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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Lago Ness influenciado pela deformação dos fundos marinhos

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As marés do mítico lago (Loch) Ness, na Escócia, não são provocadas apenas pela força gravitacional da lua e do sol, sendo também “influenciadas pela deformação dos fundos marinhos costeiros”, segundo revela um estudo de uma investigação realizada por uma equipa do National Oceanographic Centre, em Liverpool (Reino Unido), que contou com a participação do investigador do Centro de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR) da Universidade do Porto, Machiel S. Bos.

“Este lago, que está a 13 quilómetros da costa do mar do Norte, tem uma maré controlada por um processo chamado ‘carga de maré oceânica’”, ou seja, “à medida que a maré oceânica sobe e desce, a superfície da Terra sobe e desce igualmente, afectando os sistemas que estão mais próximos da costa”, refere o comunicado.
Assim, “utilizando uma série de sensores de pressão em seis locais do Loch Ness, que mediam a altura da água, os investigadores mediram uma maré com uma amplitude de 1.5 milímetros”, sublinha ainda a nota do CIIMAR, acrescentando que com este estudo, fica demonstrado que “as alterações de nível da massa de água oceânica ao longo da costa devido às marés deformam os fundos marinhos, provocando a elevação e afundamento da Grã-Bretanha a cada 12 horas e 25 minutos”.

O centro ressalva que esta abordagem usando sensores de pressão é mais sensível que os métodos usando GPS (Posicionamento global por satélite).


O trabalho foi recentemente publicado pelo
«Journal of Geophyical Research» e, em declarações à BCC, os investigadores Woodworth, David Bos Pugh e Machiel Bos afirmaram que esta técnica de medição de precisão poderia ser usada noutros lagos do mundo para que se possa entender melhor como a crosta terrestre se deforma em resultado dos movimentos do oceano.

Ciência Hoje

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Monte Branco — o “teto” da Europa

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DESDE criança, o naturalista suíço Horace-Bénédict de Saussure (1740-1799) era fascinado pelo imponente maciço conhecido hoje como Monte Branco (Mont Blanc, em francês). Impressionado pela inacessibilidade desse gigante dos Alpes, ele ofereceu um prêmio para o primeiro alpinista que conseguisse chegar ao ponto mais elevado — a 4.807 metros de altura. Os primeiros esforços organizados nesse sentido foram feitos em 1741. Mas foi só em agosto de 1786 que o cume do maciço, o próprio Monte Branco, foi alcançado por dois moradores da cidade de Chamonix, França. Chamavam-se Jacques Balmat, um garimpeiro de cristais, e Michel-Gabriel Paccard, que era médico. No ano seguinte, Saussure chegou ao ponto mais alto da Europa com uma expedição científica e, em 1788, escalou o Col du Géant e ficou ali por 17 dias. Essas foram as primeiras façanhas do alpinismo como modalidade esportiva de que se tem registro.
Em 1855, uma equipe liderada por guias italianos conquistou outro lado do Monte Branco, mais desafiador que o primeiro. Apenas nove anos depois, o pico foi alcançado pelo lado italiano. Esses primeiros aventureiros corajosos escalaram sem equipamentos modernos, usando apenas bastões com ponta de ferro. O geógrafo Giotto Dainelli disse que, naquela época, “a conquista de um pico, partindo da base da montanha e seguindo rotas totalmente desconhecidas, exigia preparação física e fibra moral que os alpinistas atuais talvez nem consigam imaginar”. Hoje, até mesmo os cantos mais remotos desse maciço foram alcançados várias vezes.

No passado, o Monte Branco era considerado uma região inexplorada, apesar de estar localizado bem no centro da Europa. O primeiro documento conhecido a identificá-lo data de 1088 EC. Uma planta de localização que pertencia a monges beneditinos de Chamonix o chama de rupes alba, que significa “montanha branca”. Por séculos, porém, as pessoas da região o chamavam de Montanha Amaldiçoada por causa dos dragões e demônios lendários que se dizia habitarem ali. Parece que o nome Monte Branco apareceu pela primeira vez numa figura em 1744, mostrando que sua reputação logo deixaria de ser sinistra.

Visto de longe

Apenas de avião é possível ver o inteiro maciço do Monte Branco. Ele cobre uma área de cerca de 600 quilômetros quadrados, sua área mais elevada tem uns 50 quilômetros de comprimento — que separa Itália, França e Suíça — e tem vários picos com mais de 4 mil metros de altura. O maciço é composto de granito e xisto cristalino, que foram formados no fundo da crosta terrestre. Geólogos o consideram uma cadeia montanhosa jovem, de “apenas” 350 milhões de anos. Agentes atmosféricos e geleiras modificaram a rocha granítica, que hoje apresenta rachaduras, topos pontiagudos, picos e pináculos de uma beleza incomparável e extremamente interessantes para os alpinistas.

Visto de perto

Mesmo quem não é alpinista profissional pode ver de perto a parte central do maciço usando o teleférico, que começou a funcionar em 1958. O ponto mais alto alcançado pelo teleférico é o Aiguille du Midi, que fica 3.842 metros acima do nível do mar e oferece uma incrível vista panorâmica do Vale Chamonix.
Hoje, do ponto de vista topográfico, o Monte Branco não esconde mais nenhum segredo. Ele oferece um lindo espetáculo, principalmente ao amanhecer e ao anoitecer, quando os raios solares pincelam os lados rochosos do “teto” da Europa com todos os tons de vermelho, conferindo ao seu granito um aspecto flamejante.

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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Zimbabwe — enigma da Rodésia

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NO CORAÇÃO da grande estepe rodésia, não muito longe da região sudeste do Forte Vitória, o viajante encontrará as ruínas de uma grande cidade-fortaleza, seus restos se espalhando por ampla área. Muito surpreendente é o complexo de vastas estruturas que ocupam o centro da área, muitas das quais ainda estão de pé. Quem as construiu? Ora, numa terra usualmente associada com choupanas, eram necessárias? E quando foi que isto ocorreu? Estas são as perguntas que passam pela mente à medida que a pessoa se coloca no meio destas antigas ruínas e contempla o círculo distante de montanhas azul-enevoadas.
Zimbabwe — pois este é o nome destas ruínas — tem constituído um enigma por longo tempo. Os antigos viajantes relataram a sua existência há diversos séculos — naquele tempo relacionando a localização com a terra de Ofir, da qual Salomão obteve suas reservas de ouro. Daí, por longo tempo, Zimbabwe de novo ficou perdida. Ninguém conhecia a sua localização. Muitos duvidavam da sua existência. Mas, em 1868, um caçador de marfim deu de encontro com o local. Imagine sua surpresa ao descobrir tais evidências de uma cidade antiga no meio do mato! Deve ter sido como um sonho.
Não resta muito mato por aqui agora. Com efeito, há acomodações para turistas e toda oportunidade de se examinar o local despreocupadamente. Não gostaria de fazer exatamente isso? Podemos anteceder a excursão com informações de que Zimbabwe, pronuncia-se Zim - bá - ue, tem, segundo se pensa, o significado de “a casa do chefe”.

Uma Maravilha Após Outra

Primeiro, ao nos aproximarmos do Grande Recinto ou Templo, confrontamos uma parede tão alta que se assemelha a uma simples rocha escarpada. Tem cerca de nove metros e meio de altura, quatro metros e meio de grossura na base e chega quase a três metros no pico, e envolve completamente o Recinto. Ao nos aproximarmos, notamos que é construída de pedra de granito, cortada e modelada de tal modo que torna o betume desnecessário. Em fila indiana, passamos por uma das entradas estreitas até o interior, e literalmente arquejamos ao ver as extensivas ruínas, ocultando tênuemente um sistema de recintos, plataformas, passagens e colunas.
Neste ponto, achamo-nos no que é chamado de Recinto da Plataforma, e podemos dentro em breve ver os restos da plataforma erguida, de onde derivou o nome. Atravessando o recinto em direção à plataforma, entramos numa área mais ou menos triangular por trás dela, conhecido como o Recinto Sagrado. Ali, no meio, ergue-se sólida pedra cônica com cimo achatado, tendo mais de cinco metros de diâmetro na base, e diminuindo magistralmente aos poucos. Perto se ergue um segundo cone truncado menor. Tem-se sugerido que estes juntos representam os símbolos masculino e feminino da adoração fálica.
À medida que o Recinto Sagrado se afina em direção ao nordeste, entramos a seguir por uma longa e estreita passagem, com mais de 60 metros de comprimento, e, em certos lugares, apenas o suficientemente larga para avançar uma fila indiana. Olhando-se para cima, para o céu azul que emoldura a pequena abertura entre estas paredes altaneiras, não se pode deixar de admirar quem foram os construtores. A pergunta também ocorre: Será que os antigos sacerdotes usavam certa vez esta passagem particular que levava do Recinto Sagrado à entrada norte do Recinto do Templo?
Voltando de novo ao céu aberto, fora da elevada muralha exterior, pausamos para admirar a interessante moldura em ziguezague que corre ao longo da parede perto de seu topo. Um ônibus nos leva agora para ainda outra modalidade de Zimbabwe, A Acrópole, uma colina escarpada em cujos lados podemos observar seções de uma muralha de pedra que se apega à fachada a cerca de 76 metros acima de nós. Começamos a subir e não demora muito até que achamos que os degraus cortados na colina tornam mais fácil a subida. Mas, estes se tornam cada vez mais estreitos e íngremes ao subirmos. Quão considerada foi a direção do parque em suprir estes bancos para se descansar!
Lá vamos nós, subindo cada vez mais, e a subida fica cada vez mais íngreme, até que chegamos ao que se parece uma rachadura na face da rocha. Resulta ser uma passagem estreita entre duas gigantescas pedras arredondadas, que só permitem que se passe apertadamente entre elas — e subitamente lá se está. Sim, emergimos da passagem apertada em um platô, com maravilhosa vista da região por quilômetros ao redor. Voltadas para dentro, em direção ao centro da colina, muralhas de pedra se erguem de novo diante de nós, a mais de sete metros e meio de altura. Há uma pequena passagem coberta, tão baixa que precisamos agachar-nos para passar por ela, e aqui, estamos, no meio do que resta desta fortaleza na colina. A pergunta incomodativa é: Quem a construiu?
Aqui há eiras de nível dividido, muralhas divisórias de pedra, passagens serpenteantes, e, à nossa esquerda, uma área circunscrita. Há muitas evidências de alterações e de reconstruções inferiores. Torna-se claro que mais de um povo viveu aqui. No fim de uma longa passagem, saímos no Recinto Ocidental. Daqui se tem uma grandiosa visão do vale lá embaixo, e do inteiro Recinto do Templo que visitamos antes. Degraus escarpados descem daqui. Mas, nós iremos para o Recinto Oriental, pois diz-se que este era o ponto focal de todas as cerimônias religiosas dos habitantes antigos de Zimbabwe.

Especulações
Entre aqueles que têm investigado Zimbabwe há ampla divergência de opinião quanto à sua idade e seu uso, tanto assim que tudo ainda constitui um enigma. Há aqueles que afirmam que o inteiro complexo não tem mais de 500-800 anos de idade, e que foi construído por um povo natural da África Central. Outros, como vimos, propõem uma história muito mais antiga, ligando-o com Salomão e até mesmo com os fenícios. Apontam para a similaridade destas construções com as dos cartagineses. Afirmam que nenhuma tribo primitiva poderia ter imaginado o método de aquecimento das rochas graníticas, derramando-se água fria sobre elas de modo que pudessem rachar-se em pedras finas com que foi construída esta cidade-fortaleza.
Os proponentes da teoria “antiga” apontam para as evidências de que os construtores originais deveriam estar a par da engenharia militar e defensiva. De que outra forma poderiam ter sido concebidas as maciças trincheiras, galerias transversais, paredes ocultadoras, passagens intrincadas e entradas ocultas, artérias escavadas e parapeitos? O fato de que a área circunvizinha era e ainda é uma região da mineração do ouro é bastante sugestiva. Os depósitos de ouro minerado e a preparação de despachos para a costa por certo exigiam a proteção duma fortaleza tal como Zimbabwe.
Nos primeiros tempos, a descoberta de aves curiosas esculpidas em pedra esteatita nas ruínas da Acrópole emprestaram colorido à idéia de que o gavião sagrado do Egito, também utilizado pelos adoradores das estrelas e do sol no Oriente, era reverenciado pelos construtores de Zimbabwe. Considerável número de representações dos órgãos reprodutivos também foram descobertos entre estas ruínas. Por certo, há indícios aqui de algo bem diferente da crua adoração da natureza das tribos da África Central. Ainda assim, a inteira questão assombra os investigadores.
Velhos cadinhos para a fundição do ouro têm sido encontrados entre estas ruínas. Os mineiros modernos desta área relatam que têm encontrado implementos primitivos nos velhos túneis de minas, e crêem que aqueles mineiros primitivos, por falta de equipamento de bombear, simplesmente tiveram de abandonar as minas sempre que ocorria uma enchente.
Não se deve desperceber a possibilidade de que, nos tempos primitivos, vários homens de uma civilização mais adiantada vieram para esta área e conseguiram, por algum tempo, exercer domínio sobre algumas tribos locais, pondo-as a trabalhar na edificação desta fortaleza e de suas habitações circunvizinhas como centro seguro para o acúmulo do ouro e sua exportação.
Voltando de novo para a interessante moldura em ziguezague que rodeia o topo da muralha oriental do Recinto do Templo — é notável que se estende apenas por cerca de 80 metros, ou para aquela parte da muralha que recebe os raios do sol nascente durante o solstício do verão. Coincidência? Pelo menos, é bem conhecido nos círculos arqueológicos que a moldura em ziguezague ocorre com freqüência — nos monumentos egípcios, ou em moedas fenícias, bem como entre muitos povos africanos atuais. Sabe-se que é um hieróglifo para água, e símbolo de fertilidade.
Que Zimbabwe era certa vez um centro próspero e populoso se observa do fato que se pode encontrar antigas ruínas de pedra não só por todo o inteiro vale, mas também num raio de diversos quilômetros. É difícil determinar-se agora se estas representam postos avançados da fortaleza principal ou dormitórios para a guarnição ou para os mineiros. Uma solução completamente satisfatória para a pergunta inteira continua a escapar de nós.

Um Lugar Para Quieta Meditação

Nestes dias de tumulto e pressa, eis aqui um local para quieta meditação. Acima da Acrópole, o único som a ser ouvido é o ligeiro sussurro do vento nas árvores adiante. Não há ninguém para interromper, à medida que se contempla a estepe, interrompida aqui e acolá por uma colina ou outeiro de granito. Mimosas, acácias, glicínias, todas têm suas representantes aqui. E abundam as flores silvestres.
Mas, agora, o sol se põe rapidamente. Nesta latitude, a escuridão chega rapidamente. É tempo de partirmos, dirigindo-nos de novo para o Forte Vitória pela estrada em que viemos. Mas, não será logo que esqueceremos este local estranho, com suas numerosas deixas atordoantes, sua imensidão, a quietude e paz que agora a envolvem. Se as pedras pudessem falar, que estória poderiam contar-nos! Mas, temos de partir de Zimbabwe, o enigma da Rodésia.

Esta Matéria Foi Retirada da Revista "Despertai"
Publicada Pelas Testemunhas de Jeová

E adaptada por
Pedro Ribeiro

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sábado, 17 de dezembro de 2011

Jerusalém

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Capital da antiga nação de Israel, a partir do ano 1070 AEC. Após a divisão da nação em dois reinos (997 AEC), Jerusalém continuou como capital do reino meridional de Judá. Nas Escrituras, há mais de 800 referências a Jerusalém.

Nome

O mais antigo nome registrado da cidade é “Salém”.  Ao passo que alguns tentam associar o significado do nome Jerusalém com o de um deus semítico ocidental chamado Salém, o apóstolo Paulo mostra que “paz” é o verdadeiro significado da parte final do nome.  A grafia hebraica desta parte final sugere uma forma dual, daí “Paz Dupla”. Em textos acadianos (assírio-babilónicos), a cidade era chamada de Urusalim (ou Ur-sa-li-im-mu). Nesta base, alguns peritos dão o significado do nome como “Cidade de Paz”. Mas a forma hebraica, que logicamente deve prevalecer, aparentemente significa “Posse (Alicerce) da Paz Dupla”.
Muitas outras expressões e títulos foram usados nas Escrituras para se referir à cidade. O salmista, em certo caso, emprega o nome anterior, “Salém”. Outros títulos eram: “cidade de Jeová”, “vila do grandioso Rei” “Cidade de Justiça” e “Vila Fiel”, “Sião”  e “cidade santa” . O nome “el Quds”, que significa “a Cidade Santa”, ainda é o nome popular dela em árabe. O nome indicado em mapas atuais de Israel é Yerushalayim.

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Roma Antiga

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A outrora pequena cidade do Lácio, que se tornou a sede do governo do maior império mundial dos antigos tempos bíblicos, actualmente é a capital da Itália. Roma está afastada da costa, em ambas as margens do rio Tibre, a uns 25 km da foz, aproximadamente no meio do lado Oeste da península itálica.
Exactamente quando e por quem Roma foi fundada acha-se envolto em lenda e mitologia. A tradição diz que foi em 753 AEC, por um certo Rómulo, seu primeiro rei, mas há túmulos e outras evidências que indicam que ela já era habitada numa época muito anterior a essa.

Os primeiros povoados conhecidos foram construídos em sete colinas ao Leste do rio Tibre. De acordo com a tradição, o monte Palatino foi o local do mais antigo povoado. As outras seis colinas situadas em torno do Palatino (começando no Norte e seguindo o sentido horário) eram o Quirinal, o Viminal, o Esquilino, o Célio, o Aventino e o Capitólio. Com o tempo, os vales pantanosos entre as colinas foram drenados, e nestas áreas valiosas foram construídas moradias, foros e circos. Segundo Plínio, o Velho, em 73 EC as muralhas que cercavam a cidade tinham uns 21 km de comprimento. Com o tempo, as colinas e os vales do lado O do Tibre foram anexados, incluindo os mais de 40 ha ocupados atualmente pelo Vaticano. Antes do grande incêndio do tempo de Nero, segundo cálculos conservadores, a população da cidade somava bem mais de um milhão de habitantes.

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Macedónia

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Região do Sudeste da Europa, que ocupa a parte central do que agora se conhece como a península Balcânica. Estendia-se desde o mar Adriático, no Oeste, até o mar Egeu, no Leste, e ficava ao Norte da Acaia. Embora tenha numerosas planícies férteis, é principalmente uma região montanhosa. Antigamente, a Macedónia servia de elo vital entre o leste e o oeste. A Via Egnatia, construída pelos romanos, ia desde Dirráquio e Apolônia, na costa Oeste da península até Neápolis, na costa Leste, e mais além.

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