Jessica Rabbit




A russa Kristina Rei, 22 anos, se submeteu a mais de 100 procedimentos de preenchimento labial. Ela desembolsou até o momento cerca de R$ 11 mil, mas ainda não está satisfeita.Em entrevista ao britânico "The Sun”, Kristina contou que foi atrás de tratamento por considerar seus lábios “finos e feios”. "Amo os lábios grandes da Jessica Rabbit. Ela é o meu ideal de mulher perfeita", declarou.A primeira injeção de botox foi aplicada quando a russa tinha 17 anos. Ao jornal, ela admitiu ser viciada. "Alguns amigos dizem para eu parar, mas ainda não estou satisfeita", afirmou, acrescentando: “Sei que algumas pessoas pensam que fiquei ridícula, mas não me importo.”Além da mudança nos lábios, a jovem pretende turbinar os seios e fazer cirurgia plástica no nariz e nas orelhas.









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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Como lidar com a gagueira

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“Quando gaguejo, fico nervoso e daí gaguejo ainda mais. É como se eu estivesse num poço e não conseguisse sair. Certa vez, procurei uma psicóloga. Ela disse que eu precisava arrumar uma namorada para fazer sexo, pois isso aumentaria minha autoestima. Nem é preciso dizer que não voltei mais lá. Eu só quero que as pessoas me aceitem como eu sou.” — Rafael, 32 anos.
IMAGINE como seria sua vida se você empacasse nas palavras, repetindo certos sons e sílabas. A simples tarefa de pedir uma passagem de trem já seria motivo de extrema ansiedade. Essa é a realidade de cerca de 60 milhões de gagos no mundo, ou seja, 1 em cada 100 pessoas. Eles costumam ser ridicularizados e discriminados. Talvez sejam até considerados menos inteligentes porque substituem palavras difíceis por outras mais simples, que conseguem articular.
Qual é a causa da gagueira, ou disfemia? Existe cura? O que a pessoa que tem esse problema pode fazer para melhorar sua fluência? Como outros podem ajudar?

Quais são as causas?

No passado, algumas pessoas acreditavam que a gagueira era causada por espíritos maus que tinham de ser exorcizados. Durante a Idade Média, a língua era considerada a culpada. O “remédio”? Ferro quente e pimenta! Séculos mais tarde, cirurgiões passaram a remover nervos e músculos da língua e até as amígdalas para curar a gagueira. Mas nenhum desses métodos agressivos alcançou seu objetivo.
Pesquisas modernas sugerem que a gagueira pode ter mais de um fator contribuinte. Um deles pode ser o modo como a pessoa reage ao estresse. Outro fator talvez seja genético, visto que 60% das pessoas que gaguejam têm parentes com esse problema. Além disso, pesquisas com uso de neuroimagens indicam que o cérebro de alguém que gagueja processa a linguagem de uma forma diferente. Alguns “talvez comecem a falar antes de o cérebro dizer como as palavras devem ser articuladas”, comentou o Dr. Nathan Lavid em seu livro Understanding Stuttering (Compreendendo a Gagueira).
Assim, a principal causa da gagueira não é necessariamente psicológica, como se acreditava. “Em outras palavras, melhorar da gagueira não depende apenas de pensamento positivo ou de incentivo psicológico de outra pessoa”, diz o livro No Miracle Cures (Não Existem Curas Milagrosas). Mas as pessoas que gaguejam podem desenvolver problemas psicológicos. Por exemplo, talvez sintam medo de certas situações, como falar em público ou ao telefone.

Ajuda para os que gaguejam

É interessante que, de modo geral, essas pessoas gaguejam pouco ou nada quando cantam, sussurram, falam sozinhas ou em coro, conversam com seus animais de estimação ou imitam outras pessoas. Além disso, com o tempo, 80% das crianças que gaguejam se recuperam sem tratamento. Mas que dizer dos 20% restantes?
Hoje, existem programas de terapia fonoaudiológica que podem melhorar a fluência. Algumas técnicas incluem relaxar o maxilar, os lábios e a língua, além de respirar usando o diafragma. Os pacientes também podem aprender uma técnica chamada “início suave”, que envolve fazer tomadas curtas de ar usando o diafragma e expirar pouco ar antes de começar a falar. Além disso, eles talvez sejam aconselhados a prolongar o som das vogais e de algumas consoantes. O ritmo da fala aumenta gradualmente à medida que a fluência melhora.

Desenvolver essas habilidades pode levar apenas algumas horas. Mas conseguir usar essas estratégias em situações de muito estresse pode exigir milhares de horas de prática.
Quando se deve começar esse treinamento? Será que é sábio esperar e ver se a criança supera a gagueira por si mesma? Pesquisas indicam que só 18% das crianças que gaguejam por cinco anos se recuperam por si mesmas. Por isso, o livro No Miracle Cures diz: “Aos 6 anos, é improvável que a criança se recupere sem tratamento.” Assim, “crianças que gaguejam devem ser levadas a um fonoaudiólogo o mais breve possível”, acrescenta o livro. Dos 20% das crianças que continuam a gaguejar até a vida adulta, estima-se que o tratamento funcione para 60% a 80% delas.

Seja realista

Segundo o fonoaudiólogo Robert Quesal, que também tem problema de gagueira, a fluência perfeita em todas as circunstâncias não é um objetivo realista para a maioria dos gagos. Rafael, já mencionado, não conseguiu superar seu problema por completo, embora sua fluência tenha melhorado. Ele diz: “Meu problema fica mais evidente quando preciso ler ou falar em público ou quando estou diante de uma moça bonita. Eu costumava ficar constrangido porque as pessoas zombavam de mim. Ultimamente, porém, tenho tentado me aceitar como sou e rir de mim mesmo. Então, quando uma palavra me faz gaguejar, talvez eu dê risada, mas depois tento relaxar e continuar.”
Os comentários de Rafael estão de acordo com o que diz a Fundação Americana da Gagueira: “Superar a gagueira geralmente é mais uma questão de perder o medo de gaguejar do que de se esforçar muito [para parar de gaguejar].”
Muitos que lutam com a gagueira não foram privados de uma vida significativa. Algumas pessoas famosas, como o físico Sir Isaac Newton, o estadista britânico Winston Churchill e o ator americano James Stewart eram gagas. Outras desenvolveram habilidades não verbais, como tocar um instrumento musical, pintar ou aprender língua de sinais. Quem não tem esse problema deve valorizar o grande esforço feito pelos que gaguejam. Então, é importante dar a eles todo incentivo e apoio possível.

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Voo motorizado

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POR séculos, o homem sonhou em voar. Mas ele não tem músculos fortes o bastante para conseguir tirar seu próprio peso do chão. Em 1781, James Watt inventou uma máquina a vapor que produzia poder rotatório e, em 1876, Nikolaus Otto desenvolveu ainda mais essa ideia e construiu um motor de combustão interna. Agora com esse tipo de motor seria possível mover uma máquina voadora. Mas quem seria capaz de construir uma?
Os irmãos Wilbur e Orville Wright sonhavam em voar desde a infância, quando começaram a soltar pipa. Mais tarde, aprenderam técnicas de engenharia ao trabalhar com bicicletas. Eles perceberam que o maior obstáculo para voar era projectar uma aeronave que pudesse ser controlada. Um avião que não consegue manter a estabilidade no ar é tão inútil como uma bicicleta sem controle de direção. Wilbur observou pombos voando e notou que eles se inclinavam ao fazer uma curva, assim como um ciclista. Ele concluiu que as aves fazem a curva e mantêm o equilíbrio por torcer a ponta das asas. Com base nisso, ele teve a ideia de criar uma asa que pudesse ser torcida.
Em 1900, Wilbur e Orville criaram uma aeronave com asas torcíeis. O primeiro voo dessa aeronave foi como uma pipa e daí como um planador pilotado. Eles descobriram que eram necessários três controles básicos para ajustar os movimentos de arfagem, rolamento (bancagem) e guinada. Mas ficaram desapontados porque as asas não produziram sustentação suficiente. Então, eles construíram um túnel de vento e experimentaram centenas de asas até descobrirem o formato, tamanho e ângulo ideais. Em 1902, com um avião novo, eles dominaram a arte de estabilizar a aeronave no vento. Será que agora conseguiriam colocar um motor nesse avião?
Primeiro, eles tiveram de fazer o próprio motor. Com o conhecimento obtido no túnel de vento, resolveram o difícil problema de projectar uma hélice. Finalmente, em 17 de Dezembro de 1903, eles ligaram o motor, as hélices começaram a girar e o avião decolou num vento gélido. Os irmãos Wright se tornaram celebridades internacionais. “Realizamos um sonho de infância”, disse Orville. “Aprendemos a voar.” Mas como eles conseguiram essa façanha? Sem dúvida, por observarem a natureza.

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