quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Rei Davi

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Na Tradução do Novo Mundo, este nome ocorre 1.079 vezes nas Escrituras Hebraicas, inclusive 75 vezes no cabeçalho de 73 salmos, e 59 vezes nas Escrituras Gregas Cristãs. Dentre todos os personagens das Escrituras Hebraicas, apenas Moisés e Abraão são mencionados com mais freqüência por escritores cristãos da Bíblia. Nos 1.138 lugares em que ocorre o nome Davi, a referência é apenas a uma só pessoa, o segundo rei de Israel, ou àquele de quem Davi, às vezes, era quadro típico: “Jesus Cristo, filho de Davi.” — Mt 1:1.
Este pastor, músico, poeta, soldado, estadista, profeta e rei destaca-se nas Escrituras Hebraicas com muita proeminência. Tratava-se de um lutador intrépido no campo de batalha, que demonstrou perseverança sob adversidades, um líder e comandante dotado de forte e inquebrantável coragem, não obstante, suficientemente humilde para reconhecer seus erros e arrepender-se de seus graves pecados, homem capaz de mostrar terna compaixão e misericórdia, amante da verdade e da justiça, e, acima de tudo, alguém com fé e confiança implícitas em seu Deus, Jeová.
Davi, descendente de Boaz e Rute, tinha uma ascendência que remontava a Judá, por intermédio de Peres. (Ru 4:18-22; Mt 1:3-6) Este caçula dentre os oito filhos homens de Jessé também tinha duas irmãs ou meias-irmãs. (1Sa 16:10, 11; 17:12; 1Cr 2:16) Um dos irmãos de Davi evidentemente morreu sem ter filhos e foi assim omitido em registros genealógicos posteriores. (1Cr 2:13-16) O nome da mãe de Davi não é fornecido. Alguns têm sugerido que sua mãe foi Naás, mas é mais provável que Naás tenha sido o pai das meias-irmãs de Davi. — 2Sa 17:25; veja NAÁS N.° 2.
Belém, situada a cerca de 9 km ao SSO de Jerusalém, era a cidade natal de Davi, a cidade onde haviam morado seus antepassados Jessé, Obede e Boaz, e que, às vezes, era chamada de “cidade de Davi” (Lu 2:4, 11; Jo 7:42), mas que não deve ser confundida com a “Cidade de Davi”, isto é, Sião, em Jerusalém. — 2Sa 5:7.

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Define: Adultério

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Conforme o uso da palavra na Bíblia, geralmente o adultério refere-se a relações sexuais voluntárias de uma pessoa casada com alguém do sexo oposto que não é seu cônjuge, ou, durante o tempo em que a Lei mosaica vigorava, tais relações sexuais de qualquer homem com uma mulher casada ou noiva. A raiz hebraica que significa “cometer adultério” é na‧ʼáf, ao passo que seu equivalente grego é moi‧kheú‧o. — Ez 16:32 n.; Mt 5:32 n.
Certas sociedades primitivas permitem relações sexuais livres dentro da mesma tribo, mas a promiscuidade fora dos vínculos tribais é considerada adultério. Sobre a história do adultério, Funk & Wagnalls Standard Dictionary of Folklore, Mythology and Legend (Dicionário Padrão de Folclore, Mitologia e Lendas, de Funk e Wagnalls, 1949, Vol. 1, p. 15) diz: “Ele ocorre em todas as partes do mundo, e embora seja considerado repreensível por muitas culturas, tem usufruído considerável popularidade em todas as culturas e em todas as épocas.” Monumentos atestam a sua prevalência no antigo Egito; a esposa de Potifar, que propôs a José ter relações sexuais com ela, era tal egípcia. (Gên 39:7, 10) Tanto historicamente como no presente, em geral, o adultério é proibido, mas raras vezes se impõem penalidades.
A lei de Jeová separava Israel e elevava a condição moral do casamento e da vida marital a um nível muito mais elevado do que o das nações circunvizinhas. O sétimo mandamento do Decálogo declarava em linguagem direta, inequívoca: “Não deves cometer adultério.” (Êx 20:14; De 5:18; Lu 18:20) A invasão adúltera do domínio de outro homem era proibida, assim como eram outras formas de má conduta sexual.
Sob a lei de Moisés, a penalidade para o adultério era severa — a morte de ambas as partes culpadas: “Caso um homem seja encontrado deitado com uma mulher que tenha dono, então ambos têm de morrer juntos.” Isto se aplicava até mesmo à mulher prometida em casamento, considerando-se que ela cometera adultério se tivesse tido relações sexuais com um homem que não era aquele de quem era devidamente noiva. (De 22:22-24) Se se suspeitasse adultério da parte da esposa, ela tinha de ser julgada. — Núm 5:11-31; veja COXA.
Os cristãos, embora não sob a Lei mosaica, também precisam refrear-se do adultério. “Pois o código da lei: ‘Não deves cometer adultério’, . . . está englobado nesta palavra, a saber: ‘Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.’” Não pode haver nenhuma hipocrisia neste assunto. (Ro 13:9; 2:22) Ao ensinar princípios bíblicos, Jesus elevou ainda mais o padrão moral para os cristãos. Ele ampliou a questão do adultério, dizendo que este não se limitava ao contato sexual de um homem com uma mulher que não fosse seu cônjuge: “Todo aquele que persiste em olhar para uma mulher, a ponto de ter paixão por ela, já cometeu no coração adultério com ela.” Tais homens acham-se entre aqueles que “têm olhos cheios de adultério”. — Mt 5:27, 28; 2Pe 2:14.
Jesus salientou também que, se quer o marido quer a esposa obtivessem divórcio, a não ser por motivo de fornicação (gr.: por‧neí‧a), o novo casamento de qualquer um deles constituiria adultério. Mesmo o solteiro que tomasse por esposa tal mulher divorciada seria culpado de adultério. — Mt 5:32; 19:9; Mr 10:11, 12; Lu 16:18; Ro 7:2, 3.
Adulterar é “realmente pecar contra Deus”. (Gên 39:9) Jeová julgará os culpados de adultério, e ninguém que persistir em tal proceder ‘herdará o reino de Deus’. (Mal 3:5; 1Co 6:9, 10; He 13:4) Quão verdadeiro é o provérbio: “Quem comete adultério com uma mulher é falto de coração; quem faz isso, arruína a sua própria alma.” — Pr 6:32-35.

Como poderia alguém tornar-se culpado de adultério espiritual?

Em sentido espiritual, o adultério denota infidelidade a Jeová por parte dos que estão ligados a ele por meio dum pacto. Por conseguinte, o Israel natural, que estava no pacto da Lei, era culpado de adultério espiritual, devido às práticas religiosas falsas, algumas das quais incluíam ritos de adoração do sexo e a desconsideração do sétimo mandamento. (Je 3:8, 9; 5:7, 8; 9:2; 13:27; 23:10; Os 7:4) Por razões similares, Jesus denunciou como adúltera a geração dos judeus de seus dias. (Mt 12:39; Mr 8:38) Semelhantemente hoje, se os cristãos que se dedicaram a Jeová e que estão no novo pacto se maculam com o atual sistema de coisas, eles cometem adultério espiritual. — Tg 4:4.

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Define: Adoção

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Tomar ou aceitar como filho ou filha alguém que não é tal por parentesco natural. A palavra grega traduzida por “adoção” (hui‧o‧the‧sí‧a) é um termo técnico, jurídico, que literalmente significa “colocação como filho”. — Veja Ro 8:15 n.
Nas Escrituras Hebraicas, a adoção não é considerada do ponto de vista dum procedimento jurídico, mas a idéia básica é apresentada em diversos casos. Parece que Abraão, antes do nascimento de Ismael e de Isaque, considerava seu escravo, Eliézer, pelo menos candidato a uma posição similar à de um filho adotivo, e como o provável herdeiro da casa de Abraão. (Gên 15:2-4) O costume de adotar escravos como filhos há muito tem sido uma prática comum no Oriente Médio, e estes, como tais, possuíam direitos de herança, embora não à frente dos filhos que descendiam naturalmente do pai.
Tanto Raquel como Léia consideravam os filhos nascidos de Jacó com suas servas como filhos delas mesmas, ‘nascidos sobre os seus joelhos’. (Gên 30:3-8, 12, 13, 24) Tais filhos eram herdeiros junto com os nascidos das próprias esposas de Jacó. Eram filhos legítimos do pai, e, visto que as escravas eram propriedade das esposas, Raquel e Léia possuíam direitos de propriedade sobre tais filhos.
O menino Moisés foi mais tarde adotado pela filha de Faraó. (Êx 2:5-10) Visto que os homens e as mulheres gozavam de direitos iguais sob a lei egípcia, a filha de Faraó estava em condições de exercer o direito de adoção.
Parece que não se praticava amplamente a adoção dentro da nação de Israel. A lei do casamento levirato, sem dúvida, eliminou em grande parte o motivo básico para a adoção de filhos: a perpetuação do nome parental. — De 25:5, 6.
Significado Cristão. Nas Escrituras Gregas Cristãs, a adoção é mencionada várias vezes pelo apóstolo Paulo com respeito à nova condição dos chamados e escolhidos por Deus. Tais pessoas, nascidas como descendentes do imperfeito Adão, estavam em escravidão ao pecado e não possuíam a inerente filiação de Deus. Através da compra por meio de Cristo Jesus, obtêm a adoção quais filhos e também se tornam herdeiros junto com Cristo, o Filho unigênito de Deus. (Gál 4:1-7; Ro 8:14-17) Não adquirem tal filiação de modo natural, mas pela escolha de Deus, e segundo a Sua vontade. (Ef 1:5) Ao passo que são reconhecidos como filhos de Deus desde o tempo em que Deus os gera por meio de Seu espírito (1Jo 3:1; Jo 1:12, 13), sua plena obtenção deste privilégio como filhos espirituais de Deus depende de sua fidelidade até o fim. (Ro 8:17; Re 21:7) Assim, Paulo fala deles como ‘esperando seriamente a adoção como filhos, serem livrados de seus corpos por meio de resgate’. — Ro 8:23.
Tal estado adotivo traz benefícios de libertação dum ‘espírito de escravidão, causando temor’, substituindo-o pela confiança de filhos; de esperança duma herança celeste garantida pelo testemunho do espírito de Deus. Ao mesmo tempo, lembra-se a tais filhos espirituais, pela sua adoção, que tal posição se deve à benignidade imerecida e à escolha de Deus, em vez de a seu direito herdado. — Ro 8:15, 16; Gál 4:5-7.
Em Romanos 9:4, Paulo fala dos israelitas carnais como aqueles “a quem pertencem a adoção como filhos, e a glória, e os pactos, e a promulgação da Lei”, e isto evidentemente se refere à posição ímpar concedida a Israel enquanto era o povo pactuado de Deus. Assim, Deus, vez por outra, mencionava Israel como “meu filho”. (Êx 4:22, 23; De 14:1, 2; Is 43:6; Je 31:9; Os 1:10; 11:1; compare isso com Jo 8:41.) A filiação real, porém, aguardava a provisão de resgate feita mediante Cristo Jesus e dependia da aceitação desse arranjo divino e da fé nele. — Jo 1:12, 13; Gál 4:4, 5; 2Co 6:16-18.

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Define: Aborto

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A expulsão dum embrião ou dum feto antes de poder viver sozinho. No uso comum da palavra, costuma-se fazer a distinção entre o abortamento induzido e o abortamento espontâneo, sendo o primeiro definido como esvaziamento deliberado e induzido dum útero em estado de gravidez, e o segundo sendo considerado a interrupção acidental e inevitável da gravidez. A Bíblia não faz esta distinção entre o abortamento induzido e o espontâneo; ali, os termos são usados num sentido mais amplo e intercambiável. A palavra hebraica sha‧khál, significando ‘sofrer aborto’ (Êx 23:26), é também vertida por ‘privar [de algo]’ (De 32:25), ‘privar de filhos’ (Le 26:22), ‘sofrer aborto’ (Os 9:14), e ‘mostrar-se infrutífero’ (Mal 3:11). A palavra hebraica yoh‧tséʼth, vertida por “aborto” no Salmo 144:14, deriva duma raiz que significa “sair”. (Compare isso com Gên 27:30.) As expressões “aborto” e “o nascido prematuramente” (Sal 58:8; Ec 6:3) vertem a palavra hebraica né ‧fel, que deriva da raiz na‧fál, significando “cair [nascendo]”. — Compare isso com Is 26:18.
O aborto inevitável ou espontâneo pode ser causado por acidente, doença infecciosa, estresse e tensão mental ou física, ou por uma fraqueza orgânica geral por parte da mãe. As águas perto de Jericó eram mortíferas, causando abortos, até que o profeta de Jeová, Eliseu, as curou. — 2Rs 2:19-22.
Provocar deliberadamente o aborto por meios artificiais, pelo uso de drogas ou por intervenção médica, com o objetivo exclusivo de evitar o nascimento dum filho não desejado, é um grave delito à vista de Deus. A vida, como preciosa dádiva de Deus, é sagrada. Por isso, a lei de Deus dada a Moisés protegia a vida dum bebê ainda por nascer contra mais do que apenas um aborto criminoso, pois, se numa luta entre homens uma mulher grávida sofresse um acidente fatal para ela ou o filho, “então terás de dar alma por alma”. (Êx 21:22-25) Naturalmente, antes de aplicar essa penalidade, os juízes tomavam em consideração as circunstâncias e o grau de premeditação. (Veja Núm 35:22-24, 31.) Mas, dando ênfase à seriedade de qualquer tentativa deliberada de causar dano, o Dr. J. Glenn comenta: “O embrião capaz de viver, no útero, É uma pessoa humana, e, por conseguinte, destruí-lo é violação do sexto mandamento.” — The Bible and Modern Medicine (A Bíblia e a Medicina Moderna), 1963, p. 176.
Encarado corretamente, o fruto do ventre é uma bênção da parte de Jeová. (Le 26:9; Sal 127:3) Portanto, quando Deus prometeu prosperar Israel, ele assegurou a culminação bem-sucedida da gravidez e a geração de filhos, dizendo: “Não existirá na tua terra nenhuma mulher que sofra aborto, nem mulher estéril.” (Êx 23:26) Conforme indicado na oração dos justos, por outro lado, o desfavor de Deus para com os seus inimigos se evidenciaria em ventres que abortariam e em eles se tornarem como abortados que nunca vêem o sol. — Sal 58:8; Os 9:14.
Jó, no seu estado lastimável, cogitou que teria sido melhor ele ter sido “um aborto encoberto”. “Por que não passei a morrer desde a madre?” exclamou este homem atormentado. (Jó 3:11-16) Também Salomão raciocinava que um feto prematuramente expulso está em melhor situação do que alguém que vive por longo tempo, mas que nunca chega a usufruir a vida. — Ec 6:3.
O aborto contagioso, uma doença caracterizada por um nascimento prematuro, pode ocorrer entre os animais, tais como o gado bovino, as éguas, as ovelhas e as cabras. O aborto acidental devido a descuido ou doença de animais domésticos também já se conhece desde os dias dos patriarcas Jacó e Jó. — Gên 31:38; Jó 21:10.

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Faz sentido acreditar em Deus?

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JÁ SE perguntou por que todas as coisas, das partículas atômicas às vastas galáxias, são governadas por leis matemáticas precisas? Já parou para pensar na vida em si — sua variedade, complexidade e projeto espantoso? Muitas pessoas dizem que o Universo e a vida nele resultaram de um grande acidente cósmico e da evolução. Outras dão crédito a um Criador inteligente. O que você acha que faz mais sentido?
É claro que os dois conceitos envolvem fé. A crença em Deus é fundamentada na fé. Como a Bíblia diz, “nenhum homem jamais viu a Deus”. (João 1:18) Do mesmo modo, nenhum humano viu o Universo sendo formado ou o início da vida. Também ninguém nunca viu um tipo de vida evoluir para uma espécie superior ou até mesmo diferente. Os registros fósseis mostram que os principais grupos de animais apareceram de forma repentina e permanecem praticamente inalterados. Assim, a pergunta fundamental é: qual fé é baseada num alicerce sólido — fé na evolução ou fé num Criador?

Sua fé é baseada em evidências sólidas?

A “fé” genuína, diz a Bíblia, é a “demonstração evidente de realidades, embora não observadas”. (Hebreus 11:1) A Bíblia na Linguagem de Hoje verte esse versículo assim: “A fé é a certeza . . . de que existem coisas que não podemos ver.” Você com certeza pode pensar em muitas realidades não vistas em que acredita com convicção.
Para ilustrar: muitos historiadores respeitados acreditam que Alexandre Magno, Júlio César e Jesus Cristo realmente existiram. É válida a fé desses historiadores? Sim, pois eles podem se basear em evidências históricas autênticas.
Os cientistas também acreditam em realidades não vistas, por causa da “demonstração evidente” de que essas realidades existem. Por exemplo, Dmitry Mendeleyev, um químico russo do século 19, ficou fascinado com a relação entre os elementos, que são as unidades estruturais básicas do Universo. Ele observou que eles tinham características em comum e podiam ser agrupados tanto pela massa atômica como pelas propriedades químicas. Por causa de sua fé na ordem desses grupos de elementos, ele elaborou a tabela periódica dos elementos e acertadamente predisse a existência de vários elementos desconhecidos na época.
Arqueólogos tiram conclusões sobre civilizações antigas, em geral com base em artefatos que ficaram enterrados por milhares de anos. Imagine, por exemplo, que um arqueólogo tenha desenterrado dezenas de blocos de pedra que haviam sido cortados com precisão para ficarem do mesmo tamanho e que haviam sido colocados um sobre o outro, de forma bem alinhada. Além disso, estão posicionados num padrão geométrico peculiar que não ocorre naturalmente. A que conclusão o arqueólogo chegaria? Será que atribuiria sua descoberta ao acaso? Dificilmente. Em vez disso, ele interpretaria a descoberta como evidência de antigas atividades humanas, e essa seria uma conclusão lógica.
Para sermos coerentes, não deveríamos aplicar o mesmo raciocínio ao projecto evidente na natureza? Muitas pessoas chegaram a essa conclusão, incluindo cientistas respeitados.

Mero acaso ou projecto intencional?

Há alguns anos, Sir James Jeans, matemático, físico e astrônomo britânico, escreveu que, com base no crescente conhecimento científico, “o Universo começa a parecer mais um grande pensamento que uma grande máquina”. Também disse que “o Universo parece ter sido projetado por um impecável matemático” e “apresenta indícios de um poder que o projeta ou controla e que tem algo em comum com nossas próprias mentes individuais”.
Outros cientistas têm chegado a uma conclusão similar desde que Jeans escreveu essas palavras. “A organização geral do [Universo] sugeriu a muitos astrônomos modernos um elemento de projeto”, escreveu o físico Paul Davies. Um dos físicos e matemáticos mais famosos de todos os tempos, Albert Einstein, escreveu: “O fato de que [o mundo natural] seja compreensível é um milagre.” Para muitos, esse milagre inclui a vida em si, desde suas unidades estruturais básicas ao impressionante cérebro humano.

Crença baseada em evidências
A fim de compreender nossa natureza, será que devemos fazer igual aos evolucionistas, que recorrem a formas de vida menos complexas como macacos e outros animais? Ou devemos recorrer a uma fonte mais complexa — Deus — em busca de respostas? É verdade que temos algumas coisas em comum com os animais. Por exemplo, precisamos comer, beber, dormir e temos a capacidade de nos reproduzir. Mesmo assim, somos incomparáveis de muitas maneiras. O bom senso sugere que as características distintas dos humanos vêm de um Ser superior a nós — isto é, Deus. A Bíblia expressa essa ideia de forma direta, dizendo que Deus formou o homem “à sua imagem”, em sentido moral e espiritual. (Gênesis 1:27) Que acha de meditar nas qualidades de Deus, algumas delas descritas em Deuteronômio 32:4; Tiago 3:17, 18; e 1 João 4:7, 8?
Nosso Criador nos deu a “capacidade intelectual” de estudar o mundo ao nosso redor e encontrar respostas satisfatórias às nossas perguntas. (1 João 5:20) Nesse respeito, William D. Phillips, físico e ganhador do Prêmio Nobel, escreveu: “Quando analiso a perfeita organização, compreensibilidade e beleza do Universo, isso me faz concluir que uma inteligência superior projetou as coisas que vejo. Minha compreensão científica da coerência e a simplicidade prazerosa da Física fortalecem minha crença em Deus.”
Uns 2 mil anos atrás, um observador atento da natureza escreveu que as “qualidades invisíveis [de Deus] são claramente vistas desde a criação do mundo em diante, porque são percebidas por meio das coisas feitas, mesmo seu sempiterno poder e Divindade”. (Romanos 1:20) Quem escreveu isso foi o apóstolo cristão Paulo, um homem inteligente e bem instruído na Lei mosaica. Sua fé baseada na razão tornava Deus uma realidade, enquanto seu aguçado senso de justiça o levava a dar o devido crédito a Deus por suas obras criativas.
É o nosso desejo sincero que você também chegue à conclusão de que não há nada de ilógico na crença em Deus. Igual a Paulo, faça mais do que apenas acreditar que Deus existe. Passe também a reconhecer — assim como milhões de pessoas já fizeram — que Jeová Deus é um ser espiritual com ternas qualidades que tocam fundo no coração humano e nos atraem a Ele. — Salmo 83:18; João 6:44; Tiago 4:8.


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O DNA e o cérebro humano


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O DNA e o cérebro humano

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O DNA é o material genético de todos os organismos celulares e a base molecular para a hereditariedade. Esse ácido complexo tem sido comparado a um projeto ou a uma receita, pois o DNA está repleto de informações, que estão codificadas na forma química e armazenadas num ambiente molecular que é capaz de interpretar esse código e aplicá-lo. Quanta informação é armazenada no DNA? Se as unidades básicas, chamadas nucleotídeos, fossem convertidas nas letras do alfabeto, elas “ocupariam mais de um milhão de páginas de um livro comum”, diz uma referência.
Na maioria dos organismos, o DNA está agrupado em estruturas semelhantes a fios, chamadas cromossomos, que ficam armazenadas com segurança no núcleo de cada célula. Os núcleos, por sua vez, têm em média um diâmetro de cerca de 5 micrômetros. Imagine só: todas as informações que produziram seu corpo, que é incomparável, são encontradas em minúsculos pacotes que só podem ser vistos através de um microscópio! Como disse um cientista — e com razão —, os organismos vivos têm, “sem sombra de dúvida, o sistema mais compacto de armazenamento/recuperação de informações”. Isso é impressionante quando você pensa na capacidade de memória de chips de computador, DVDs e coisas assim. Além disso, ainda falta muito para descobrirmos todos os segredos do DNA. “Toda descoberta revela uma nova complexidade”, diz a revista New Scientist.
Faz sentido atribuir essa organização superlativa e esse projeto perfeito ao mero acaso? Se você encontrasse sem querer um manual de 1 milhão de páginas, escrito com uma linguagem altamente técnica, eficiente e bem-elaborada, concluiria que esse manual de alguma forma escreveu a si mesmo? E se ele fosse tão pequeno que você precisasse de um microscópio potente para lê-lo? E se ele contivesse instruções precisas para a fabricação de uma máquina inteligente que se consertasse e se multiplicasse e que fosse constituída de bilhões de peças, sendo que todas precisassem ser encaixadas exatamente na hora certa e do modo correto? Não há dúvida de que ninguém chegaria a cogitar a ideia de que um manual assim tivesse surgido do nada.
Depois de analisar pesquisas atuais sobre os mecanismos internos da célula, o filósofo britânico Antony Flew, que já foi um dos principais defensores do ateísmo, comentou: “A quase inacreditável complexidade das combinações necessárias para produzir a vida [mostram] que uma inteligência deve estar envolvida.” Flew defende a ideia de “seguir o argumento até onde ele nos levar”. No caso dele, “o argumento” levou a uma completa mudança no modo de pensar, e agora ele acredita em Deus.
O cérebro humano também deixa muitos cientistas pasmados. Produto do DNA, ele tem sido descrito como “o objeto mais complicado no Universo”. Até mesmo o supercomputador mais avançado parece completamente primitivo perto dessa massa cinza-rosada, de cerca de 1,4 quilo, formada de neurônios e outras estruturas. Na opinião de um neurocientista, quanto mais os cientistas aprendem sobre o cérebro e a mente, “mais grandioso e incompreensível ele se torna”.
Analise o seguinte: o cérebro nos habilita a respirar, rir, chorar, solucionar enigmas, desenvolver computadores, andar de bicicleta, escrever poesias e olhar para o céu à noite com profunda admiração. Será que faz sentido — de fato, é coerente — atribuir essas habilidades a meras forças evolucionárias?

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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Arroz: você prefere cru ou cozido?

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‘VOCÊ come arroz cru ou cozido?’ Seu anfitrião talvez lhe faça essa pergunta num lar indiano. Na Índia, cerca de 60% do arroz consumido é malequizado (pré-cozido). Mas talvez fique surpreso de saber que quase todo o mundo, nos países ocidentais, come o que os indianos chamam de arroz cru!
Nada disso talvez pareça tão estranho quando você entende que não estamos falando do modo de preparar o arroz para a refeição, mas do método que os indianos usam para beneficiar os grãos na época da colheita. Então, o que é feito no beneficiamento, e por quê? Um exame do arroz e de como o grão é preparado para servir como alimento dará respostas esclarecedoras.

Alimento básico de milhões de pessoas

Descobertas arqueológicas e registros antigos indicam que o arroz era cultivado na Índia e na China já no terceiro milênio AEC. Os antigos habitantes da Índia o chamavam de dhanya, “sustentador da raça humana”. Esse termo ainda é apropriado, porque mais pessoas subsistem à base de arroz do que de qualquer outro produto agrícola. A maior parte delas vive na Ásia, onde, segundo certa fonte, mais de 600 milhões de pessoas tiram do arroz metade do consumo calórico diário e onde se produz e consome mais de 90% do arroz do mundo.
O delta do Ganges, uma região úmida e tropical, é uma das principais áreas de produção de arroz no mundo. Chuvas copiosas e altas temperaturas, bem como muita mão-de-obra, fazem dessa região um lugar ideal para o cultivo de arroz. Aceitemos o convite dos amigos que temos nessa região, residentes em um vilarejo, e vejamos ao vivo a colheita e o beneficiamento do arroz.

A colheita do arroz

O ônibus nos leva a Jaidercote, na Bengala Ocidental, e prosseguimos a viagem ao interior, de jinriquixá de três rodas. Logo vemos os campos fervilhando de atividade. Nem sinal de colheitadeiras-batedeiras por aqui! O que se vê são pais, filhos, tios e irmãos atarefados nos arrozais, cortando punhados de hastes com toda a habilidade, num único golpe de foice. Um dos ceifeiros, percebendo que vamos fotografá-lo, termina logo de amarrar um feixe com um filamento de palha e o ergue, fazendo pose. Achamos graça de ver que o povo do vilarejo está sempre de olho nas oportunidades de sair em fotos.
Os feixes são postos a secar ao sol por um ou dois dias. Depois os membros mais jovens da família podem dar uma mãozinha, levando para casa, bem equilibrados na cabeça, pequenos fardos de feixes ressecados que vão fazendo aquele farfalho típico de palha.
Finalmente chegamos ao vilarejo. “Como está, Dada?”, cumprimentamos o anfitrião, usando um termo respeitoso. Seu sorriso nos diz que está tudo bem, e notamos sua esposa saindo às pressas para fazer chá.
Enquanto tomamos nosso chá matinal, perguntamos como vai a colheita do ano. “Até que não vai mal”, responde ele, reservado, como é típico dos lavradores, mas depois lamenta que, com o uso de sementes de alta produtividade nos últimos anos, os recursos do solo estejam sendo desgastados. No começo, elas produziam o que pareciam safras milagrosas, mas agora a história é muito diferente. Os fertilizantes químicos que as sementes de alta produtividade necessitam são caros, e ele não tem condições de comprá-los.

Debulha e malequização

Já terminando o lanche, incentivamos a família a continuar seu trabalho na colheita, que é o que viemos observar. Esta família praticamente já terminou a debulha. Um pouquinho mais adiante as mulheres da família vizinha estão atarefadas. Elas batem os feixes, um a um, numa plataforma de bambu, e os grãos vão caindo pelas fendas. A palha que sobra é empilhada numa meda.
O arroz não-beneficiado é recoberto por uma casca grossa, que é muito indigesta. Por isso, para quem prefere arroz cru, só fica faltando tirar a casca dos grãos, e talvez poli-los um pouco e remover as cutículas, se o produto for para o exigente mercado externo.
A safra aqui, porém, não é para exportação, mas será consumida pelas próprias famílias dos lavradores. Eles armazenam os grãos no tikri, o silo da família, com telhado de colmo. O povo do delta do Ganges em geral consome arroz pré-cozido, mas fazemos uma brincadeirinha com o nosso anfitrião, sugerindo que este ano ele consuma arroz cru.
“De jeito nenhum”, responde ele. “Nesta região estamos acostumados ao arroz pré-cozido. De qualquer modo, simplesmente não gostamos de arroz cru como gostamos do pré-cozido.”
Ouvimos falar que o arroz pré-cozido é preparado por um processo de embebimento e pré-cozimento, mas não sabemos bem como isso é feito. Felizmente nosso amigo se oferece para demonstrar o processo que sua família usa. Não há necessidade de equipamentos especiais, porque só uma pequena quantidade é preparada de cada vez, para atender às necessidades da família por uma ou duas semanas. Eles enchem uma panela enorme, a hanri, de grãos ainda na casca, armazenados no tikri, e acrescentam mais ou menos um litro de água. Isso vai ao fogo baixo do oonoon, um fogão a palha, até a água evaporar. Em seguida, os grãos ficam de molho a noite toda numa tina de água fresca e, depois que a água é escorrida, são postos outra vez na hanri para secar de novo. Por fim, são espalhados no chão para endurecer ao sol, sendo revirados vez por outra com os pés.
Para nós pareceu muito trabalho extra, mas esse processo tem vantagens, além de agradar à preferência da família. O processo de embebimento e pré-cozimento permite que certos nutrientes e vitaminas do arroz sejam bem absorvidos pelo endosperma, ou parte comestível, do grão ainda na casca. Isso impede que sejam facilmente perdidos em lavagens e no cozimento. Com isso as refeições ficam mais nutritivas. O valor alimentício adicional pode, de fato, significar a diferença entre a vida e a morte para as pessoas que subsistem principalmente de arroz.
Um benefício que os próprios lavradores apreciam mais de imediato é que os grãos malequizados duram mais e a casca sai mais fácil. Graças a isso e a um enrijecimento maior dos grãos, o arroz fica menos quebradiço.

O sabor do grão
“Está na hora para mais chá e um lanchinho”, diz o nosso anfitrião. Voltamos para sua casa, onde a dida (vovó) está preparando moori. Todo o mundo é louco por arroz pipocado, feito na hora, especialmente as crianças. A dida está acocorada junto do oonoon, tostando um pouco de arroz malequizado, sem casca, que ela já havia umedecido e misturado com um pouco de sal. Agora que os grãos estão secos e soltinhos ela os vai despejando aos poucos numa panela de ferro em que há areia quente. À medida que a areia vai esquentando, o arroz vai inflando até ficar várias vezes maior do que o normal. Depois de pronto, o moori é tirado bem rápido de cima da areia com um feixe de gravetos, antes que queime. Os gravetos também servem para punir as mãozinhas impacientes por beliscar no cesto de moori quente.
Saboreamos o moori com pedaços grandes de coco colhido na hora, mas com o cuidado de não comer demais, porque lembramos que já está quase na hora do almoço.
O último processo a ver é o descasque. Até pouco tempo atrás, isso era feito por pilão acionado por pedal, o dhenki, mas agora, mesmo em lugares remotos, descascadores mecânicos fazem esse serviço com muito mais rapidez. Algumas pessoas mais antigas lamentam essa mudança, já que os grãos descascados no dhenki conservam boa parte da pele (cutícula) interna, avermelhada, o que dá ao arroz um sabor característico e o deixa mais nutritivo. A máquina, porém, extrai tudo — casca, cutícula e grande parte do embrião — deixando só o endosperma branco e amiláceo, tão procurado hoje.
As mulheres estão ansiosas para nos ver saboreando o banquete que prepararam. Elas cozinharam o arroz malequizado, e agora ele está sendo colocado em montinhos fumegantes em folhas de bananeira que servem de prato. O arroz é acompanhado de lentilhas, legumes e peixe da lagoa. Todos concordamos que essa é uma das partes mais agradáveis da nossa visita.
Cru ou cozido, o arroz é uma delícia, uma das gramíneas que Deus fez brotar como “vegetação para o serviço da humanidade”. — Salmo 104:14.

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Metodos de Poupança

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Antes de comprar um produto caro,veja se realmente necessita dele.


Se presisar de alguma coisas procure promoçoes,saldos


Nao compre por empulso
Preparar refeiçoes em casa em vez de comer fora


Plante uma horta se tiver um terreno


Defina orçamentos de despesa


Faça uma lista de compras


Evita ir as compras com fome,pois ha a tendençai de comprar coisas desnessesarias


Use lampadas economizadores em vez das incandesentes


pague as compras a dinheiro


Tome o pequeno almoço em casa



..Desligue os electrodomesticos em Stand-Bye
Feche a torneira enquanto lava os dentes ou se ensaboa


Procure serviços Tripple Play e
repense os tarifários de televisão,
elefone e internet.


Modere a velocidade na
condução. Quanto mais rápido
andar, mais consome

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Aperte o cinto de segurança

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▪ Nos Estados Unidos, acidentes de carro são a principal causa de morte entre jovens de 5 a 24 anos.
▪ No Japão, os acidentes nas estradas matam duas vezes mais pessoas do que o câncer de mama e quatro vezes mais do que o câncer da próstata.
▪ Na Europa, os acidentes de automóvel são responsáveis por quatro vezes mais mortes do que os homicídios.

ESSAS estatísticas alarmantes destacam um dos perigos inerentes de viajar de automóvel: o excesso de velocidade pode matar. E a combinação de excesso de velocidade e motorista alcoolizado é assassina. Felizmente, é possível reduzir o risco de acidentes e ferimentos. Como?
Um bom começo é ter por alvo a segurança ao dirigir. Alguns especialistas em segurança afirmam que 9 de cada 10 acidentes poderiam ser prevenidos ou evitados. Alguns exemplos de hábitos inseguros ao dirigir são: passar do limite de velocidade, ultrapassar e mudar de faixa com muita frequência, dirigir muito perto dos outros veículos, dirigir bêbado ou drogado e não fazer manutenção apropriada do carro. O respeito à vida e o amor ao próximo devem levar-nos a adoptar uma atitude cautelosa e responsável quando usamos um veículo. — Mateus 7:12.

O cinto de segurança é outra medida simples, mas com frequência deixada de lado. Segundo Tim Hurd, porta-voz do Departamento de Transportes dos EUA, “o cinto de segurança é o modo mais eficaz de salvar a vida em caso de batida. Ele duplica as chances de sobrevivência”. No caso das crianças, a taxa de sobrevivência é quase triplicada pelo uso de cadeirinha presa com cinto.
Apesar disso, as pesquisas indicam que quase um terço dos ocupantes de veículos de passageiros nos Estados Unidos não usam cinto de segurança. Como pai ou mãe, certifica-se de amarrar devidamente os filhos na cadeirinha antes de sair de carro? O tempo gasto para fazer isso vale a pena.

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domingo, 25 de dezembro de 2011

Gabão — um refúgio para a vida selvagem

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IMAGINE uma praia tropical onde elefantes pastam à beira-mar, hipopótamos nadam e baleias e golfinhos agrupam-se não muito longe dali. Na costa africana, há 100 quilômetros de praia em que cenas como essa ainda são comuns.
Para que cenas desse tipo sejam apreciadas no futuro, sem dúvida essa incomparável região costeira precisa ser preservada. Felizmente, em 4 de setembro de 2002, tomaram-se medidas para conservar essa região quando o presidente do Gabão anunciou que 10% do país — incluindo faixas litorâneas limpíssimas — seriam transformados em parques nacionais.
Essas áreas virgens com cerca de 30 mil quilômetros quadrados — o equivalente ao tamanho da Bélgica — têm muito a oferecer. “O Gabão tem potencial para transformar-se numa meca ecológica, atraindo ‘peregrinos’ dos quatro cantos da Terra à procura das últimas maravilhas naturais no planeta”, disse o presidente Omar Bongo Ondimba.
Por que essas reservas são tão importantes? Cerca de 85% do país ainda é coberto por florestas, e 20% de suas espécies de plantas não são encontradas em nenhum outro lugar no mundo. Além disso, suas florestas equatoriais são um refúgio para gorilas-das-planícies, chimpanzés, elefantes-da-floresta e muitas outras espécies ameaçadas de extinção. Esses parques recém-criados vão fazer do Gabão um país que protege de modo notável a biodiversidade africana.

As incomparáveis praias de Loango

O Parque Nacional de Loango talvez seja um dos lugares mais impressionantes da África para se visitar e observar a vida selvagem. Ele conserva quilômetros de praias intocadas perto de lagoas de água doce e uma densa floresta equatorial. Mas o que realmente torna as praias de Loango incomparáveis são os animais que andam em suas areias — hipopótamos, elefantes-da-floresta, búfalos, leopardos e gorilas.
Por que a praia atrai esses animais da floresta? Ladeando as praias de areia branca de Loango, há vegetação para os hipopótamos e búfalos comerem. Palmeiras da espécie Borassus aethiopum, que crescem ao longo da praia, produzem em grande quantidade frutos que atraem elefantes-da-floresta. No entanto, o mais importante é o isolamento que essas praias proporcionam. As únicas pegadas na areia são dos animais.
Por não haver interferência humana ali, as tartarugas-de-couro, ameaçadas de extinção, escolhem essas praias isoladas para pôr seus ovos. Abelheiros-rosados, que vivem em colônias, também preferem fazer seus ninhos na areia dessas praias, a apenas poucos metros acima do nível da maré alta. Nos meses de verão, mais de mil baleias-corcundas se acasalam nas águas tranqüilas de Loango.
Duas lagoas imensas separam as praias de Loango da floresta equatorial e são um habitat ideal para crocodilos e hipopótamos. Há muitos peixes nessas lagoas cercadas por mangues. A águia-pesqueira-africana e a águia-pesqueira sobrevoam as águas profundas das lagoas em busca de comida, enquanto várias espécies de coloridos martins-pescadores procuram por peixes nas águas rasas. Elefantes, que gostam de água, não se importam de nadar através das lagoas para chegar à praia e se empanturrar com seu fruto favorito.
Dentro da floresta equatorial, macacos se movem com agilidade pelos galhos mais altos das copas das árvores, enquanto borboletas coloridas voam de modo suave nas clareiras ensolaradas. Morcegos frugívoros descansam de dia em suas árvores favoritas e, à noite, cumprem a função essencial de espalhar sementes por toda a floresta. Nas extremidades da floresta, brilhantes pássaros-sol bebericam o néctar das flores de árvores e arbustos. É por isso que Loango é corretamente chamado de “um lugar onde se pode experimentar o melhor da África equatorial”.

Lopé — um dos últimos habitats dos gorilas
O Parque Nacional de Lopé inclui áreas enormes de floresta pluvial virgem, e no norte do parque há trechos de savana e mata de galeria. É um lugar ideal para amantes da natureza que querem observar gorilas, chimpanzés ou mandris em seu ambiente natural. Existem entre 3 mil e 5 mil gorilas espalhados pelos 5 mil quilômetros quadrados de área protegida.
Augustin, um ex-funcionário do parque, relembra um encontro fora do comum que teve com gorilas em 2002. “Enquanto caminhava pela floresta, dei de cara com uma família de quatro gorilas”, ele se recorda. “O macho, um enorme gorila de costas prateadas com uns 35 anos, parecia um gigante em comparação comigo. Ele devia ter no mínimo três vezes o meu peso. Seguindo o procedimento recomendado, sentei-me imediatamente, abaixei a cabeça e olhei para o chão em sinal de submissão. O gorila chegou mais perto, sentou ao meu lado e pôs a mão no meu ombro. Daí ele pegou minha mão, abriu-a e examinou a palma. Convencido de que eu não representava perigo à sua família, ele entrou de modo tranqüilo na floresta. Naquele dia inesquecível descobri como é fascinante entrar em contato com animais em seu habitat. As pessoas matam gorilas para obter carne selvagem ou por terem a idéia errada de que são perigosos, mas eles são animais pacíficos que merecem ser protegidos.”
Em Lopé, os mandris, grandes babuínos, formam grupos enormes que às vezes chegam a ter mais de mil desses macacos. Essa é uma das maiores concentrações de primatas do mundo, e com certeza bem barulhenta. Veja como um visitante de Camarões descreveu seu encontro com um desses enormes grupos:
“Nosso guia localizou os mandris porque vários deles usam coleiras de monitoração. Passamos à frente do grupo e montamos logo um esconderijo camuflado, à espera dele. Durante 20 minutos, ficamos ouvindo a música da floresta, cantada por uma infinidade de aves e insetos. Essa tranqüilidade foi interrompida de modo repentino pela aproximação do bando de mandris. Por causa de seus gritos e do barulho de galhos sendo quebrados, tive a impressão de que uma grande tempestade se aproximava. Mas, quando vi os primeiros mandris chegarem, eles pareciam mais a guarda avançada de um exército. Os machos maiores iam na frente, andando rapidamente pelo chão da floresta, enquanto as fêmeas e os mais jovens iam por cima, pulando de galho em galho. De repente, um dos machos maiores parou e olhou ao redor com suspeita. Um mandril jovem, que se movia pelas copas das árvores, havia nos avistado e soado o alarme. O grupo inteiro apertou o passo e o barulho ficou ainda maior, pois eles gritavam com muita raiva, incomodados com nossa presença. Depois de alguns instantes, eles se foram. O guia calculou que uns 400 mandris haviam passado por nós.”
Os chimpanzés fazem tanto barulho quanto os mandris e são ainda mais difíceis de avistar porque se movem muito rápido pela floresta numa contínua busca por comida. Por outro lado, é comum os visitantes verem macacos-de-nariz-branco, que às vezes saltitam pela savana que beira a floresta. É provável que o habitante mais solitário de Lopé seja o macaco-de-cauda-dourada, uma espécie exclusiva da região, descoberta apenas uns 20 anos atrás.
As grandes e coloridas aves da floresta — como os turacos e os calaus-de-cara-prateada — anunciam sua presença com gritos estridentes. Cerca de 400 espécies de aves foram catalogadas nesse parque, o que faz dele um lugar popular para observadores de aves.

Um refúgio para a biodiversidade

Loango e Lopé são apenas 2 dos 13 parques nacionais do Gabão. Outros parques preservam mangues, conservam a flora ímpar e protegem as zonas de aves migratórias. “O Gabão transformou os principais ecossistemas do país em reservas”, explica Lee White, da Sociedade para a Conservação da Vida Selvagem. “O que faz a diferença não é só o tamanho das áreas conservadas, mas também sua qualidade. Em 2002, quase da noite para o dia, o governo criou um excelente sistema de parques nacionais que abrange toda a biodiversidade do país.”
 Naturalmente, ainda há muitos desafios, como reconhece com franqueza o presidente Bongo Ondimba. Ele diz: “Estamos falando de um esforço mundial que sem dúvida envolverá sacrifícios a curto e longo prazos, se quisermos atingir nosso objetivo de preservar essas maravilhas da natureza para as gerações futuras.”

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Violência contra as mulheres — um problema mundial

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DIA 25 de novembro é o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher. Esse dia foi reconhecido oficialmente pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1999 a fim de conscientizar as pessoas da violação dos direitos das mulheres. Por que isso foi considerado necessário?
Em muitas culturas, as mulheres são encaradas e tratadas como cidadãs de classe inferior. O preconceito contra elas está profundamente arraigado. A violência contra as mulheres, em todas as suas formas, é um problema contínuo, mesmo nos países considerados desenvolvidos. De acordo com o ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, “a violência contra as mulheres é um problema mundial que atinge todas as sociedades e culturas e afeta as mulheres, independentemente da sua raça, etnia, origem social, nascimento ou qualquer outra condição”.
Radhika Coomaraswamy, ex-Relatora Especial das Nações Unidas da Comissão dos Direitos Humanos, referindo-se à violência contra as mulheres, disse que, para a grande maioria delas, esse tipo de violência é “um tabu, algo que a sociedade finge não ver e uma realidade vergonhosa”. Estatísticas divulgadas por uma organização de vitimologia, na Holanda, indicam que 23% das mulheres em um país sul-americano, ou cerca de 1 em cada 4, sofrem alguma forma de violência doméstica. Do mesmo modo, o Conselho da Europa calcula que 1 em cada 4 mulheres européias sofre violência doméstica durante sua vida. De acordo com o Ministério do Interior Britânico, na Inglaterra e no País de Gales, num ano recente, em média duas mulheres por semana foram mortas pelo parceiro, atual ou anterior. A revista India Today International, relatou que “para as mulheres da Índia, o medo é um companheiro constante e o estupro é o estranho que talvez tenham de encarar em qualquer esquina, rua, lugar público e a qualquer momento”. A Anistia Internacional descreve a violência contra mulheres de todas as idades como “o mais comum dos desafios aos direitos humanos” de hoje em dia.
Será que as estatísticas acima refletem a atitude de Deus para com as mulheres? Essa pergunta será considerada no próximo artigo.

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Como manter amizades num mundo sem amor

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“Estas coisas eu vos mando, que vos ameis uns aos outros.” — JOÃO 15:17.
NA SUA última noite na Terra, Jesus incentivou seus discípulos leais a continuarem amigos uns dos outros. Momentos antes ele lhes havia dito que o amor que demonstrariam entre si os identificaria como seus seguidores. (João 13:35) Os apóstolos tinham de continuar sendo grandes amigos para poderem suportar provações futuras e realizar a obra da qual Jesus logo os encarregaria. De fato, os cristãos do primeiro século se destacaram pelo seu apego a Deus e uns aos outros.
Atualmente, como é prazeroso associar-se com uma organização mundial cujos membros seguem o exemplo daqueles cristãos do primeiro século! Estamos decididos a obedecer à ordem de Jesus de mostrar genuíno amor uns pelos outros. No entanto, nestes últimos dias, as pessoas em geral são desleais e sem afeição. (2 Tim. 3:1-3) As amizades que cultivam muitas vezes são superficiais e interesseiras. Para manter a nossa identidade como cristãos verdadeiros, temos de ser diferentes. Assim, vamos considerar: qual é a base das boas amizades? Como fazer verdadeiros amigos? Quando talvez seja preciso romper uma amizade? E como manter amizades edificantes?

Qual é a base das boas amizades?
As amizades mais sólidas se baseiam no amor a Jeová. O Rei Salomão escreveu: “Se alguém levar de vencida a um que está só, dois juntos poderiam manter-se de pé contra ele. E um cordão tríplice não pode ser prontamente rompido em dois.” (Ecl. 4:12) Se numa amizade Jeová for o terceiro “cordão”, essa amizade perdurará. É verdade que pessoas que não amam a Jeová também podem cultivar amizades satisfatórias. Mas, quando alguém se achega a outro por causa do amor mútuo a Deus, a amizade resultante é inabalável. Se surgirem mal-entendidos, os verdadeiros amigos tratarão uns aos outros de um modo que agrada a Jeová. Os que se opõem a Deus talvez tentem causar divisões, mas esses inimigos logo descobrem que não é fácil romper amizades entre os cristãos verdadeiros. Ao longo da História, os servos de Jeová já provaram que preferem enfrentar a morte a trair uns aos outros. — Leia 1 João 3:16.
 Sem dúvida, as melhores amizades que podemos ter são com pessoas que amam a Jeová. Veja o exemplo de Rute e Noemi. Essas mulheres desenvolveram uma amizade das mais admiráveis no registro bíblico. Por que essa amizade era tão forte? Rute revelou a razão quando disse a Noemi: “Teu povo será o meu povo, e teu Deus, o meu Deus. . . . Assim me faça Jeová e assim lhe acrescente mais, se outra coisa senão a morte fizer separação entre mim e ti.” (Rute 1:16, 17) Obviamente, Rute e Noemi amavam muito a Deus, e permitiram que esse amor influenciasse o modo como se tratavam. Assim sendo, ambas foram abençoadas por Jeová.

Como fazer bons amigos

O exemplo de Rute e Noemi mostra que boas amizades não surgem por acaso. A base é o amor mútuo a Jeová. Além disso, amizades duradouras são resultado de muito empenho e abnegação. Até mesmo irmãos literais que adoram a Jeová numa família cristã precisam se empenhar em cultivar uma estreita amizade. Como, então, você pode fazer bons amigos?
 Tome a iniciativa. O apóstolo Paulo incentivou seus amigos na congregação em Roma a ‘seguir o proceder (ou caminho) da hospitalidade’. (Rom. 12:13) Para seguir um caminho literal é preciso dar um passo após outro. De modo similar, ser hospitaleiro envolve uma série de ações pequenas e regulares. Ninguém pode seguir o caminho da hospitalidade em seu lugar. (Leia Provérbios 3:27.) Um exemplo de hospitalidade é convidar diferentes pessoas da congregação para uma refeição ou lanche na sua casa. Que acha de incluir na sua rotina mostrar hospitalidade para com membros de sua congregação? Outra maneira de tomar iniciativa em fazer amigos é convidar diferentes pessoas para acompanhá-lo na pregação. Quando à porta de uma casa você ouve seu companheiro (ou companheira) falar de coração com o morador sobre o amor que ele (ou ela) sente por Jeová, é impossível não se sentir achegado a essa pessoa.
 Procure expandir seus vínculos afetivos. (Leia 2 Coríntios 6:12, 13.) Já chegou alguma vez a achar que não há ninguém na sua congregação com quem possa fazer amizade? Em caso afirmativo, não estaria você estreitando demais o seu conceito sobre quem poderia ser amigo ou amiga? O apóstolo Paulo deu bom exemplo em ‘alargar’ seus vínculos afetivos. Houve um tempo em que ele nem sequer imaginava fazer estreitas amizades com não-judeus. No entanto, ele tornou-se “apóstolo para as nações”. — Rom. 11:13.
 Além disso, Paulo não limitou suas amizades aos de sua própria faixa etária. Por exemplo, ele e Timóteo tornaram-se grandes amigos, apesar das diferenças de idade e de formação. Hoje, muitos jovens prezam as amizades que cultivaram com alguns mais idosos na congregação. “Eu tenho uma amiga muito querida que tem mais de 50 anos”, diz Vanessa, de 20 e poucos anos. “Posso falar com ela sobre qualquer coisa que falaria com amigos da minha idade. E ela se interessa muito por mim.” Como se formam amizades assim? Vanessa diz: “Tive de cultivar essa amizade, e não apenas esperar que ela acontecesse.” Você está disposto a fazer amizades com pessoas de diferentes idades? Jeová certamente recompensará seus esforços.
Seja leal. “O verdadeiro companheiro está amando todo o tempo e é um irmão nascido para quando há aflição”, escreveu Salomão. (Pro. 17:17) Ao escrever essas palavras, Salomão talvez pensasse na amizade que seu pai, Davi, tinha com Jonatã. (1 Sam. 18:1) O Rei Saul queria que seu filho Jonatã herdasse o trono de Israel. Mas Jonatã aceitou o fato de que Jeová havia escolhido Davi para esse privilégio. Diferentemente de Saul, Jonatã não ficou com inveja de Davi. Não ficou ressentido por causa dos elogios que Davi recebeu, e tampouco acreditou na calúnia que Saul lançou contra Davi. (1 Sam. 20:24-34) Somos como Jonatã? Quando nossos amigos recebem privilégios de serviço será que nos alegramos com eles? Será que os consolamos e apoiamos quando sofrem aflições? Quando alguém fala mal de um amigo nosso, acreditamos logo no que se diz? Ou, assim como Jonatã, lealmente defendemos o nosso amigo?

Como manter boas amizades
A boa comunicação mantém viva uma amizade. Ao ler os relatos bíblicos sobre Rute e Noemi, Davi e Jonatã, Paulo e Timóteo, você notará que bons amigos se comunicam de maneira livre, porém respeitosa. Sobre como devemos nos comunicar, Paulo escreveu: “Vossa pronunciação seja sempre com graça, temperada com sal.” Paulo se referia especificamente a como devemos falar aos “de fora”, isto é, aos que não são nossos irmãos cristãos. (Col. 4:5, 6) Se os descrentes merecem respeito ao lhes falarmos, quanto mais os nossos amigos na congregação!
 Bons amigos valorizam a opinião um do outro, por meio de uma comunicação que deve ser gentil e franca. O sábio Rei Salomão escreveu: “Óleo e incenso são os que alegram o coração, também a doçura do companheiro que se tem, devido ao conselho da alma.” (Pro. 27:9) É assim que você encara o conselho que recebe de um amigo? (Leia o Salmo 141:5.) Como você reage quando um amigo expressa preocupação com algum proceder que você esteja adotando? Encara tais comentários como gesto de bondade ou fica ofendido?
 O apóstolo Paulo tinha uma estreita relação com os anciãos da congregação em Éfeso. É provável que ele conhecesse alguns desses homens desde que se tornaram cristãos. Na sua última reunião com eles, porém, Paulo lhes deu alguns conselhos bem francos. Como eles reagiram? Os amigos de Paulo não ficaram ofendidos. Em vez disso, apreciaram seu interesse neles e até mesmo choraram porque achavam que não o veriam mais. — Atos 20:17, 29, 30, 36-38.
 Bons amigos tanto aceitam como oferecem sábios conselhos. Naturalmente, temos de discernir quando é o caso de ‘cuidar de nossos próprios negócios’. (1 Tes. 4:11) E reconhecer que cada um de nós “prestará contas de si mesmo a Deus”. (Rom. 14:12) Quando necessário, porém, um amigo amoroso bondosamente trará à atenção de seu companheiro os padrões de Jeová. (1 Cor. 7:39) Por exemplo, o que você faria se notasse que um amigo solteiro estivesse se envolvendo romanticamente com uma pessoa que não serve a Jeová? Deixaria de expressar sua preocupação só por temer prejudicar sua amizade? Ou caso seu amigo não acatasse seu conselho, o que você faria? Um bom amigo buscaria a ajuda de pastores amorosos no esforço de alertar o amigo que está dando um passo em falso. Fazer isso exige coragem, mas não causará nenhum dano duradouro a uma amizade baseada no amor a Jeová.
 Leia Colossenses 3:13, 14. Vez por outra damos aos nossos amigos “razão para queixa” contra nós, e eles também farão ou dirão coisas que nos aborrecem. “Todos nós tropeçamos muitas vezes”, escreveu Tiago. (Tia. 3:2) No entanto, o valor de uma amizade não se mede à base de quantas vezes ‘pecamos’ uns contra os outros, mas sim à base de quão amplamente perdoamos tais ofensas. Portanto, como é vital edificar fortes amizades por meio de uma comunicação aberta e por liberalmente perdoar uns aos outros! Esse amor demonstrado se tornará “o perfeito vínculo de união”.



Esta matéria foi Retirada da Revista "Sentinela"
Publicada Pelas Testemunhas de Jeová
http://www.watchtower.org/t/index.html

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sábado, 24 de dezembro de 2011

Jovem aplica mais de 100 injeções de silicone para aumentar os lábios

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Em busca do sonho de ter os lábios da personagem de desenho animado Jessica Rabbit




A russa Kristina Rei, 22 anos, se submeteu a mais de 100 procedimentos de preenchimento labial. Ela desembolsou até o momento cerca de R$ 11 mil, mas ainda não está satisfeita.Em entrevista ao britânico "The Sun”, Kristina contou que foi atrás de tratamento por considerar seus lábios “finos e feios”. "Amo os lábios grandes da Jessica Rabbit. Ela é o meu ideal de mulher perfeita", declarou.A primeira injeção de botox foi aplicada quando a russa tinha 17 anos. Ao jornal, ela admitiu ser viciada. "Alguns amigos dizem para eu parar, mas ainda não estou satisfeita", afirmou, acrescentando: “Sei que algumas pessoas pensam que fiquei ridícula, mas não me importo.”Além da mudança nos lábios, a jovem pretende turbinar os seios e fazer cirurgia plástica no nariz e nas orelhas.









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Nova geração de Pokémon chega no Natal

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Novo jogo Pokémon em 3D sem óculos está mais focado na ação, oferecendo batalhas escaldantes, diversão com funcionalidades WiFi e mais de 600 Toy Pokémon para colecionar.




Neste Natal as crianças não terão de se contentar com brinquedos vulgares pois no mais recente título Pokémon poderão encontrar centenas de extraordinários Toy Pokémon! Super Pokémon Rumble é o primeiro jogo Pokémon criado em exclusivo para a Nintendo 3DS, permitindo a fãs, tanto antigos como recentes, experienciarem uma das séries de videojogos mais famosas do mundo numa nova dimensão. Desde o seu lançamento no Japão em 1996, a série Pokémon já vendeu mais de 225 milhões de jogos em todo o mundo.



Graças às funcionalidades únicas da Nintendo 3DS, os jogadores de Super Pokémon Rumble poderão não só combater e reunir mais de 600 Toy Pokémon em 3D sem a necessidade de óculos especiais como também jogar com um amigo num modo para múltiplos jogadores cooperativo e descobrir conteúdo StreetPass interativo.

Super Pokémon Rumble decorre num mundo chamado Toyland, em que os jogadores assumem o papel de Toy Pokémon e navegarão por uma série de níveis imaginativos, e contém mais de 600 Toy Pokémon incluindo dos recentes Pokémon Black Version e Pokémon White Version. Os novos modos Team Battle e Charge Battle oferecem desafios frenéticos que emocionarão jogadores de qualquer nível de experiência ao passo que o gigante Boss Toy Pokémon testará as habilidades do fã mais experiente.
Em Super Pokémon Rumble há duas formas de o jogador se ligar a outros jogadores. Através de uma ligação sem fios local poderá jogar cooperativamente em áreas do jogo que ambos os jogadores já tenham concluído, o que faz com que seja também mais fácil colecionar mais Toy Pokémon raros do que o habitual. Já com a funcionalidade StreetPass da Nintendo 3DS vai poder desafiar Toy Pokémon das coleções de outros jogadores e ver personagens Mii individualizadas dentro do jogo.
Super Pokémon Rumble já está disponível em Portugal e em exclusivo para a Nintendo 3DS.




Página Oficial aqui.

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Vídeo de sapo a matar formigas é sucesso no Youtube

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Sabemos que a formiga é um dos alimentos do sapo. Alguém meteu a aplicação no smartphone a passar formigas para o sapo as “tentar” matar, mas depois o seu dedo.
Esta é a história, em forma resumida, deste vídeo que está a fazer sucessos nas redes sociais e no Youtube, com quase 5 milhões de visualizações.


Já não é a primeira vez que vemos vídeos onde animais tentam comer as formigas que vão aparecendo no ecrã, no entanto este sapo mostrasse com muita fome. Quando o jogo acaba, a pessoa mete o dedo para o jogo recomeçar… E os gritos de dor demonstram que o sapo estava mesmo com fome.




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