quinta-feira, 15 de março de 2012

Nove meses de gravidez em 90 segundos

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Um jovem casal norte-americano decidiu registar os nove meses de gravidez, até ao nascimento da filha Amelie, através de um vídeo "stop motion" que revela o crescimento da barriga materna em 90 segundos. Está a ser um sucesso no Youtube. Veja o vídeo.




O "pequeno projeto de nove meses" começa com o jovem a beijar a barriga da companheira, como se do beijo da vida de tratasse, simbolizando o momento da conceção. E ali começa a odisseia de mudanças, da barriga materna e de todo o ambiente que envolve o casal, até ao nascimento da pequena Amelie Amaya.
O vídeo "stop motion" (técnica que utiliza a disposição sequencial de fotografias) foi a maneira escolhida pelo jovem casal para revelar ao mundo a alegria de serem pais.
Quando chega "a hora", a mãe aponta para o relógio e, após mais um beijo do pai na barriga, surge a bebé nos braços dos pais com a mensagem "Apresentando Amelie Amaya".
Publicado no Youtube no passado dia 7, o vídeo já tem perto de 700 mil visualizações, acompanhado de vários comentários que elogiam a iniciativa do casal, pela simplicidade como partilharam a sua felicidade em serem pais.

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quarta-feira, 14 de março de 2012

Portugal: Fortim da Areosa - Viana do Castelo

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O Forte da Areosa, também designado como Forte da Vinha ou Castelo Velho, mas melhor conhecido como Fortim da Areosa, localiza-se na povoação e freguesia de mesmo nome, no Concelho e Distrito de Viana do Castelo, em Portugal.
Fortificação marítima, foi edificado no contexto das Guerra da Restauração, com o objetivo de reforçar a defesa da costa atlântica do Minho, vulnerável a qualquer ataque da Armada espanhola, tal como outros fortes construídos no litoral entre Vila Praia de Âncora e Esposende na mesma época. Foi implantado ao Sul da enseada de Vinha, a norte do Forte de Santiago da Barra, em Viana do Castelo, para reforçar o cruzamento de fogos com esta fortificação, disposta na foz do rio Lima, e também com o Forte de Montedor.

Características

O forte, de pequenas dimensões e alçados simples, apresenta planta estrelada no estilo maneirista, sendo constituído por quatro baluartes laterais. A sua tipologia estrutural apresenta semelhanças com os fortes de Montedor e do Cão, cuja planimetria constituiu, à época, um avanço no sistema de defesa e vigia.
Acredita-se que este conjunto de fortes, no litoral do Minho, possa ter sido delineado pelo mesmo arquiteto.
Atualmente integrante da Região de Turismo do Alto Minho, encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público por Decreto publicado em 3 de Junho de 1970.
(Texto: wikipédia)

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terça-feira, 13 de março de 2012

Qual é a origem do ensinamento do inferno de fogo?

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Nas crenças da antiga Babilônia e Assíria “o mundo inferior . . . é retratado como um lugar cheio de horrores, e é presidido por deuses e demônios de grande força e ferocidade”. (The Religion of Babylonia and Assyria, Boston, EUA, 1898, de Morris Jastrow, Jr., p. 581) Uma evidência antiga do aspecto ardente do inferno da cristandade encontra-se na religião do antigo Egito. (The Book of the Dead, New Hyde Park, N. I., EUA, 1960, com introdução por E. A. Wallis Budge, pp. 144, 149, 151, 153, 161) O budismo, que data do 6.° século AEC, com o tempo apresentou infernos tanto quentes como frios. (The Encyclopedia Americana, 1977, Vol. 14, p. 68) Descobriu-se que gravuras do inferno, representadas nas igrejas católicas na Itália, remontam a raízes etruscas. — La civiltà etrusca (Milão, Itália, 1979), de Werner Keller, p. 389.
Mas as verdadeiras raízes desta doutrina que desonra a Deus são muito mais profundas. O conceito hediondo associado com um inferno de tormento é uma calúnia contra Deus e se origina do principal caluniador de Deus (o Diabo, cujo nome significa “Caluniador”), a quem Jesus Cristo chamou de “pai da mentira”. — João 8:44.


Baseado no Livro Raciocinios
Publicado pelas Testemunhas de Jeová

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Portugal: Fortificações da Praça de Valença do Minho - Viana do Castelo

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Valença do Minho é, por circunstâncias várias, a mais importante fortaleza do Alto Minho. No século XVII, no contexto das Guerras da Restauração da Independência Portuguesa, construiu-se uma impressionante fortificação abaluartada, de patamares sobrepostos para melhor aproveitar as condições topográficas do local, projecto grandioso que se assumiu como obra de propaganda e de ameaça face à vizinha Espanha.

As origens da cidade são, contudo, anteriores. Elas remontam à viragem para o século XIII e ao reinado de D. Sancho I, monarca que coutou a povoação e a entregou a Paio Carramundo, com a obrigação de a povoar e organizar. Face à natureza expansionista do bispo de Tui e do mosteiro de Ganfei, a fundação da localidade insere-se no processo de reconhecimento da autoridade régia no Alto Minho, que percorre grande parte da política real durante a primeira dinastia.

Imediatamente se terá construído um primitivo reduto defensivo, sucessivamente reformado ao longo dos séculos seguintes. Com foral a partir de 1217, e com cintura de muralhas datadas, muito provavelmente, da mesma época, Valença foi assumindo uma importância estratégica no contexto das relações do Minho com a Galiza, estatuto reforçado por ser o principal ponto de passagem entre as duas regiões.

O que resta da fortaleza medieval data do reinado de D. Afonso III. Em 1262, o rei ordenou uma grande reforma do sistema militar da vila, cujas muralhas passaram a abarcar toda a povoação. Desconhecemos, em grande parte, a sua configuração, pelas múltiplas transformações posteriores, mas restam ainda alguns vestígios que podemos atribuir a essa época.

Na Porta do Açougue, virada a Norte, é ainda possível verificar a existência de um escudo medieval na pedra de fecho. A porta da Gabiarra, voltada a nascente, era a principal entrada na fortaleza, dando para a zona ribeirinha e para a barca que fazia a travessia do Minho. Assumia-se como uma entrada triunfal, de grande impacto cenográfico e onde se concentravam os elementos identificativos do patrocínio régio, compondo-se por uma passagem ladeada harmonicamente por duas imponentes torres quadrangulares.

No final da Idade Média, como desenhou Duarte d'Armas, a fortaleza afonsina foi complementada por barbacãs e por uma couraça, elementos que revelam a sua importância no período de transição para a guerra de pólvora.

Chegados ao século XVII, Valença era uma das localidades mais expostas aos ataques espanhóis, cujas tropas a tentaram tomar em 1643 e 1657. A localização privilegiada no curso do Minho e as condições do terreno possibilitaram a construção de uma das mais significativas realizações militares da História de Portugal. O projecto ficou a dever-se a Miguel de l'Escole, engenheiro militar com outros trabalhos documentados em fortalezas do Alto Minho, arrancando as obras em 1661. Estas, só ficaram formalmente concluídas em 1713, ano em que uma planta do seu último arquitecto, Manuel Pinto de Vilalobos, a dá como concluída, embora existam referências à construção de baluartes nos anos seguintes.

Meio século de trabalhos alteraram radicalmente a fisionomia de Valença e a relação da localidade com o rio, separados, a partir daí, por uma gigantesca malha de baluartes e de patamares comunicantes entre si através de fossos e de passagens superiores. Planimetricamente, a nova fortaleza dividia-se em duas áreas, ainda hoje bem vincadas, inter-ligadas pela Porta do Meio: a Norte, abrangendo o velho núcleo medieval, a "Vila", onde se concentrava o grosso da população e os principais equipamentos sociais; a Sul, correspondendo a uma área menor, mas praticamente desimpedida de construções, a "Coroada". A rodear os dois espaços urbanos, uma densa malha de baluartes, revelins e fossos isolava a cidade e permitia uma ampla área de visibilidade e de fogo.

Obra maior da nossa História, Valença foi restaurada ao longo do século XX e prepara-se, na actualidade, para se candidatar a Património da Humanidade.

Forte Valença do Minho - www.monumentos.pt - 2
Forte Valença do Minho - www.monumentos.pt - 3
Forte Valença do Minho - www.monumentos.pt - 4

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segunda-feira, 12 de março de 2012

Portugal: Forte ou Castelo de Santiago da Barra - Viana do Castelo

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Viana da Foz do Lima era em meados do século XV um dos grandes portos marítimos portugueses, mantendo contactos comerciais com Galiza, Flandres e França. Quando ao longo de toda a centúria de Quinhentos a vila conheceu um período de crescimento económico, aumentando a sua população e alargando o perímetro urbano, a capacidade defensiva das muralhas medievais tornou-se insuficiente, sobretudo no que respeitava à barra do rio Lima. Assim, D. Manuel mandou construir, cerca de 1502, uma pequena fortaleza abaluartada no campo de Santa Catarina, situado no extremo oeste da vila, que passaria a ser designada como Torre da Roqueta. Esta fortaleza levanta inúmeras questões quanto à sua construção, uma vez que a Roqueta terá possuído um baluarte prolongado para o rio, destruída em campanhas de obras posteriores. Desta forma, a torre teria a mesma tipologia da fortaleza construída em Belém por ordem de D. Manuel, e ao confirmar-se a construção da Roqueta vianense antes de 1515, este exemplar reveste-se da maior importância na história da arquitectura militar portuguesa, uma vez que terá sido um protótipo para a edificação da torre lisboeta.
Em 1568, já depois de D. Sebastião ter outorgado a Viana o título de notável, a Câmara de Viana decidiu construir na entrada marítima da vila um forte que proporcionasse uma melhor defesa da barra do Lima. Entre 1568 e 1572 é construído junto à Torre da Roqueta um pequeno forte de planta rectangular que aproveitava a fortaleza manuelina como cunhal sudoeste da sua muralha. Durante o reinado de Filipe I o forte de Viana foi completamente remodelado e ampliado; em 1589, por ordem do monarca, iniciaram-se as obras de construção da fortaleza de Santiago, segundo renovadas técnicas de arquitectura militar, prolongando-se a sua construção até 1596. O forte voltaria a receber obras de remodelação entre 1652 e 1654, a mando de D. Diogo de Lima, governador de armas de Entre Douro e Minho, e em 1700 foi cavado um fosso à volta dos panos da muralha virados a terra. Actualmente o Forte de Santiago da Barra é sede da Região de Turismo do Alto Minho.
Traçado por Filippo Terzi, o Forte de Santiago é uma edificação de planta poligonal constituída por muralhas de perfil trapezoidal, reforçadas por baluartes triangulares nos vértices voltados a terra, havendo com guaritas de planta circular nos cunhais. A entrada na fortaleza é feita por ponte larga sobre o fosso que a circunda, conduzindo a um portal de arco de volta perfeita ladeado por pilastras, encimado pelo brasão de D. João de Sousa, governador do forte em 1700, e rematado na cornija pelo escudo de Portugal. No interior do forte, ao qual se tem acesso por um corredor abobadado, pode ver-se ao fundo o edifício principal, de planta rectangular de três registos com alçado ritmado por três portais, sendo o principal enquadrado por arco de volta perfeita rematado com cartela e ladeado por colunas encimadas por balaústres em meio relevo, rematado pelo escudo real. Os portais laterais são de moldura em arco de volta perfeita sem decoração. Ao longo de toda a fachada foram abertas janelas em ambos os registos. O edifício possui ainda janelas de mansarda. A norte situa-se a Capela da Santiago, de planta longitudinal, com capela-mor rectangular e frontispício terminado em empena, com sineira à direita. Fronteiro a esta situa-se o paiol, edifício de planta quadrangular de um registo, com portal de volta perfeita encimado pelo escudo de Portugal e rematado em empena triangular. Integrada na zona sudoeste da fortaleza, situada num terraço que se forma no segundo registo, ergue-se a Torre da Roqueta, com entrada pelo adarve, através de rampa. Flanqueada exteriormente com quatro pequenas torres e rodeada por um pequeno fosso, a Roqueta possui corpo rectangular com dois registos, um terraço com adarves e as armas do rei D. Manuel esculpidas na fachada.
Forte Santiago da Barra - Viana do Castelo - Foto Maria Ines Dias - 2006 - IPPAR - 3
Forte Santiago da Barra - Viana do Castelo - Foto Maria Ines Dias - 2006 - IPPAR - 4

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domingo, 11 de março de 2012

Portugal: Forte no Lugar de Paimogo (ruínas) Ou Forte de Nossa Senhora dos Anjos de Paimogo – Lourinhã - Lisboa

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O Forte de Nossa Senhora dos Anjos de Paimogo foi construído no contexto de guerra contra Espanha, após a proclamação da Independência de Portugal em 1640. Na sua origem esteve o conde de Cantanhede (mais tarde Marquês de Marialva), D. António Luís de Meneses, que promoveu a edificação do conjunto com vista a uma mais efectiva defesa desta parcela do território (que abrange, numa mesma linha de visibilidade, Peniche e a costa até à Serra de Sintra), em constante ameaça marítima por tropas espanholas, mas também por corsários e piratas ao serviço de outras coroas europeias.
Ao que tudo indica, a sua construção estaria concluída em 1674, sendo o forte de planta quadrangular, reforçada nas extremidades por guaritas de secção circular, cobertas por abóbada cónica.
O local onde se ergue o forte não é apenas importante no que diz respeito ao património edificado. Muito próximo, nas arribas fósseis que caracterizam a zona, foi identificada uma área de nidificação de dinossauros, onde se conservavam vários ovos e restos embrionários de terópodes e outros animais do Jurássico Superior.

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sábado, 10 de março de 2012

Portugal: Forte de São Miguel Arcanjo ou Forte do Morro da Nazaré - Leiria

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O Forte de São Miguel Arcanjo, também referido como Forte do Morro da Nazaré, localiza-se na vila da Nazaré, no extremo do promontório, a mais de 80 metros de altura. Frente a ele encontra-se a  Pedra do Guilhim, um enorme rochedo batido pelas ondas.
História
A primitiva estrutura remonta ao reinado de D. Sebastião (1557-1578), que ali determinou erguer uma fortificação para defesa do povoado piscatório do monte da Pederneira (1577), por cujo porto era escoada a madeira do Pinhal d’El Rey (Pinhal de Leiria) e cujos estaleiros já possuíam importância económica de vulto à época.
Essas obras, entretanto, só ganhariam impulso durante a Dinastia Filipina, quando o rei D. Filipe II (1598-1621), por volta do ano de 1600, determinou reconstruir a primitiva fortaleza de acordo com a planta do arquitecto florentino Giovanni Vicenzo Casale.
Necessitando de reparos no início do século XVII, à época da Guerra de Restauração da independência portuguesa a Coroa determinou a sua modernização e ampliação (1644), quando adquiriu a sua actual conformação.
É um notável monumento militar maneirista, característico da defesa da costa, com planta longitudinal irregular adaptada ao promontório sobre o qual assenta. Possui um baluarte em cada ângulo, grossas muralhas diversas vezes restauradas, com contrafortes, ameias e frestas, dispondo de uma original Praça de Armas no 2º piso. Por cima da porta de entrada, sob um lintel, uma imagem em baixo-relevo de S. Miguel Arcanjo e a legenda “El-Rey Dom Joam o Quarto – 1644”.
Durante a 1ª Invasão Francesa (Junot – 1807/1808), esteve ocupado por soldados de Napoleão I, que a população do Sítio e da Pederneira ajudou a expulsar, tornando-se assim num símbolo da resistência popular.
Em 1903, foi instalado um farol nas suas dependências, com a função de auxílio à navegação naquele trecho do litoral.
O Farol da Nazaré, activo até hoje, com um alcance luminoso de quinze milhas náuticas, completado por um sinal sonoro de aviso em dias de nevoeiro intenso.”
(Fonte: pt.wikipedia)

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sexta-feira, 9 de março de 2012

Pão de Alho

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Composição:
1 pão - baguete
220 gr de manteiga
2 alho

Preparação
Corta-se o pão em fatias. Barra-se cada fatia de ambos os lados com a manteiga amolecida e alho. Embrulha-se o pão em folha de papel vegetal bem untada. Mete-se no forno a cerca de 50 graus durante 15 minutos.

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Açôrda de Camarão

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Composição:
1/2 kg de camarão
1/2 kg de pão alentejano
1 molho(s) de coentros
5 colher (sopa) de azeite
5 dente(s) de alho
4 ovos
q.b. de sal
q.b. de pimenta preta moída
q.b. de piripiri


Preparação:

1.Coza o camarão em água temperada de sal.2.Descasque-o depois de cozido, e introduza as cascas e as cabeças na água da cozedura(reserve alguns com casca para a decoração).3.Leve a água ao lume com as cascas e cabeças dos camarões, deixe ferver até reduzir um pouco.4.Retire do lume triture e passe em seguida pelo passador.Reserve este caldo e deixe arrefecer.5.No caldo que reservou, e frio ponha o pão de molho.6.Leve um recipiente ao lume com os alhos esmagados e o azeite, deixe fritar os alhos mas sem ficarem escuros. Retire os alhos.7.Esprema o pão e introduza-o no azeite, vai-se deitando um pouco da água onde o pão esteve demolho, mexe-se muito bem.8.Quando a açôrda estiver pronta introduza-lhe o camarão descascado e metade dos coentros picados. Tempere de sal, pimenta e piri-piri.9.Numa caçarola de vidro bem quente, deite a açôrda, enfeite-a com os camarões que reservou, e abrem-se os ovos colocam-se por cima e polvilha-se tudo com os restantes coentros picados.10.Quando estiver na mesa envolva os ovos na açorda com a ajuda de duas colheres, e sirva.

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Sopa de Cação

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Composição:
1/2 dl de azeite
1/2 kg de cação
1 cebola(s)
1 ramo(s) de salsa
2 dente(s) de alho
1 folha(s) de louro
q.b. de colorau
q.b. de pimenta preta
q.b. de orégãos
q.b. de coentros
q.b. de farinha de trigo
q.b. de sal
q.b. de vinagre


Preparação:
Num tacho faz-se um pequeno refogado com a cebola, os alhos, a salsa e a folha de louro. Quando estiver refogado, acrescenta-se o colorau, a pimenta e os orégãos. Põe-se água quanto baste e quando estiver a ferver põe-se o cação. Depois de cozido, desfaz-se a farinha em um pouco de água e deita para dentro da sopa para engrossar o caldo. Depois de pronta, deitar o vinagre e os coentros e servir com fatias de pão no prato.



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Almendrados

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Preparação:

Bata o açúcar com a clara de ovo e junte as amêndoas cortadas às lamelas muito finas. Adicione a farinha de trigo e misture bem. Unte uma lata de ir ao forno com manteiga e ponha por cima um papel pardo que deverá ser também untado com manteiga. Com uma colher de sopa deite a massa aos montinhos e leve ao forno a cozer.



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Migas à Alentejana

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Ingredientes:
500 g de entrecosto ;
250 g de lombo ou de costelas de porco (sem osso) ;
150 g de toucinho salgado ;
800 g de pão de trigo caseiro (duro) ;
3 dentes de alho ;
3 colheres de sopa de massa de pimentão ;
sal

Confecção:

Corta-se o entrecosto e a carne em pedaços regulares e barram-se bem com os alhos pisados e a massa de pimentão. Deixa-se ficar assim de um dia para o outro.Corta-se o toucinho em bocadinhos. Numa tigela de fogo (tigela de barro vidrado muito estreita na base e larga em cima) levam-se a fritar as carnes e o toucinho juntando uma pinguinha de água (para não deixar queimar). Retiram-se as carnes à medida que forem alourando.A gordura (pingo) resultante da fritura das carnes é passada por um passador.Tem-se o pão cortado em fatias. Deita-se o pão na tigela, rega-se com um pouco de água a ferver e bate-se imediatamente com uma colher de pau, esmagando-o. Tempera-se com o pingo necessário, batendo as migas. Estas devem ficar bem temperadas mas não encharcadas de gordura.Sacode-se a tigela, sobre o lume, enrolando as migas numa omeleta grossa.A esta operação dá-se o nome de enrolar as migas.Quando as migas estiverem envolvidas numa crosta dourada e fina, colocam-se na travessa, untam-se com pingo e enfeitam-se com as carnes.
Variante: As migas não são obrigatoriamente enroladas. Podem servir-se com o aspecto de uma açorda grossa (no sentido que a palavra tem no resto de País).
Em Alter do Chão, quando as migas não se enrolam, servem-se com fatias de pão frito e gomos de laranja.
O entrecosto pode ser suprimido aumentando-se a quantidade de carne de febra.
Os dentes de alho podem ser fritos no pingo e retirados antes de se juntar o pão.

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Portugal: Forte do Cão - Vila Praia de Âncora - Viana do Castelo

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Edificado durante o período da Guerra da Restauração, o Forte do Cão tinha como objectivo reforçar a defesa da costa portuguesa perante a ameaça da armada espanhola, nomeadamente a zona fronteiriça do Minho. A tipologia estrutural desta fortaleza apresenta evidentes semelhanças com as fortificações implantadas entre Vila Praia de Âncora e Esposende, cuja planimetria das mesmas constituiu na época um avanço no sistema de defesa e vigia.
Possivelmente estas fortalezas foram delineadas pelo mesmo engenheiro, como integrantes de um plano construtivo de novas fortificações que iriam reforçar a linha de fogo das fortalezas já existentes. Na região limítrofe de Viana da Foz do Lima, existem duas fortalezas, a de Areosa e de Montedor, que têm a mesma concepção geral que o Forte do Cão.
A estrutura do forte, embora de pequenas dimensões, permite que seja classificado como uma verdadeira fortaleza. De planta estrelada, possui quatro baluartes, dois menores unidos por face curva, voltados ao mar, e dois de maiores dimensões junto ao frontespício. O alçado do forte apresenta uma estrutura muito simples e austera, havendo vestígios da existência de um balcão entre o baluarte esquerdo e a face curva da fachada posterior.
Forte do Cão - Caminha - www.monumentos.pt - 1

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quinta-feira, 8 de março de 2012

Portugal: O Forte de Nossa Senhora das Mercês de Catalazete

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Enquadramento
Urbano, destacado, isolado, implantado junto à orla marítima, entre o Forte do Areeiro e a Feitoria.
Descrição
De planta pentagonal irregular, o edifício apresenta volumetria escalonada sendo a cobertura efectuada por terraço. Alçado principal (a N.) vazado a eixo por portal de verga recta e emolduramento simples de cantaria. No perímetro murado da construção, na face virada a S., a abertura de 9 canhoneiras, distribuídas pelos diferentes alçados (4 no lado orientado a SO., 4 no lado orientado a SE., e 1 do lado O.). Na parte virada a S., 3 guaritas - de planta circular e cobertura cónica - coincidentes com os vértices da estrutura murária. No INTERIOR distingue-se incorporada uma outra estrutura de planta trapezoidal, em plano altimétrico dominante: definida por muros animados por guaritas é servida do lado N. (adossado à face interna do alçado principal) por compartimentos rectangulares destinados a serviços de apoio. Voltado a S. edifício de 2 pisos, de planta rectangular, volumetria paralelepipédica e cobertura efectuada por telhado a 4 águas.
Época Construção
Séc. 18
Cronologia
1762 - construção de uma bateria composta por parapeito de alvenaria, entre a Feitoria e o Forte de Santo Amaro ou do Areeiro, tendo por finalidade o reforço das defesas da fortaleza de São Julião da Barra, construindo-se, poucos anos mais tarde, um muro de pedra e cal que fechou o recinto; 1763, Jan. - visita do Tesoureiro-Geral da Marinha ao então designado Forte Novo das Mercês, costatando-se que o mesmo se encontrava artilhado com 9 bocas de fogo (7 de ferro de calibre 24 e 2 de bronze de calibre 40) e a sua guarnição sob o comando do Capitão Sebastião Pereira de Mesquita; 1777 - o forte, apesar de artilhado (com 10 peças) e municiado (com 276 balas), encontrava-se entregue a uma família de paisanos que o habitava, para fins de conservação e guarda, nessa data ainda a fortificação era aberta pelo lado de terra; 1793 - obras de conservação; 1796 - o forte encontrava-se então artilhado com 10 bocas de fogo (de calibre 24); 1804 - a guarnição do forte era de 2 cabos e 13 soldados; 1805 - o forte estava artilhado com 11 bocas de fogo (de calibre 24) e guarnecido com 2 cabos de esquadra e 16 soldados de Pé de Castelo; 1824 - o forte era governado pelo tenente-coronel Pedro José Botelho de Gouveia (tendo-se mantido artilhado e quase sempre guarnecido, mesmo após a Guerra Peninsular, ao contrário do verificado com a maioria das fortificações costeiras); 1824, Set. a Dez. - o governo do forte é confiado ao tenente-coronel José Inácio Tinoco de Sande Vasconcelos; 1825 - nomeação do tenente-coronel das Companhias Provisórias de Angola Luís António de Mendonça como governador do forte; 1831 - encontrava-se o forte artilhado com 6 bocas de fogo (de calibre 36) e guarnecido por 1 sargento, 1 cabo e 20 soldados de artilharia, tendo-se procedido a disparos por ocasião do ataque da esquadra francesa do almirante Roussin, os quais constituiram, ao que parece, a única acção bélica efectuada pela fortificação de Catalazete; no final desse ano o forte é reedificado; 1832 - o forte (artilhado com 10 bocas de fogo) estava sob o comando do major José Joaquim de Santana; 1833 - não tendo tomado partido por nenhuma das facções (absolutista ou liberal), durante a Guerra Civil, o forte é evacuado pela sua guarnição; 1851 - apesar de nominalmente sob o comando do tenente-coronel Pedro Celestino de Barros, o forte encontra-se com efeito desactivado, em mau estado de conservação e apenas habitado por um soldado veterano; 1856 - apesar do estado de ruína em que se encontrava o forte (cuja reparação é então orçada em 1 conto de reis) o major José Maria Guedes Trinité é nomeado seu governador; 1872 - ocupava o cargo de governador do forte o capitão reformado Barão de Sabroso; 1888, Out. - celebração de um contrato de arrendamento do forte ao Conselheiro João José Mendonça Cortês (pela quantia de 30$000 reis anuais e por um período de 9 anos), conhecido por João das Máquinas (pela sua dedicação aos inventos mecânicos), o qual transforma a antiga fortificação em sua residência e de sua esposa D. Elisa de Miranda Pereira de Meneses (filha dos viscondes de Meneses); 1897 - no seguimento de demanda judicial por não pagamento do aluguer, João José Mendonça Cortês é obrigado a abandonar o forte; 1899 / 1910 - é nomeado governador do forte o major reformado José Joaquim da Costa Bento; 1937 - no forte residiam várias famílias do pessoal da Direcção do Serviço de Obras e Propriedades Militares; 1941 - o ciclone de Fevereiro deste ano danifica consideravelmente a antiga fortificação; 1942 - por ocasião da abertura da avenida marginal e afim de que o forte fosse restaurado no âmbito do arranjo paisagístico da orla marítima as autoridades militares entregam-no ao Ministério das Finanças, que o cede seguidamente à Junta Autónoma das Estradas; 1952 - apesar de cedido à Brigada Naval da Legião Portuguesa (para ampliação da Colónia de Férias Dr. Pedro Teotónio Pereira), o forte permanece como residência de famílias do pessoal da Direcção do Serviço de Obras e Propriedades Militares, cujo processo de despejo se arrasta; 1954 - a Legião Portuguesa desiste de tomar posse do forte, devolvendo-o ao Ministério das Finanças; 1955 - conclui-se finalmente o processo de despejo dos residentes no forte e inicia-se uma campanha de obras de restauro; 1958 - o forte é entregue, como Colónia de Férias, à Mocidade Portuguesa; 1959, 17 Janeiro - inauguração das obras de adaptação do forte a pousada; 1973 - o antigo forte (convertido em colónia de férias) é entregue ao Secretariado para a juventude; 1977 - a antiga fortificação é entregue à Associação Portuguesa de Pousadas de Juventude.
Tipologia
Arquitectura militar, setecentista. Forte costeiro.
Dados Técnicos
Paredes autoportantes
Materiais
Alvenaria mista, reboco pintado, cantaria de calcário, estuque, ferro forjado, madeira.

Autor e Data: Teresa Vale e Maria Ferreira 1999 – Monumentos.pt
Mais Ligações em: pt.wikipedia

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quarta-feira, 7 de março de 2012

Portugal: Forte ou Reduto de Olheiros ou Forte do Canudo ou Forte da Boavista – Torres Vedras - Lisboa

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Integrando o sistema defensivo erguido para organizar a defesa de Lisboa após a segunda invasão francesa da Guerra Peninsular, em 1809, o Forte de Olheiros (também conhecido por Forte do Canudo) ergue-se no topo de um dos morros que bordejam o vale de Torres Vedras. O reduto insere-se no projecto de defesa da capital traçado pelo General Wellesley, futuro duque de Wellington, com vista ao reforço das condições naturais de defesa em torno da capital, dificultando e atrasando a entrada das tropas napoleónicas na cidade, flanqueando-lhes as posições em Torres Vedras, e permitindo maior controle da via principal de ligação entre Coimbra e Lisboa. A proximidade do Oceano ainda facilitava a eventual retirada do exército inglês, em caso de derrota militar, bem como a aportagem de novos contingentes britânicos. O conjunto de fortificações então construídas deve ser entendido num contexto político bastante mais abrangente do que o português, cujo território foi utilizado pela França e pela Inglaterra, as duas superpotências de inícios de oitocentos, para disputar a hegemonia europeia. Foram na ocasião levantadas cerca de centena e meia de obras militares, incluindo grandes redutos e pequenos fortins, a par de construções civis adaptadas, trincheiras, obras de hidráulica, e uma rede de estradas. As fortificações pontuam os cumes de maior altitude a norte de Lisboa, entre o Tejo e o Atlântico, e são conhecidas pela designação geral de Linhas de Torres Vedras.
O Forte de Olheiros é fronteiro ao vasto complexo fortificado de São Vicente, considerado o mais importante forte das Linhas. Era a fortificação nº 23, e o ponto mais a norte, da primeira Linha de defesa, entre Alhandra e a Foz do Sisandro. A planta é poligonal irregular, com c. 45 metros de comprimento por c. 19 metros de largura máxima, muito semelhante (apesar da menor dimensão) à do Reduto nº 14, ou Forte Grande do Sobral. Apresenta um fosso bem marcado e profundo, com revestimento de pedra, sobre o qual existe um passadiço dando acesso ao interior do forte. A fortificação é circundada por muralha num perímetro de c.1.500 metros, com escarpa em alvenaria de pedra bem conservada, de 2 metros de altura, e barreira de protecção na entrada (original). Contabilizam-se onze canhoneiras nas cortinas, com plataformas para peças de artilharia pavimentadas por lajetas com pendente, de forma a contrabalançar a reacção do tiro; serviriam 7 canhões ou peças de artilharia, cinco de calibre nove e cinco de calibre seis. Existe ainda um paiol, coberto por laje de betão armado aplicada em data desconhecida. O forte, tal como as restantes fortificações das Linhas, foi desarmado e abandonado em 1818, três anos após a Convenção de Viena.
No recinto encontram-se também duas cisternas, construídas recentemente pela Câmara Municipal de Torres Vedras, que abastecem as imediações.

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