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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Está próximo o Paraíso!

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As coisas más que agora acontecem na Terra indicam que o Paraíso está próximo.


A Bíblia disse que haveria tempos terríveis pouco antes de vir o Paraíso. Vivemos agora em tempos assim. Algumas das coisas que a Bíblia já dizia que aconteceriam são:


Grandes guerras.
“Nação se levantará contra nação e reino contra reino.” (Mateus 24:7) Essa profecia se cumpriu. Desde o ano de 1914, houve duas guerras mundiais e muitas guerras menores. Nelas morreram milhões de pessoas.


Doenças generalizadas.
Haveria, “num lugar após outro, pestilências”. (Lucas 21:11) Tem acontecido isso? Sim. Câncer, doenças cardíacas, tuberculose, malária, aids e outras doenças matam milhões de pessoas.


Falta de alimentos.
Em toda a Terra, há pessoas que não têm o suficiente para comer. Todo ano, milhões de pessoas morrem de fome. Esse é outro sinal de que o Paraíso virá logo. A Bíblia diz: “Haverá escassez de víveres.” — Marcos 13:8.

Terremotos.
“Haverá . . . terremotos num lugar após outro.” (Mateus 24:7) Isso também tem acontecido em nosso tempo. Mais de um milhão de pessoas morreram em terremotos desde 1914.

Pessoas perversas.
As pessoas seriam “amantes do dinheiro” e ‘amantes de si mesmas’. Seriam “mais amantes de prazeres do que amantes de Deus”. Os filhos seriam “desobedientes aos pais”. (2 Timóteo 3:1-5) Não concorda que hoje há muita gente assim? São pessoas que não respeitam a Deus e causam dificuldades aos que procuram aprender algo sobre Ele.


Criminalidade.
Haveria também um “aumento do que é contra a lei”. (Mateus 24:12) É provável que concorde que a criminalidade agora é pior do que anos atrás. As pessoas em toda a parte correm o risco de serem assaltadas, caírem vítimas de trapaças e serem prejudicadas.
Tudo isso mostra que o Reino de Deus está próximo. A Bíblia diz: “Quando virdes estas coisas ocorrer, sabei que está próximo o reino de Deus.” (Lucas 21:31) O que é o Reino de Deus? É o governo celestial de Deus que estabelecerá o Paraíso na Terra. O Reino de Deus substituirá os governos humanos. — Daniel 2:44.

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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Os amigos de Deus viverão no Paraíso

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O Paraíso não será como o mundo em que vivemos agora.

Deus nunca quis que a Terra ficasse cheia de dificuldades, tristeza, dor e sofrimento. No futuro, Deus transformará a Terra num paraíso. Como será este Paraíso? Vejamos o que a Bíblia diz.


Pessoas boas. 
  O Paraíso será o lar dos amigos de Deus. Eles farão coisas boas uns para os outros. Viverão segundo os modos justos de Deus. — Provérbios 2:21.

Fartura de alimentos.
 No Paraíso, não haverá fome. A Bíblia diz: “Virá a haver bastante cereal [ou: alimento] na terra.” — Salmo 72:16.

Boas casas e trabalho agradável.
 Na Terra paradísica, cada família terá seu próprio lar. Todos farão trabalho que lhes dará verdadeira felicidade. — Isaías 65:21-23.

Paz em todo o mundo.

As pessoas não mais lutarão nem morrerão em guerras. A Palavra de Deus diz: “[Deus] faz cessar as guerras.” — Salmo 46:8, 9.

Boa saúde.
A Bíblia promete: “Nenhum residente [do Paraíso] dirá: ‘Estou doente.’” (Isaías 33:24) Também não haverá aleijados, cegos, surdos, nem mudos. — Isaías 35:5, 6.

Acabarão a dor, a tristeza e a morte.
A Palavra de Deus diz: “Não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram.” — Revelação (Apocalipse) 21:4.

Os maus terão desaparecido. 
 Jeová promete: “Quanto aos iníquos, serão decepados da própria terra; e quanto aos traiçoeiros, serão arrancados dela.” — Provérbios 2:22.

As pessoas se amarão e se respeitarão.
Não mais haverá injustiça, opressão, ganância e ódio. As pessoas estarão unidas e viverão em harmonia com os modos justos de Deus. — Isaías 26:9.

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Como poderá aprender sobre Deus

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Poderá aprender sobre Jeová por ler a Bíblia.

Há muito tempo, Deus escolheu certos humanos para assentarem por escrito os Seus pensamentos. Esses escritos são chamados de Bíblia. Hoje, aprendemos sobre Deus por ler a Bíblia. Visto que a Bíblia contém a palavra ou mensagem de Jeová, ela é também chamada de Palavra de Deus. Podemos acreditar no que a Bíblia diz, porque Jeová nunca mente. “É impossível que Deus minta.” (Hebreus 6:18) A Palavra de Deus contém a verdade. — João 17:17.

 

A Bíblia é uma das dádivas mais preciosas que Deus nos deu.
É como uma carta de um pai amoroso para os filhos. Ela nos fala sobre a promessa de Deus de transformar a Terra num maravilhoso lugar para se viver, em um paraíso. Conta-nos o que ele fez no passado, o que está fazendo agora e o que fará no futuro para os seus filhos fiéis. Ajuda-nos também a resolver nossos problemas e ter felicidade. — 2 Timóteo 3:16, 17.

As Testemunhas de Jeová são amigos de Deus; elas o ajudarão a entender o que a Bíblia ensina. 

 Basta dizer-lhes que deseja estudar a Bíblia. Não cobram nada por isso. (Mateus 10:8) Além disso, poderá assistir a reuniões cristãs, que são realizadas em lugares de adoração chamados de Salões do Reino. Se você assistir a reuniões cristãs, aumentará rapidamente em conhecimento de Deus.

Você poderá aprender algo sobre Deus das coisas que ele fez.

Por exemplo, a Bíblia diz: “Deus criou os céus e a terra.” (Gênesis 1:1) Quando Jeová criou “os céus”, ele fez o Sol. Então, o que nos diz isso a respeito de Jeová Deus? Diz-nos que ele tem muito poder. Somente ele poderia fazer algo tão poderoso como o Sol. Diz-nos também que Jeová é sábio, visto que era preciso ter sabedoria para fazer o Sol, que nos dá calor e luz, e nunca se esgota.

A criação de Jeová mostra que ele nos ama.

Pense em todos os tipos de frutas que há na Terra. Jeová poderia ter providenciado apenas um tipo de fruta para nós — ou nenhum. Em vez disso, Jeová nos deu muitos tipos de frutas, com uma grande variedade de formatos, tamanhos, cores e sabores. Isso mostra que Jeová é um Deus que, além de amoroso, é muito generoso, atencioso e bondoso. — Salmo 104:24.

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domingo, 8 de janeiro de 2012

É preciso aprender sobre Deus

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Para ser amigo de Deus, você precisa aprender sobre ele.

Será que seus amigos sabem seu nome e o usam? Claro que sim. Deus quer que você também conheça e use o nome dele. O nome de Deus é Jeová. (Salmo 83:18; Mateus 6:9) Você também precisa aprender o que agrada a ele e o que lhe desagrada. Precisa saber quem são os amigos e quem são os inimigos dele. Leva tempo para conhecer alguém. A Bíblia diz que é sábio reservar tempo para aprender sobre Jeová. — Efésios 5:15, 16.

Os amigos de Deus fazem o que agrada a ele.

Pense nos seus próprios amigos. Se você os tratar mal e fizer coisas que eles odeiam, será que continuarão a ser seus amigos? Claro que não! Do mesmo modo, se quiser que Deus seja seu amigo, terá de fazer o que agrada a ele. — João 4:24.

Nem todas as religiões abrem o caminho para se ter amizade com Deus.

Jesus, que é o amigo mais achegado de Deus, falou de duas estradas. Uma delas é larga e está cheia de pessoas. Ela leva à destruição. A outra estrada é estreita e poucos passam por ela. Essa estrada leva à vida eterna. Isso significa que, se quiser ter a amizade de Deus, terá de aprender o modo correto de adorá-lo. — Mateus 7:13, 14.

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Qual é o conceito de Deus sobre bebidas alcoólicas?

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NOSSO Criador, que deseja o melhor para nós, não proíbe o uso moderado de álcool. Na verdade, ele deu “o vinho, que alegra o coração do homem; o azeite, que lhe faz brilhar o rosto, e o pão que sustenta o seu vigor”. (Salmo 104:15, Nova Versão Internacional) Certa vez, Jesus Cristo contribuiu para aumentar a alegria de uma festa de casamento por transformar água no “melhor vinho”. — João 2:3-10, Bíblia na Linguagem de Hoje.
É de se esperar que nosso Criador saiba exatamente como o álcool afeta as funções do corpo e do cérebro. Por meio das páginas da Bíblia, nosso Pai celestial ‘nos ensina a tirar proveito’, e ele nos alerta fortemente contra o uso impróprio de bebidas alcoólicas. (Isaías 48:17) Veja estes avisos diretos:
“Não fiqueis embriagados de vinho, em que há devassidão.” (Efésios 5:18) “Os bêbados . . . não terão parte no Reino de Deus.” (1 Coríntios 6:9-11, BLH) A Palavra de Deus condena “as bebedeiras, as farras e outras coisas parecidas com essas”. — Gálatas 5:19-21, Nova Tradução na Linguagem de Hoje.
Vejamos agora alguns dos perigos de beber demais.

Os perigos de beber em excesso
 
Embora o álcool possa fazer bem à saúde, ele contém fortes ingredientes que alteram as funções do corpo e da mente. Beber em excesso pode causar alguns dos seguintes problemas:
Beber demais prejudica o critério da pessoa, fazendo com que ‘sua mente imagine coisas distorcidas’. (Provérbios 23:33, NVI) Carlos, mencionado no artigo anterior, diz: “O alcoolismo não é só uma doença do corpo; é uma doença que afeta os pensamentos e as atitudes. Você não pensa na dor que isso causa a outras pessoas.”
Beber demais também pode diminuir as inibições
  As Escrituras avisam: “O vinho e o licor tiram a razão.” (Oseias 4:11, Pastoral) Como assim? Sob a influência sutil das bebidas alcoólicas, os pensamentos e os desejos que normalmente controlamos podem começar a se tornar aceitáveis — até mesmo convidativos. Nossa determinação de nos apegar ao que é certo pode enfraquecer. O álcool compromete nossas defesas morais, resultando em desastre espiritual.
João, por exemplo, brigou com sua esposa e foi direto para um bar. Ele bebeu um pouco para se acalmar, e daí uma mulher se aproximou. Depois de mais algumas doses, João saiu dali com ela e cometeu adultério. Mais tarde, ele se arrependeu profundamente de ter feito algo que nunca teria pensado em fazer caso a bebida não tivesse diminuído suas inibições.
Beber demais pode resultar em conversas e ações descontroladas
 
“Quem sempre tem problemas? Quem sempre discute e briga?”, pergunta a Bíblia. “Os que ficam acordados até tarde, tomando só mais um gole.” (Provérbios 23:29, 30, Contemporary English Version) Beber em excesso pode fazer você ‘se sentir como se estivesse no meio do mar, enjoado, balançando no alto do mastro de um navio’. (Provérbios 23:34, NTLH) Quem exagera na bebida pode acordar dolorido como se tivesse levado ‘uma surra e não percebeu’. — Provérbios 23:35, Pastoral.

Beber demais pode prejudicar a saúde
 
“No fim [o álcool] morderá como cobra e picará como a víbora.” (Provérbios 23:32, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) A medicina confirma a sabedoria desse provérbio antigo. O álcool em grandes quantidades é uma toxina potencialmente mortal que pode levar a vários tipos de câncer, hepatite alcoólica, cirrose, pancreatite, baixo teor de açúcar no sangue de pessoas diabéticas, síndrome alcoólica fetal, derrame ou insuficiência cardíaca — apenas para mencionar algumas das consequências. E beber demais até mesmo numa só ocasião pode resultar em coma ou morte. No entanto, os problemas mais sérios de beber muito não estão descritos nos livros de medicina.

O maior perigo. Embora a pessoa talvez não fique bêbada, beber sem moderação apresenta perigos espirituais. A Bíblia diz claramente: “Ai dos que se levantam de manhã cedo somente à procura de bebida inebriante, que ficam até tarde no crepúsculo vespertino, de modo que o próprio vinho os inflama!” Por quê? Isaías fala sobre os danos espirituais de beber demais: “Não olham para a atividade de Jeová e não viram o trabalho das suas mãos.” — Isaías 5:11, 12.

A Palavra de Deus nos alerta a não “ficar entre os beberrões de vinho”. (Provérbios 23:20) As mulheres idosas são avisadas a não se ‘escravizarem a muito vinho’. (Tito 2:3) Por quê? Aos poucos — muitas vezes sem perceber — as pessoas começam a aumentar o consumo de bebida com mais frequência. Com o tempo, elas podem “ficar acordadas, se perguntando: ‘Quando vai amanhecer para que eu possa beber mais um pouco?’”. (Provérbios 23:35, CEV) Se uma pessoa passa a ansiar uma bebida logo de manhã para se recuperar dos excessos da noite anterior, ela está cruzando uma linha perigosa.
A Bíblia alerta que aqueles que se envolvem “em excessos com vinho, em festanças, em competições no beber . . . prestarão contas àquele que está pronto para julgar os viventes e os mortos”. (1 Pedro 4:3, 5) E sobre os tempos decisivos em que vivemos, Jesus deu o seguinte aviso: ‘Prestai atenção a vós mesmos, para que os vossos corações nunca fiquem sobrecarregados com o excesso no comer, e com a imoderação no beber, e com as ansiedades da vida, e o dia de Jeová venha sobre vós instantaneamente como um laço.’ — Lucas 21:34, 35.
No entanto, o que as pessoas que têm algum tipo de problema com bebida podem fazer para não ficarem ‘sobrecarregadas com a imoderação no beber’?

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sábado, 7 de janeiro de 2012

Deus é o melhor amigo que se poderia ter

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Tornar-se amigo de Deus é a melhor coisa que lhe poderia acontecer.

Deus o ensinará a ser feliz e a estar seguro, livrando-o de muitas crenças erradas e práticas prejudiciais. Ele escutará as suas orações e vai ajudá-lo a sentir paz e confiança no íntimo. (Salmo 71:5; 73:28) Deus o sustentará em tempos de dificuldades. (Salmo 18:18) E ele lhe oferece a dádiva de vida eterna. — Romanos 6:23.
Ao se achegar a Deus, você se achegará a amigos de Deus.

Estes também se tornarão seus amigos. Na realidade, serão como seus irmãos e suas irmãs. Terão prazer em ensinar-lhe algo sobre Deus, e eles o ajudarão e animarão.

Nós não somos iguais a Deus.

Ao passo que busca a amizade de Deus, precisa entender um fato importante: a amizade com Deus não é uma amizade entre seres iguais. Ele tem muito mais idade e é muito mais sábio e mais poderoso do que nós. É o nosso legítimo Governante. Portanto, se quisermos ser amigos dele, temos de escutá-lo e fazer o que ele nos manda. Isto sempre resultará em nosso bem. — Isaías 48:18.

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Deus o convida a ser seu amigo

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Deus quer que você seja seu amigo.

Já pensou alguma vez que poderia ser amigo do maior Personagem no Universo? Abraão, que viveu há muito tempo, foi chamado de amigo de Deus. (Tiago 2:23) Outros mencionados na Bíblia também tinham a amizade de Deus e foram muito abençoados. Hoje em dia, pessoas em todas as partes da Terra tornaram-se amigos de Deus. Você também pode ser amigo de Deus.


Ser amigo de Deus é melhor do que ser amigo de algum humano. 

 Deus nunca desaponta seus amigos leais. (Salmo 18:25) Ser amigo de Deus é melhor do que ter riquezas. Quando alguém rico morre, o seu dinheiro fica para outros. Mas os que têm a amizade de Deus possuem um tesouro que ninguém lhes pode tirar. — Mateus 6:19.

Alguns talvez queiram impedir que você aprenda sobre Deus.

Até mesmo alguns de seus amigos e familiares talvez façam isso. (Mateus 10:36, 37) Quando outros zombam de você ou o ameaçam, pergunte-se: ‘A quem quero agradar, a humanos ou a Deus?’ Pense no seguinte: Se alguém o mandasse parar de comer, obedeceria a ele? Claro que não! Precisa do alimento para viver. Mas Deus pode fazê-lo viver para sempre! Portanto, nunca permita que alguém o impeça de aprender como pode ser amigo de Deus. — João 17:3.



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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Kopimismo, a religião oficial da partilha de ficheiros

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A "nova" religião foi fundada na Suécia em 2010, por um estudante de Filosofia. Os seus ideiais são a partilha de ficheiros e a noção de que tudo deve ser gratuito.

A Igreja do Kopimism tem um website próprio , conta já com alguns milhares de seguidores e foi agora reconhecida oficialmente na Suécia, noticia a Cnet.
O estudante / fundador da religião Isak Gerson fez várias tentativas para que a sua crença fosse reconhecida oficialmente, mas só quando o grupo formalizou um método de oração ou meditação é que as autoridades reconheceram-no.  
Algumas das cem orientações para ser um Kopimi incluem "Começa a usar o IRC" ou "Acredita firmemente em algo positivo". O manifesto está num documento digital intitulado POwr - broccoli and kopimi, que pode ser encontrado facilmente na Internet.
Os seguidores defendem a noção de comunidade, de que tudo deve ser gratuito e a partilha de ficheiros.
A oficialização da religião pode conseguir algumas vantagens a utilizadores que partilhem conteúdos e que estejam a ser julgados no tribunal?



 Exame Informática

 

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Encontre revigoramento em assuntos espirituais

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‘Tomai sobre vós o meu jugo e achareis revigoramento para as vossas almas.’ — MAT. 11:29.
O PACTO da Lei, celebrado no monte Sinai, incluía a guarda do semanal sábado de descanso. Por meio de seu porta-voz, Moisés, Jeová ordenou à nação de Israel: “Seis dias deves fazer teu trabalho; mas no sétimo dia deves desistir, para que teu touro e teu jumento descansem, e o filho da tua escrava e o residente forasteiro tomem fôlego.” (Êxo. 23:12) Por consideração aos que estavam sujeitos à Lei, Jeová amorosamente providenciou um dia de descanso para que seu povo pudesse se revigorar.
 Será que o sábado era apenas um dia de descanso? Não, era parte essencial da adoração dos israelitas a Jeová. Observar o sábado dava aos chefes de família tempo para ensinar a família a ‘guardar o caminho de Jeová para fazer a justiça’. (Gên. 18:19) Permitia também que familiares e amigos se reunissem para refletir sobre os atos de Jeová e ter alegre companheirismo. (Isa. 58:13, 14) Ainda mais importante, o sábado prefigurava o genuíno revigoramento que viria no Reinado Milenar de Cristo. (Rom. 8:21) Que dizer de nossos dias? Onde e como os cristãos verdadeiros, interessados nos caminhos de Jeová, podem encontrar esse revigoramento?

Encontre revigoramento no companheirismo cristão

O apóstolo Paulo referiu-se à congregação cristã como “coluna e amparo da verdade”. (1 Tim. 3:15) Os cristãos dos primeiros tempos receberam muito “amparo” por se encorajarem mutuamente e edificarem uns aos outros no amor. (Efé. 4:11, 12, 16) Em Éfeso, Paulo recebeu uma visita animadora de membros da congregação de Corinto. Note o efeito dessa visita. Paulo disse: ‘Eu me alegro com a presença de Estéfanas, de Fortunato e de Acaico, pois eles reanimaram o meu espírito.’ (1 Cor. 16:17, 18) De modo similar, depois que Tito foi a Corinto para dar ajuda espiritual aos irmãos, Paulo escreveu a essa congregação, dizendo a respeito de Tito: ‘Seu espírito foi reanimado por todos vós.’ (2 Cor. 7:13) Também hoje, as Testemunhas de Jeová encontram revigoramento genuíno no edificante companheirismo cristão.
 Você sabe por experiência própria que as reuniões congregacionais são uma fonte de grande alegria. Ali acontece um ‘intercâmbio de encorajamento, cada um por intermédio da fé que o outro tem’. (Rom. 1:12) Nossos irmãos cristãos não são meros conhecidos, companheiros esporádicos com quem de vez em quando nos encontramos. São verdadeiros amigos, que amamos e respeitamos. Derivamos muita alegria e consolo por nos reunirmos regularmente com eles nas nossas reuniões. — Filêm. 7.
 Outra fonte de revigoramento são os nossos congressos e assembleias anuais. Além de proverem as sustentadoras águas da verdade da Palavra de Deus, a Bíblia, essas reuniões maiores nos dão a oportunidade de ‘nos alargar’ nos nossos relacionamentos. (2 Cor. 6:12, 13) Mas que dizer se somos tímidos e achamos difícil fazer novos amigos? Uma das maneiras de conhecer nossos irmãos é por nos colocar à disposição para trabalhar num congresso, por exemplo. Certa irmã, depois de prestar serviço voluntário num congresso internacional, disse: “Além de meus familiares e alguns irmãos, eu conhecia poucas pessoas ali. Mas, quando ajudei na limpeza do local, conheci muitos irmãos e irmãs. Foi bem divertido!”
 Os israelitas viajavam a Jerusalém para adorar a Jeová em conexão com três festividades anuais. (Êxo. 34:23) Muitas vezes isso significava deixar para trás campos ou lojas e viajar a pé por dias em estradas poeirentas. Ainda assim, ir ao templo resultava em “grande alegria” ao passo que os presentes ‘louvavam a Jeová’. (2 Crô. 30:21) Hoje, muitos servos de Jeová também acham prazeroso viajar com a família para visitar Betel, a sede das Testemunhas de Jeová no seu país ou na sua região. Poderia incluir essa visita nas suas próximas férias em família?
 Reuniões sociais com familiares e irmãos também podem ser encorajadoras. O sábio Rei Salomão declarou: “Para o homem não há nada melhor do que comer, e deveras beber, e fazer sua alma ver o que é bom por causa do seu trabalho árduo.” (Ecl. 2:24) Reuniões sociais não apenas ‘revigoram a alma’ mas também fortalecem nossos vínculos de amor à medida que conhecemos melhor nossos irmãos cristãos. Para que sejam ocasiões memoráveis e edificantes, é melhor manter pequenas as reuniões sociais e cuidar de que tenham boa supervisão, em especial se forem servidas bebidas alcoólicas.
O ministério é revigorante

Jesus era zeloso no ministério, e incentivou seus discípulos a imitá-lo. Isso é evidente nestas suas palavras: “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Por isso, rogai ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para a sua colheita.” (Mat. 9:37, 38) Os ensinos de Jesus eram realmente revigorantes; eram “boas novas”. (Mat. 4:23; 24:14) Um nítido contraste com as regras opressivas que os fariseus impunham ao povo. — Leia Mateus 23:4, 23, 24.
 Ao transmitirmos a mensagem do Reino a outros, nós lhes oferecemos revigoramento espiritual e, ao mesmo tempo, consolidamos preciosas verdades bíblicas no nosso próprio coração e mente. O salmista disse, apropriadamente: “Louvai a Jah, pois é bom entoar melodias ao nosso Deus; porque é agradável.” (Sal. 147:1) Poderia você aumentar a alegria que sente ao louvar a Jeová perante seus semelhantes?
 É verdade que em alguns territórios as pessoas aceitam melhor as boas novas do que em outros. (Leia Atos 18:1, 5-8.) Se na sua região há pouca aceitação da mensagem do Reino, procure pensar no bem que você realiza no ministério. Lembre-se de que seu esforço contínuo de proclamar o nome de Jeová não é em vão. (1 Cor. 15:58) Além disso, a reação das pessoas às boas novas não serve de medida de nosso sucesso. Jeová certamente cuidará para que pessoas de retidão tenham uma oportunidade de aceitar a mensagem do Reino. — João 6:44.

A Adoração em Família revigora
 
 Pais tementes a Deus são responsáveis por instruir seus filhos sobre Jeová e seus caminhos. (Deut. 11:18, 19) Se você tem filhos para criar, está reservando tempo para ensiná-los a respeito de nosso amoroso Pai celestial? Para ajudá-lo a cumprir essa séria responsabilidade e suprir as necessidades de sua família, Jeová provê uma grande quantidade de sadio alimento espiritual por meio de livros, revistas, vídeos e gravações de áudio.
 Além disso, a classe do escravo fiel e discreto estabeleceu a Noite de Adoração em Família. Trata-se de uma noite reservada semanalmente para estudo da Bíblia em família. Muitos constataram que esse programa estreita os laços de amor na família e fortalece sua relação com Jeová. Mas como os pais podem se certificar de que sua adoração em família é uma fonte de revigoramento espiritual?
 A Noite de Adoração em Família não deve ser uma ocasião monótona ou muito formal. Afinal, nós adoramos o “Deus feliz”, e ele deseja que o adoremos com alegria. (1 Tim. 1:11; Fil. 4:4) Ter uma noite adicional para considerar joias espirituais da Bíblia é uma verdadeira bênção. Os pais podem ser flexíveis nos seus métodos de ensino, com imaginação e criatividade. Por exemplo, certa família permitiu que seu filho Brandon, de 10 anos, falasse sobre ‘por que Jeová usou uma cobra como símbolo de Satanás?’. Essa questão o intrigava, pois Brandon aprecia cobras e não gostava de vê-las relacionadas com Satanás. Algumas famílias às vezes encenam uma história bíblica, cada membro da família representando um personagem, lendo sua parte diretamente da Bíblia. Ou a família pode encenar algum evento. Além de divertidos, esses métodos de ensino garantem o envolvimento dos filhos, o que faz com que os princípios bíblicos toquem seu coração.

Evite o que pode desanimá-lo
 
 A tensão e a insegurança aumentam nos últimos dias deste mundo perverso. O desemprego e outras dificuldades econômicas afetam milhões de pessoas. Até mesmo quem tem emprego muitas vezes sente que o dinheiro que ganha é levado para casa num bolso furado, resultando em poucos benefícios para a família. (Note Ageu 1:4-6.) Políticos e outros líderes parecem perdidos na luta contra o terrorismo e outras fontes do mal. E muitas pessoas se afligem por causa de suas falhas pessoais. — Sal. 38:4.
 Os cristãos verdadeiros não são imunes aos problemas e às pressões do mundo de Satanás. (1 João 5:19) Em alguns casos, os discípulos de Cristo talvez enfrentem tensões adicionais ao se esforçarem para permanecer fiéis a Jeová. “Se me perseguiram a mim, perseguirão também a vós”, disse Jesus. (João 15:20) No entanto, mesmo quando “perseguidos”, nós não ‘cambaleamos’. (2 Cor. 4:9) Por que não?
 Jesus disse: “Vinde a mim, todos os que estais labutando e que estais sobrecarregados, e eu vos reanimarei.” (Mat. 11:28) Com plena fé na provisão de resgate de Cristo, nós nos colocamos nas mãos de Jeová, por assim dizer. Desse modo obtemos “poder além do normal”. (2 Cor. 4:7) “O ajudador”, o espírito santo de Deus, fortalece nossa fé, capacitando-nos a suportar as provações e as tribulações sem perder a alegria. — João 14:26; Tia. 1:2-4.
 Os cristãos verdadeiros precisam tomar cuidado para não ser indevidamente influenciados pelo espírito deste mundo, obcecado pelo prazer. (Leia Efésios 2:2-5.) Do contrário, podem ser enlaçados pelo ‘desejo da carne e dos olhos e pela ostentação dos meios de vida da pessoa’. (1 João 2:16) Ou podem iludir-se, achando que ceder aos desejos da carne trará revigoramento. (Rom. 8:6) Por exemplo, algumas pessoas recorrem às drogas, ao abuso do álcool, à pornografia, a esportes radicais ou a várias atividades ilícitas na busca de fortes emoções. Por meio de suas “artimanhas”, Satanás procura nos enganar com um falso senso de revigoramento. — Efé. 6:11, nota.
 É verdade que não há nada de errado no comer, no beber, ou no entretenimento sadio, quando praticados com moderação. Mas não fazemos dessas coisas o foco principal da nossa vida. São vitais o equilíbrio e o autocontrole, em especial nos tempos em que vivemos. Empenhos pessoais podem nos sobrecarregar a ponto de nos tornar “quer inativos quer infrutíferos no que se refere ao conhecimento exato de nosso Senhor Jesus Cristo”. — 2 Ped. 1:8.
 Quando nossa mente está bem ajustada às normas de Jeová, discernimos que qualquer prazer oferecido por este mundo é momentâneo. Moisés reconhecia isso, e nós também. (Heb. 11:25) A verdade é que o revigoramento genuíno, que produz profunda e permanente alegria e satisfação, vem de fazer a vontade de nosso Pai celestial. — Mat. 5:6.
 Continuemos a encontrar revigoramento em assuntos espirituais. Por agirmos assim, ‘repudiaremos a impiedade e os desejos mundanos, ao passo que aguardamos a feliz esperança e gloriosa manifestação do grande Deus e do nosso Salvador, Cristo Jesus’. (Tito 2:12, 13) Portanto, estejamos decididos a permanecer sob o jugo de Jesus por nos submeter à sua autoridade e direção. Desse modo encontraremos a verdadeira felicidade e revigoramento.

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O que Deus requer de nós?

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“O amor de Deus significa o seguinte: que observemos os seus mandamentos; contudo, os seus mandamentos não são pesados.” — 1 JOÃO 5:3.
“ESTOU satisfeito com a minha religião!” Não é isso o que muitas vezes as pessoas nos dizem? Na realidade, porém, a pergunta deveria ser: “Agrada-se Deus da minha religião?” De fato, Deus requer algo daqueles que querem adorá-lo de forma aceitável. Devemos ficar surpresos com isso? De modo algum. Suponhamos que você possuísse uma bela casa, recentemente reformada a um alto custo. Permitiria que simplesmente qualquer um morasse nela? Claro que não! O locatário teria de satisfazer o que você requeresse dele.
De forma similar, Jeová Deus forneceu à família humana esta moradia terrestre. Sob o governo do seu Reino, a Terra será em breve “reformada” — transformada num belo paraíso. Jeová é quem realizará isso. A um elevado custo para si mesmo, para tornar isso possível, ele entregou seu Filho unigênito. Por certo, Deus deve requerer algo daqueles que viverão ali! — Salmo 115:16; Mateus 6:9, 10; João 3:16. Como podemos saber o que ele requer? Jeová inspirou o sábio Rei Salomão a resumir o que Ele espera de nós. Depois de Salomão refletir em tudo pelo qual se havia empenhado — incluindo riqueza, construções, interesses musicais e amor romântico — ele concluiu o seguinte: “A conclusão do assunto, tudo tendo sido ouvido, é: Teme o verdadeiro Deus e guarda os seus mandamentos. Pois esta é toda a obrigação do homem.” — Eclesiastes 12:13.

“Os seus mandamentos não são pesados”
 “Guarda os seus mandamentos.” Isso é basicamente o que Deus espera de nós. Será que ele exige demais? De modo algum. O apóstolo João nos diz algo muito reanimador sobre os mandamentos ou requisitos de Deus. Ele escreveu: “O amor de Deus significa o seguinte: que observemos os seus mandamentos; contudo, os seus mandamentos não são pesados.” — 1 João 5:3. A palavra grega traduzida “pesados” significa literalmente isso. Pode referir-se a algo difícil de agüentar ou cumprir. Em Mateus 23:4, a mesma palavra é usada para descrever as “cargas pesadas”, as regras e as tradições inventadas por homens, que os escribas e os fariseus impunham ao povo. Entende o que o idoso apóstolo João está dizendo? Os mandamentos de Deus não são um fardo pesado, nem são difíceis demais para os cumprirmos. (Note Deuteronômio 30:11.) Ao contrário, se amarmos a Deus, cumprir os seus requisitos nos dará satisfação. É uma preciosa oportunidade para mostrar nosso amor a Jeová. Para mostrar que amamos a Deus, temos de saber especificamente o que ele espera de nós. Consideremos então cinco dos requisitos de Deus. Ao fazermos isso, lembre-se do que João escreveu: ‘Os mandamentos de Deus não são pesados.’

Absorvamos conhecimento de Deus
 O primeiro requisito é absorver conhecimento de Deus. Considere as palavras de Jesus registradas no capítulo 17 de João. A ocasião era a última noite na vida de Jesus como humano. Jesus passara grande parte da noite preparando os seus apóstolos para a partida dele. Estava preocupado com o futuro deles, seu futuro eterno. Erguendo os olhos para o céu, orou por eles. Lemos no versículo 3: “Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” Deveras, a salvação deles dependia de ‘absorverem conhecimento’ tanto de Deus como de Cristo. Isto se aplica também a nós. Para ganharmos a salvação, temos de absorver tal conhecimento.
8 Mas o que significa ‘absorver conhecimento’ de Deus? A palavra grega traduzida aqui por ‘absorver conhecimento’ significa “chegar a conhecer, reconhecer”, ou “entender plenamente”. Note também que ser ela traduzida ‘absorver conhecimento’ subentende tratar-se dum processo contínuo. Absorver conhecimento de Deus, portanto, não significa chegar a conhecê-lo apenas superficialmente, mas sim de forma íntima, desenvolvendo uma amizade com ele baseada no entendimento. A relação contínua com Deus resulta num sempre-crescente conhecimento dele. Este processo pode continuar eternamente, porque nunca chegaremos a aprender tudo sobre Jeová. — Romanos 11:33.
Como absorvemos conhecimento de Deus? Há dois livros que nos podem ajudar. Um é o livro da criação. As coisas que Jeová criou — tanto animadas como inanimadas — nos dão uma idéia do tipo de pessoa que ele é. (Romanos 1:20) Considere alguns exemplos. O ruído trovejante duma majestosa catarata, a rebentação das ondas durante um temporal, a vista dos céus estrelados numa noite clara — não nos ensinam essas coisas que Jeová é um Deus “vigoroso em poder”? (Isaías 40:26) O riso duma criança quando vê um cachorrinho tentando pegar a própria cauda, ou um gatinho brincando com um novelo de lã — não sugere isso que Jeová, o “Deus feliz”, tem senso de humor? (1 Timóteo 1:11) O sabor duma gostosa refeição, o cheiro agradável de flores num prado, as cores vivas duma delicada borboleta, o canto de pássaros na primavera, o abraço cordial dum ente querido — não percebemos nestas coisas que nosso Criador é Deus de amor, que deseja que usufruamos a vida? — 1 João 4:8.
 No entanto, há um limite para o que podemos aprender sobre Jeová pelo livro da criação. Para ilustrar: Qual é o nome de Deus? Por que criou ele a Terra e colocou o homem nela? Por que permite Deus a iniqüidade? O que nos reserva o futuro? Para obter as respostas a essas perguntas, temos de recorrer a outro livro que transmite conhecimento de Deus — a Bíblia. Nas páginas dela, Jeová revela coisas sobre si mesmo, inclusive seu nome, sua personalidade e seus propósitos — informações que não podemos obter de nenhuma outra fonte. — Êxodo 34:6, 7; Salmo 83:18; Amós 3:7.
 Nas Escrituras, Jeová transmite também conhecimento vital sobre outras pessoas a respeito das quais precisamos ser informados. Por exemplo, quem é Jesus Cristo, e que papel desempenha ele na realização dos propósitos de Jeová? (Atos 4:12) Quem é Satanás, o Diabo? De que forma ele desencaminha as pessoas? Como podemos evitar ser desencaminhados por ele? (1 Pedro 5:8) As respostas a essas perguntas, que salvam a vida, são encontradas apenas na Bíblia.
 Será que é um fardo absorver tal conhecimento de Deus e dos seus propósitos? De forma alguma! Lembra-se de como você se sentiu quando soube que o nome de Deus é Jeová, que seu Reino restabelecerá o Paraíso nesta Terra, que ele deu seu Filho amado como resgate pelos nossos pecados, bem como ao saber de outras verdades preciosas? Não era como remover um véu de ignorância e passar a enxergar pela primeira vez de forma clara? Absorver conhecimento de Deus não é um fardo. É um prazer! — Salmo 1:1-3; 119:97.


Estejamos à altura das normas de Deus

Ao passo que absorvemos conhecimento de Deus, nós nos apercebemos que temos de fazer mudanças na nossa vida. Isto nos leva ao segundo requisito. Temos de estar à altura das normas de conduta correta estabelecidas por Deus e aceitar a Sua verdade. O que é verdade? Importa realmente a Deus o que nós cremos e o que fazemos? Hoje em dia, muitos evidentemente acham que não. Um relatório publicado pela Igreja Anglicana, em 1995, sugeriu que não devia ser encarado como pecado um casal viver junto sem estar casado. “A frase ‘viver em pecado’ estigmatiza e não ajuda nada”, declarou um bispo dessa Igreja.
 Então, será que “viver em pecado” não é mais pecado? Jeová nos diz, em termos nada incertos, o que ele acha de tal conduta. Sua Palavra, a Bíblia, declara: “O matrimônio seja honroso entre todos e o leito conjugal imaculado, porque Deus julgará os fornicadores e os adúlteros.” (Hebreus 13:4) Relações sexuais antes do casamento podem não ser um pecado no conceito liberal de clérigos e de freqüentadores de igrejas, mas são um pecado sério aos olhos de Deus! E o mesmo se dá com o adultério, o incesto e o homossexualismo. (Levítico 18:6; 1 Coríntios 6:9, 10) Deus requer que nos refreemos de tais práticas, que ele considera impuras.
 No entanto, não basta apenas refrear-se de práticas que Deus encara como pecaminosas. Os requisitos de Deus envolvem também o modo de tratarmos os outros. Na família, ele espera que o marido e a esposa se amem e se respeitem. Deus requer que os pais cuidem das necessidades materiais, espirituais e emocionais dos filhos. Diz aos filhos que sejam obedientes aos pais. (Provérbios 22:6; Colossenses 3:18-21) E que dizer de nossas crenças? Jeová Deus quer que evitemos crenças e costumes que se originam da adoração falsa ou que são contrários aos ensinos claros da Bíblia. — Deuteronômio 18:9-13; 2 Coríntios 6:14-17.
 É para nós um fardo estar à altura das normas de conduta correta, estabelecidas por Deus, e aceitar a Sua verdade? Não quando consideramos os benefícios — casamentos em que marido e esposa se amam e confiam um no outro, em vez de casamentos desfeitos por causa de infidelidade; lares em que os filhos se sentem amados e queridos pelos pais, em vez de famílias em que os filhos não se sentem amados, mas negligenciados e não desejados; uma consciência limpa e boa saúde, em vez de sentimentos de culpa e um organismo estragado por Aids ou por outras doenças sexualmente transmissíveis. Os requisitos de Jeová certamente não nos privam de nada do que precisamos para usufruir a vida! — Deuteronômio 10:12, 13.


Mostremos respeito pela vida e pelo sangue

Ao passo que você harmoniza sua vida com as normas de Deus, chega a reconhecer como a vida realmente é preciosa. Consideremos agora o terceiro requisito de Deus. Temos de mostrar respeito pela vida e pelo sangue. A vida é sagrada para Jeová. Deve ser assim, porque ele é a Fonte da vida. (Salmo 36:9) Ora, até mesmo a vida dum filho ainda por nascer é preciosa para Jeová. (Êxodo 21:22, 23) O sangue representa a vida. Por isso, o sangue também é sagrado aos olhos de Deus. (Levítico 17:14) Não é de admirar, então, que Deus espere que encaremos a vida e o sangue assim como ele o faz.
O que requer de nós o respeito pela vida e pelo sangue? Como cristãos, não arriscamos desnecessariamente a vida só para sentir alguma emoção. Preocupamo-nos com a segurança e por isso certificamo-nos de que nosso carro e nossa casa sejam seguros. (Deuteronômio 22:8) Não usamos fumo, nem mastigamos noz-de-bétele, nem tomamos drogas viciadoras ou alucinógenas por prazer. (2 Coríntios 7:1) Visto que obedecemos a Deus quando ele manda que nos ‘abstenhamos do sangue’, de forma alguma aceitamos transfusões de sangue no nosso organismo. (Atos 15:28, 29) Embora amemos a vida, não procuramos salvar a vida atual por violar a lei de Deus e assim pôr em perigo a perspectiva de ter vida eterna! — Mateus 16:25.
 Será que é para nós um fardo tratar a vida e o sangue como sagrados? De modo algum! Pense um pouco. É um fardo estar livre do câncer pulmonar causado pelo fumo? É um fardo estar livre do vício mental e físico causado por drogas prejudiciais? É um fardo evitar contrair Aids, hepatite ou outra doença resultante duma transfusão de sangue? É evidente que evitar tais hábitos e práticas prejudiciais é nos nossos melhores interesses. — Isaías 48:17.
 Considere a seguinte experiência. Alguns anos atrás, uma senhora, Testemunha, que estava grávida de três meses e meio, certa noite começou a ter hemorragia e foi levada às pressas ao hospital. Depois de o médico examiná-la, ela o ouviu dizer a uma das enfermeiras que teriam de interromper a gravidez. Sabendo como Jeová encara a vida dum filho por nascer, ela negou-se firmemente a fazer o aborto, dizendo ao médico: “Se o bebê está vivo, deixe-o ali!” Ela continuou a ter hemorragias ocasionais, mas alguns meses depois deu à luz prematuramente um menino saudável, que agora já tem 17 anos. Ela explicou: “Informamos nosso filho sobre tudo isso, e ele disse que está feliz de não ter sido jogado no lixo. Sabe que servirmos a Jeová é a única razão de ele hoje estar vivo!” Seguir o conceito de Deus sobre a vida certamente não foi um fardo para esta família!

Sirvamos junto com o povo organizado de Jeová
  Não estamos sozinhos em fazer as mudanças necessárias para harmonizar a vida com as normas de Deus. Jeová tem um povo na Terra e espera que o sirvamos junto com este. Isto nos leva ao quarto requisito. Temos de servir a Jeová junto com a sua organização, dirigida pelo seu espírito.
 No entanto, como se pode identificar os que são o povo organizado de Deus? Segundo as normas especificadas nas Escrituras, eles têm verdadeiro amor entre si, têm profundo respeito pela Bíblia, honram o nome de Deus, pregam o Reino dele e não fazem parte deste mundo iníquo. (Mateus 6:9; 24:14; João 13:34, 35; 17:16, 17) Há apenas uma só organização religiosa na Terra que possui todos esses marcos do verdadeiro cristianismo — as Testemunhas de Jeová!
 Será que é um fardo servir a Jeová junto com o seu povo organizado? Não, não é! Ao contrário, é um precioso privilégio usufruir o amor e o apoio duma família mundial de irmãos e irmãs cristãs! (1 Pedro 2:17) Imagine que sobreviveu a um naufrágio e que esteja na água, fazendo força para não afundar. Quando acha que não agüenta mais, alguém num bote salva-vidas estende-lhe a mão. Sim, há mais sobreviventes! No bote salva-vidas, você e os outros se revezam em remar em direção à praia, apanhando outros sobreviventes no caminho.
 Não nos encontramos numa situação similar? Fomos puxados para fora das “águas” perigosas deste mundo iníquo para o “bote salva-vidas” da organização terrestre de Jeová. Dentro dele, servimos lado a lado, ao passo que nos dirigimos para a “praia” dum novo mundo justo. Quando as pressões da vida nos fazem ficar esgotados no caminho, como somos gratos pela ajuda e pelo consolo de verdadeiros companheiros cristãos! — Provérbios 17:17.

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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

BRINDAR — TEM SIGNIFICADO RELIGIOSO?

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O brinde é um costume comum em casamentos e outros eventos sociais. O International Handbook on Alcohol and Culture (Manual Internacional de Bebidas Alcoólicas e Culturas), de 1995, diz: “Brindar . . . provavelmente é um vestígio não religioso das antigas libações sacrificiais nas quais um líquido sagrado era oferecido aos deuses . . . em troca de um pedido — uma oração sintetizada nas palavras ‘vida longa’ ou ‘saúde’.”
 É verdade que muitas pessoas talvez não vejam o brinde como um gesto religioso ou supersticioso. Ainda assim, o costume de erguer as taças pode ser encarado como um pedido ao “céu” — a uma força sobre-humana —, solicitando uma bênção de um modo que não se harmoniza com a Bíblia. — João 14:6; 16:23.

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COMO MANTER PURO O DIA DE SEU CASAMENTO

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Em breve, “jamais se ouvirá de novo em [Babilônia, a Grande] a voz de noivo e de noiva”. (Revelação 18:23) Por que razão? Em parte por causa de suas práticas espíritas, que podem macular um casamento já no dia em que a pessoa se casa. — Marcos 10:6-9.
Os costumes variam de um país para outro. Alguns costumes que talvez pareçam inocentes e que supostamente trazem ‘boa sorte’ ao casal de noivos ou aos convidados podem ter-se originado de práticas babilônicas. (Isaías 65:11) Uma dessas tradições é o costume de jogar nos noivos arroz, confete ou algo similar. Isso pode ter-se originado da crença de que é possível apaziguar espíritos maus por oferecer-lhes alimentos, impedindo-os assim de prejudicar o noivo e a noiva. Além disso, o arroz tem uma relação mística de longa data com a fertilidade, a felicidade e a longevidade. Evidentemente, todos os que desejam permanecer no amor de Deus evitarão participar desses costumes contaminados pela religião falsa. — 2 Coríntios 6:14-18.Os servos de Jeová também evitam práticas do mundo que possam tirar a dignidade cristã dos casamentos e das recepções de casamento ou que possam ferir a consciência de algumas pessoas. Por exemplo, evitam discursar sobre os noivos diante dos convidados usando expressões sarcásticas ou com conotação sexual, e fazer brincadeiras de mau gosto ou comentários que possam constranger os recém-casados e outros. (Provérbios 26:18, 19; Lucas 6:31; 10:27) Também evitam recepções suntuosas de conto de fadas que refletem, não a modéstia, mas “a ostentação dos meios de vida da pessoa”. (1 João 2:16) Se você está fazendo preparativos para seu casamento, nunca se esqueça de que Jeová deseja que esse dia especial seja algo que sempre vai lhe trazer boas lembranças, não tristeza.

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PÁSCOA — ADORAÇÃO DA FERTILIDADE SOB DISFARCE

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Considerada como comemoração da ressurreição de Cristo, a Páscoa (conforme é comemorada hoje na cristandade) na verdade teve origem na religião falsa. Como é que ovos e coelhos passaram a ter ligação com a Páscoa? Os ovos “são importantes símbolos de vida nova e ressurreição”, diz a Encyclopædia Britannica, e há muito o coelho tem sido usado como símbolo da fertilidade. Portanto, a Páscoa é realmente um rito à fertilidade mal disfarçado de comemoração da ressurreição de Cristo.
 Será que Jeová aprovaria o uso de um depravado rito à fertilidade para comemorar a ressurreição de seu Filho? Jamais! (2 Coríntios 6:17, 18) De fato, as Escrituras nem ordenam nem autorizam a comemoração da ressurreição de Jesus. Fazer isso e misturá-la com símbolos de fertilidade é um ato de deslealdade.

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AS RAÍZES DO HALLOWEEN

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Conhecido por suas bruxas, duendes e outras decorações grotescas, o Halloween — também chamado Dia das Bruxas —, comemorado no dia 31 de outubro, remonta aos celtas antigos que habitavam a Grã-Bretanha e a Irlanda. Na Lua cheia mais próxima de 1.° de novembro, eles celebravam a festa de Samhain, que significa “fim do verão”. Eles acreditavam que durante essa celebração se abria a porta entre o mundo humano e o sobrenatural, e espíritos tanto bons quanto maus vagavam pela Terra. Cria-se que as almas dos mortos retornavam aos seus lares; por isso as famílias separavam comida e bebida para seus visitantes do Além na esperança de apaziguá-los. Assim, quando as crianças hoje, vestidas de fantasma ou de bruxa, vão de casa em casa ameaçando fazer travessuras caso não recebam uma guloseima, elas sem saber estão perpetuando os antigos rituais do Samhain.

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O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE ANIVERSÁRIOS NATALÍCIOS

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Embora o nascimento de um bebê sempre seja motivo de muita alegria, a Bíblia não menciona a comemoração do aniversário de nenhum servo de Deus. (Salmo 127:3) Será que não se trata de uma simples omissão? Não, porque ela menciona a comemoração de dois aniversários natalícios — o de um faraó do Egito e o de Herodes Ântipas. (Gênesis 40:20-22; Marcos 6:21-29) Ambos os eventos, no entanto, são apresentados numa luz desfavorável — especialmente o de Herodes, em que João Batista foi decapitado.
 “Os primeiros cristãos”, diz a The World Book Encyclopedia, “consideravam um costume pagão celebrar a data de nascimento de qualquer pessoa”. Os gregos dos tempos antigos, por exemplo, acreditavam que toda pessoa tinha um espírito protetor que assistia ao seu nascimento e a protegia pelo resto da vida. Esse espírito “tinha uma relação mística com o deus cuja data de nascimento era a mesma que a da pessoa”, diz o livro The Lore of Birthdays (A Tradição dos Aniversários Natalícios). Desde a antiguidade, o dia do nascimento também tem uma grande ligação com a astrologia e o horóscopo.
 Além de rejeitar os costumes ligados à comemoração de aniversários natalícios por causa das origens pagãs e do espiritismo, os servos de Deus no passado provavelmente os rejeitavam também por causa dos princípios pelos quais viviam. Por que podemos dizer isso? Eles eram pessoas humildes e modestas, por isso não achavam que seu nascimento fosse tão importante que devesse ser comemorado. (Miquéias 6:8; Lucas 9:48) Em vez disso, eles glorificavam a Jeová e davam-lhe graças pela preciosa dádiva da vida. — Salmo 8:3, 4; 36:9; Revelação 4:11.Todos os servos de Deus que morrem fiéis estão guardados em Sua memória e têm a vida futura garantida. (Jó 14:14, 15) Eclesiastes 7:1 diz: “Um nome é melhor do que bom óleo, e o dia da morte é melhor do que o dia em que se nasce.” Nosso “nome” é a boa reputação que adquirimos perante Deus durante uma vida de serviço fiel. É digno de nota que a única comemoração ordenada aos cristãos não é a de um nascimento, mas a de uma

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NATAL — UM NOVO NOME PARA A ADORAÇÃO DO SOL

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A Bíblia não menciona nenhuma comemoração do aniversário de Jesus. Na realidade, não se sabe exatamente em que dia ele nasceu. Mas podemos ter certeza de que não foi em 25 de dezembro, época de inverno naquela região. Um dos motivos de sabermos isso é que quando Jesus nasceu os “pastores [estavam] vivendo ao ar livre”, cuidando de seus rebanhos, conforme Lucas escreveu. (Lucas 2:8-11) Se eles ‘vivessem ao ar livre’ o ano todo, esse não seria um detalhe importante. Mas, visto que o inverno em Belém é uma época em que chove e cai neve, os rebanhos ficavam recolhidos em áreas fechadas; portanto, os pastores não estariam “vivendo ao ar livre”. Além disso, José e Maria foram a Belém porque César Augusto havia ordenado que se fizesse um censo. (Lucas 2:1-7) É muito improvável que César tivesse ordenado que um povo já insatisfeito com o governo romano fosse até a cidade de seus antepassados no rigor do inverno.O Natal não tem origem bíblica. Tem raízes em antigas comemorações pagãs, como as saturnais romanas, uma festividade dedicada a Saturno, o deus da agricultura. Da mesma forma, adoradores do deus Mitra, segundo seus cálculos, comemoravam o 25 de dezembro como o “dia do nascimento do Sol invicto”, diz a New Catholic Encyclopedia (Nova Enciclopédia Católica). A mesma fonte continua: “O Natal surgiu em uma época em que o culto ao Sol era especialmente forte em Roma”, cerca de três séculos após a morte de Cristo. Durante suas comemorações, os pagãos trocavam presentes e festejavam com muita comida e bebida — costumes que o Natal preserva até hoje. Mas, como acontece atualmente, muitos que davam presentes de Natal naquela época não faziam isso com a atitude descrita em 2 Coríntios 9:7, que diz: “Faça cada um conforme tem resolvido no seu coração, não de modo ressentido, nem sob compulsão, pois Deus ama o dador animado.” Os cristãos verdadeiros dão presentes por amor, não se baseiam numa data nem esperam receber algo em troca. (Lucas 14:12-14; Atos 20:35) Além disso, eles se sentem muito felizes de estar livres da correria e do estresse do Natal, e do peso das dívidas financeiras que enlaçam muitos nessa época do ano. — Mateus 11:28-30; João 8:32. Alguns, porém, talvez argumentem: ‘mas os astrólogos não deram presentes a Jesus em homenagem ao seu nascimento?’ Não. O que eles fizeram foi apenas uma maneira de demonstrar respeito a uma pessoa importante, um costume comum nos tempos bíblicos. (1 Reis 10:1, 2, 10, 13; Mateus 2:2, 11) Tanto é assim que os astrólogos não visitaram Jesus na noite em que ele nasceu. Quando chegaram onde ele estava, já fazia muitos meses que Jesus havia nascido, e ele se encontrava numa casa, não numa manjedoura como bebê recém-nascido.

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domingo, 1 de janeiro de 2012

A Chamada de Maomé

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Maomé nasceu em Meca (árabe, Makkah), Arábia Saudita, por volta de 570 EC. Seu pai, Abdalá, morreu antes de Maomé nascer. Sua mãe, Amina, morreu quando ele tinha cerca de seis anos. Naquele tempo, os árabes praticavam uma forma de adoração de Alá centralizada no vale de Meca, no local sagrado da Caaba, um edifício simples em forma de cubo, onde se reverenciava um meteorito negro. Segundo a tradição islâmica, “a Caaba foi originalmente construída por Adão segundo um protótipo celestial e depois do Dilúvio reconstruída por Abraão e Ismael”. (História dos Árabes, de Philip K. Hitti, em inglês) Tornou-se santuário de 360 ídolos, um para cada dia do ano lunar.
 À medida que crescia, Maomé passou a questionar as práticas religiosas de seus dias. John Noss, em seu livro Man’s Religions (As Religiões do Homem), declara: “[Maomé] incomodava-se com as incessantes rixas por causa de confessos interesses de religião e honra entre os chefes coraixitas [Maomé era dessa tribo]. Mais forte ainda era o seu descontentamento com os grotescos remanescentes na religião árabe, o politeísmo e o animismo idólatras, a imoralidade nas assembléias e quermesses religiosas, a bebedeira, a jogatina e as danças que estavam na moda, e o sepultamento em vida de bebês do sexo feminino indesejados, praticado não apenas em Meca mas em toda a Arábia.” — Surata 6:137.A chamada de Maomé para ser profeta ocorreu quando ele beirava os 40 anos de idade.
Ele costumava ir sozinho a uma caverna próxima, chamada Gar Hira, para meditar, e afirmou que foi numa dessas ocasiões que recebeu a chamada para ser profeta. Diz a tradição muçulmana que, estando lá, um anjo, mais tarde identificado como Gabriel, ordenou-lhe que recitasse em nome de Alá. Maomé não obedeceu, de modo que o anjo ‘agarrou-o e comprimiu-o tanto que Maomé não pôde suportar’. Daí o anjo repetiu a ordem. Novamente, Maomé não reagiu, de modo que o anjo ‘sufocou-o’ novamente. Isto ocorreu três vezes, depois do que Maomé começou a recitar o que veio a ser encarado como primeira duma série de revelações que constituem o Qur’ān. Segundo outra tradição, a inspiração divina foi revelada a Maomé em forma do soar duma campainha. — O Livro de Revelação, de Sahih Al-Bukhari (em inglês).

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Testemunhas de Jeová - Quem São?

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AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ desejam que você as conheça melhor. Talvez já as conheça como vizinhos, colegas de trabalho, ou em outras ocupações do dia-a-dia. Talvez as tenha visto nas ruas, oferecendo suas revistas a pessoas. Ou é possível que já tenha falado com elas brevemente à sua porta.
Na realidade, as Testemunhas de Jeová estão interessadas em você e no seu bem-estar. Querem ser seus amigos e falar-lhe mais sobre si mesmas, suas crenças, sua organização, e sobre o que acham das pessoas e do mundo em que vivemos.
Em quase todos os aspectos, as Testemunhas de Jeová são pessoas iguais a todas as outras. Têm problemas normais — económicos, físicos e emocionais. Às vezes cometem erros, pois não são perfeitas, nem inspiradas, nem infalíveis. Mas procuram aprender de suas experiências e estudam diligentemente a Bíblia para fazer os ajustes necessários. Dedicaram-se a Deus para fazer a Sua vontade e empenham-se em cumprir essa dedicação. Em todas as suas actividades procuram a orientação da Palavra de Deus e de Seu espírito santo.
Para elas, é de importância vital que suas crenças se baseiem na Bíblia, e não em meras especulações humanas ou em credos religiosos. Pensam assim como o apóstolo Paulo, que se expressou sob inspiração: “Seja Deus achado verdadeiro, embora todo homem seja achado mentiroso.” (Romanos 3:4, Tradução do Novo Mundo) No que se refere aos ensinos apresentados como verdade bíblica, as Testemunhas endossam fortemente o proceder seguido pelos bereanos, quando ouviram o apóstolo Paulo pregar: “Recebiam a palavra com o maior anelo mental, examinando cuidadosamente as Escrituras, cada dia, quanto a se estas coisas eram assim.” (Atos 17:11) As Testemunhas de Jeová crêem que todos os ensinos religiosos deviam ser submetidos a esta prova, de estar de acordo com as Escrituras inspiradas, quer o ensino seja apresentado por elas, quer por outros. Convidam-no e exortam-no a fazer isso nas suas palestras com elas.
À base disso, vê-se que as Testemunhas de Jeová crêem que a Bíblia é a Palavra de Deus. Consideram seus 66 livros como inspirados e historicamente correctos. O que comummente se conhece por Novo Testamento, elas chamam de Escrituras Gregas Cristãs e, o Velho Testamento, de Escrituras Hebraicas. Baseiam-se em ambas, tanto nas Escrituras Gregas como nas Hebraicas, e tomam-nas literalmente, exceto quando as expressões ou o contexto obviamente indicam que o sentido é figurado ou simbólico. Entendem que muitas das profecias da Bíblia já se cumpriram, que outras estão-se cumprindo e outras ainda se cumprirão.

SEU NOME

Testemunhas de Jeová? Sim, é assim que se chamam. É um nome descritivo, indicando que dão testemunho a respeito de Jeová, Sua Divindade e Seus propósitos. “Deus”, “Senhor”, “Criador” — assim como “Presidente”, “Rei”, “General” — são títulos e podem ser aplicados a diversas personalidades distintas. Mas “Jeová” é nome pessoal e pertence ao Deus Todo-Poderoso e Criador do Universo. Isto é demonstrado no Salmo 83:18, segundo a versão Almeida, revista e corrigida, da Bíblia: “Para que saibam que tu, a quem só pertence o nome de JEOVÁ, és o Altíssimo sobre toda a terra.”
O nome Jeová (ou Iahweh, como preferem A Bíblia de Jerusalém, católica romana, e alguns eruditos) aparece quase 7.000 vezes nas Escrituras Hebraicas originais. A maioria das Bíblias não traz tal nome, mas o substitui por “Deus” ou “Senhor”. Todavia, mesmo nestas Bíblias, usualmente se pode saber onde o texto original hebraico usa Jeová, porque nestes lugares as palavras substitutas costumam ser escritas em maiúsculas e versaletes, assim: DEUS, SENHOR. Diversas versões modernas usam o nome Jeová ou Javé. Assim, a Tradução do Novo Mundo reza, em Isaías 42:8: “Eu sou Jeová. Este é meu nome.”
O relato bíblico a que as Testemunhas de Jeová recorrem como base para seu nome acha-se no capítulo 43 de Isaías. O cenário mundial é ali retratado como um drama num tribunal: Os deuses das nações são convidados a apresentar suas testemunhas, em prova de seus alegados casos de justiça, ou então a ouvirem as testemunhas da parte de Jeová e admitirem a verdade. Jeová declara ali ao seu povo: “Vós sois as minhas testemunhas, diz Jeová [Javé], o meu servo a quem escolhi, para que saibais, me acrediteis e entendais que eu sou; antes de mim não se formou nenhum Deus nem haverá depois de mim. Eu, sim eu, sou Jeová; e fora de mim não há salvador.” — Isaías 43:10, 11, Versão Brasileira e Bíblia Sagrada, Edição Pastoral.
Jeová Deus já tinha testemunhas na Terra durante os milhares de anos antes de Jesus nascer. Depois de o capítulo 11 de Hebreus alistar alguns desses homens de fé, Hebreus 12:1 diz: “Assim, pois, visto que temos a rodear-nos uma tão grande nuvem de testemunhas, ponhamos também de lado todo o peso e o pecado que facilmente nos enlaça, e corramos com perseverança a carreira que se nos apresenta.” Jesus disse perante Pôncio Pilatos: “Para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade.” Ele é chamado de “testemunha fiel e verdadeira”. (João 18:37; Revelação [Apocalipse] 3:14) Jesus disse a seus discípulos: “Ao chegar sobre vós o espírito santo, recebereis poder e sereis testemunhas de mim tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até à parte mais distante da terra.” — Atos 1:8.

Portanto, uns 7.500.000 de pessoas que hoje proclamam as boas novas do Reino de Jeová por Cristo Jesus, em mais de 240 terras , acham que podem correctamente chamar-se Testemunhas de Jeová.

Fonte: Testemunhas de Jeová — Quem são? Em que crêem?

Adaptado Por:
Pedro Ribeiro

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A ciência e o relato de Gênesis

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Muitos afirmam que a ciência desmente o relato bíblico da criação. Mas a verdadeira contradição não está entre a ciência e a Bíblia, mas sim entre a ciência e a opinião de cristãos fundamentalistas. Alguns desses grupos declaram erroneamente que, segundo a Bíblia, toda a criação física foi produzida em seis dias de 24 horas, cerca de 10 mil anos atrás.
A Bíblia, porém, não apoia essa conclusão. Se ela o fizesse, muitas descobertas científicas feitas durante os últimos cem anos realmente desacreditariam a Bíblia. Um estudo cuidadoso do texto bíblico revela que não há conflito com os fatos científicos comprovados. Por esse motivo, as Testemunhas de Jeová discordam dos cristãos fundamentalistas e de muitos criacionistas. O que se segue mostra o que a Bíblia realmente ensina.

Quando foi o “princípio”?

O relato de Génesis começa com esta simples e poderosa declaração: “No princípio Deus criou os céus e a terra.” (Génesis 1:1) Muitos eruditos bíblicos concordam que essa declaração se refere a uma ação à parte dos dias criativos, que são relatados a partir do versículo 3. As implicações disso são profundas. De acordo com as palavras iniciais da Bíblia, o Universo, incluindo nosso planeta Terra, já existia por um tempo indeterminado antes do início dos dias criativos.
Os geólogos estimam que a Terra já existe há 4 biliões de anos, e os astrónomos calculam que o Universo pode ter até 15 biliões de anos. Será que esses cálculos — ou possíveis ajustes futuros a eles — contradizem Génesis 1:1? Não. A Bíblia não especifica a idade exacta ‘dos céus e da Terra’. A ciência não contradiz o texto bíblico.

Qual foi a duração dos dias criativos?

Que dizer da duração dos dias criativos? Será que tinham literalmente 24 horas? Alguns afirmam que, pelo fato de Moisés (o escritor de Génesis) mais tarde ter se referido ao dia após os seis dias criativos como modelo para o sábado (dia de descanso) semanal, cada um dos dias criativos deve ter durado literalmente 24 horas. (Êxodo 20:11) Será que a fraseologia de Génesis apoia essa conclusão?
Não. O fato é que a palavra hebraica traduzida “dia” pode significar vários períodos, não apenas um de 24 horas. Por exemplo, quando resumiu a obra criativa de Deus, Moisés referiu-se a todos os seis dias criativos como apenas um dia. (Génesis 2:4) Além disso, no primeiro dia criativo, “Deus começou a chamar a luz de Dia, mas a escuridão chamou de Noite”. (Génesis 1:5) Aqui, apenas uma parte do período de 24 horas é definida pelo termo “dia”. Com certeza não há base nas Escrituras para declarar arbitrariamente que cada dia criativo foi de 24 horas.
Então, qual foi a duração dos dias criativos? A Bíblia não diz; no entanto, a fraseologia de Génesis, capítulos 1 e 2, indica que estavam envolvidos longos períodos.

Seis períodos criativos

Moisés escreveu seu relato em hebraico e fez isso da perspectiva de alguém na Terra. Esses dois fatores, mais o conhecimento de que o Universo já existia antes do começo dos períodos (ou dias) criativos, ajudam a eliminar grande parte da controvérsia sobre o relato da criação. Como assim?
Um exame do relato de Gênesis revela que os eventos iniciados no decorrer de um “dia” continuaram no dia ou dias seguintes. Por exemplo, antes de começar o primeiro “dia” criativo, a luz do já existente Sol estava, de alguma forma, impedida de alcançar a superfície da Terra, possivelmente por nuvens densas. (Jó 38:9) Durante o primeiro “dia”, essa barreira começou a dissipar-se, permitindo que a luz difusa penetrasse na atmosfera.
No segundo “dia” pelo visto a atmosfera continuou a clarear, criando um espaço entre as nuvens espessas no céu e o oceano abaixo. No quarto “dia”, a atmosfera já havia gradualmente clareado o suficiente para que o Sol e a Lua ficassem visíveis “na expansão dos céus”. (Gênesis 1:14-16) Em outras palavras, do ponto de vista de uma pessoa na Terra, o Sol e a Lua começaram a ficar visíveis. Esses eventos ocorreram de forma gradual.
O relato de Gênesis diz também que, ao passo que a atmosfera continuava a clarear, criaturas voadoras — incluindo insectos e criaturas com membranas alares — começaram a aparecer no quinto “dia”.
A narrativa da Bíblia deixa margem para a possibilidade de que alguns dos acontecimentos maiores durante cada dia, ou período criativo, ocorreram aos poucos, em vez de instantaneamente, e alguns deles podem ter se estendido até os dias criativos seguintes.

Segundo as suas espécies

Será que o fato de as plantas e os animais terem surgido progressivamente indica que Deus usou a evolução para produzir a vasta diversidade de seres vivos? Não. O registo diz de maneira clara que Deus criou todas as “espécies” básicas da vida vegetal e animal. (Génesis 1:11, 12, 20-25) Será que essas “espécies” originais de plantas e animais foram programadas com a capacidade de se ajustar às mudanças ambientais? O que define os limites da “espécie”? A Bíblia não diz. No entanto, ela diz que as criaturas viventes foram produzidas “em enxames segundo as suas espécies”. (Génesis 1:21) Essa declaração sugere que há um limite na variação que pode ocorrer dentro de uma “espécie”. O registo fóssil e a pesquisa moderna apoiam a ideia de que as categorias fundamentais de plantas e animais mudaram pouco no decorrer de longos períodos.
Ao contrário do que afirmam alguns religiosos fundamentalistas, Génesis não ensina que o Universo, incluindo a Terra e todos os seres que vivem nela, foi criado num curto período num passado relativamente recente. Em vez disso, aspectos da descrição de Génesis sobre a criação do Universo e do aparecimento da vida na Terra harmonizam-se com descobertas científicas recentes.
Por causa de suas crenças filosóficas, muitos cientistas rejeitam a declaração da Bíblia de que Deus criou todas as coisas. É interessante, porém, que no antigo livro bíblico de Génesis Moisés tenha escrito que o Universo teve um início e que a vida apareceu em estágios, progressivamente, ao longo de vários períodos. Como Moisés podia, 3.500 anos atrás, ter acesso a essas informações científicas tão exactas? Há uma explicação lógica. Aquele que teve o poder e a sabedoria para criar os céus e a Terra podia com certeza dar a Moisés esse conhecimento tão avançado. Isso dá peso à afirmação da Bíblia de que ela é “inspirada por Deus”. — 2 Timóteo 3:16.

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Grandes fracassos morais na História

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“Os antecedentes do Vaticano em relação ao Holocausto são um dos maiores fracassos morais na História — fracasso do qual a própria Igreja Católica ainda tem de se recuperar”, escreve o colunista James Carroll, no jornal The Boston Globe. Para apoiar sua afirmação, ele alista os seguintes dados históricos: “1929: os Pactos de Latrão entre Mussolini e Pio XI dão, ao Vaticano, liberdade e dinheiro; a Mussolini, o necessário prestígio. [1933]: o Vaticano assina uma Concordata com Hitler, seu primeiro êxito internacional. . . . 1935: Mussolini invade a Abissínia. Bispos católicos abençoam tropas italianas . . . 1939: Mussolini decreta o fim dos direitos dos judeus na Itália. O papa se cala. . . . 1942: o papa é informado por capelães militares italianos sobre o extermínio dos judeus. Em sua mensagem de Natal, ele lamenta o destino de ‘pessoas desafortunadas’ mortas por causa de sua raça, mas não menciona Hitler, a Alemanha nem os campos de morte. Mais uma vez, a palavra ‘judeu’ não é usada. . . . 1943: os alemães passam a perseguir os judeus na Itália, até mesmo em Roma, perto do Vaticano. O papa continua calado.”

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